XXIX Domingo do Tempo Comum
Outubro 18

A fé cristã, vivida integralmente, longe de sugerir a demissão e evasão frente às tarefas terrestres do homem, ajudam os que creem a assumir as suas responsabilidades na conquista dos objetivos que se impõem à consciência moderna. A esperança cristã não se realiza certamente em plenitude senão no mundo futuro. Contudo, ela manifesta desde já a sua eficácia: é uma força imensa no mundo, é um fermento que faz levedar, é um sal que dá sentido e sabor ao esforço humano de libertação, ao compromisso temporal. Não é alienação. Não existem duas esperanças: uma terrena e outra celeste; a esperança é só uma; diz respeito à realidade futura, mas, através do empenho cristão, antecipa-a na realidade celeste.