S. Francisco de Assis, Diácono e Fundador

4 outubro

Nasceu em Assis, na Umbria, Itália, entre 1181 e 1182; deram-lhe o nome de João no batismo, mas uma circunstância casual – o facto de o pai se encontrar na França quando ele veio à luz – determinou que fosse sempre designado com o nome de Francis­co, quer dizer, Francês.

Não nasceu santo, pois até aos 25 anos viveu como um de tantos outros jovens: alegre, divertido e amigo de festas, tão esbanjador e pródigo que entre os parentes dizia­-se: mais parece um príncipe que o filho de Pedro Bernardone.

Não longe de Assis, havia uma igreja de S. Damião, que ameaça­va ruína. Francisco entrou para orar e ouviu a um Santo Cristo: «Francisco, vai e repara a minha igreja»…

A Porciúncula, uma ermida de Nossa Senhora, foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes…

Em 1215, em Roma, ouviu falar Inocêncio Ill sobre a letra Tau, como sinal de penitência e de nova vida. «Tau é a última letra do alfabeto grego e representa a forma da cruz, antes que se lhe pusesse o INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus).

Em 1217, visitou novamente Roma, a seguir a França, e em junho de 1219 embar­cou para o Oriente: Chipre, S. João de Acre e Egipto. Em Damieta, pregou o Evangelho na própria corte do Sultão. Voltou em 1220 a S. João de Acre, na costa da Síria, e peregri­nou até aos Lugares Santos, «tendo o coração cheio de ansioso respeito pela terra que tinha pisado o Divino Mestre».

Quando voltou a Itália, no Verão de 1220, encontrou a Fraternidade dividida…

Em 1224, no retiro do Monte Alverne, chegou à máxima união a Cristo Senhor com a impressão das cinco chagas no seu corpo…

Em S. Damião compôs o hino do Irmão Sol e a seguir retirou-se para morrer na Porciúncula. As sombras cobriam a planície, mas os cumes estavam iluminados pelo Sol, símbolo da fraqueza corporal de Francisco e da grandeza espiritual.

A 16 de Julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.

Estas são algumas passagens retiradas da breve biografia do fundador da Ordem mendicante dos Frades Menores, que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro», publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição, revista e atualizada por António José Coelho, S.J., Editorial A.O., Braga 2003 (páginas 122-124) e que aqui se transcrevem com a devida vénia.

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Programa

Cânticos

Autor

Cântico de Entrada

A, Oliveira

Salmo responsorial

A, Oliveira

Ver ainda: LIVRO DO SALMISTA Ano B-206-207

Pós-comunhão

A, Oliveira

Observação

Para o Ordinário da Missa aconselham-se os cânticos do Cantoral Nacional para a Liturgia [CNL],
publicado pelo Secretariado Nacional de Liturgia (julho de 2019):

  1. Acto penitencial – números 11-26
  2. Glória – números 27-31
  3. Aleluia – números 44-57
  4. Santo – números 89-97
  5. Cordeiro de Deus – números 114-123.

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Concertos e atuações do Grupo Coral (mais de trinta), desde a sua fundação, em 2014.

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Preciosidades e raridades, um “Baú de Memórias” tornado Museu

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