XXIV Domingo do Tempo Comum

Ano A | 13 de setembro de 2026

A liturgia deste domingo fala-nos da reconciliação e do perdão. A iniciativa da reconciliação vem de Deus, e a Igreja e os cristãos devem ser construtores da paz no mundo; devem criar um clima de reconciliação, perdão, encontro, fraternidade em todos os sectores e todos os níveis, desde o internacional até às pequenas relações de vizinhança e trabalho, entre os esposos, entre os filhos, nas relações entre operários e patrões, entre pobres e ricos. Não há relação humana, por menor que seja, que não possa melhorar pela reconciliação e o perdão. A curva ascendente da violência é u m apelo ao amor cristão, do qual o perdão é u m momento importante. Só com o amor é possível formar uma comunidade, também a nacional.
A 1ª leitura é do Livro de Ben-Sirá. Este texto é uma verdadeira antecipação da doutrina do Pai-Nosso e do Sermão da montanha. Esta doutrina baseia-se na convicção de que todos temos necessidade de perdão: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque Deus usará de misericórdia para com eles”.
A 2ª leitura é da Epístola de S. Paulo aos Romanos. Não somos senhores de nós mesmos. A vida e a morte só a Deus pertencem. Só n’Ele a existência, sofrimentos, alegrias e tristezas do homem encontram sentido. Ele é assim, para nós, mestre no pensamento, modelo da ação criadora e termo da esperança para além da morte.
O Evangelho, 3ª leitura, é segundo S. Mateus. O perdão não tem limites. “Quantas vezes devo perdoar?”. “Setenta vezes sete”, isto é, sempre. Só na reciprocidade do perdão total e libertação completa, se evita que o oprimido se transforme em opressor. Aliás, posto frente a frente com Deus, todo o homem é servo. E o Senhor levou a tal extremo o seu perdão que nos libertou em Jesus Cristo seu Filho.

Os comentários aqui publicados foram solicitados, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido.

Convidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde, além de informações e materiais preciosos, incluindo publicações diversas, encontra as leituras bíblicas, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico, nomeadamente o Martirológio. HOJE

Os botões com os títulos dos cânticos propostos a seguir estão ligados às respetivas partituras – em formato PDF – que incluem uma versão instrumental das respetivas melodias. Para quaisquer dúvidas, comentários ou pedidos, não hesite em contactar o titular do siteutilizando este formulário.

Programa

Cânticos

Autor

Cântico de Entrada

A. Oliveira

Salmo responsorial

A. Oliveira

Ver ainda: LIVRO DO SALMISTA Ano A – Pág. 227-229.

Comunhão

A. Oliveira

Pós-comunhão

A. Oliveira

Observação

Para o Ordinário da Missa aconselham-se os cânticos do Cantoral Nacional para a Liturgia [CNL],
publicado pelo Secretariado Nacional de Liturgia (julho de 2019), e os Cânticos do Ordinário da Missa (SNL):

  1. Acto penitencial – números 11-26
  2. Glória – números 27-31
  3. Aleluia – números 44-57
  4. Santo – números 89-97
  5. Cordeiro de Deus – números 114-123.

Proposta complementar de cânticos para este domingo com base apenas no Cantoral Nacional para a Liturgia (CNL)

Entrada
 
Salmo Responsorial
 
Comunhão
 
 
Comunhão
 
Dai a paz, Senhor
Senhor, trazei-nos a paz
O Senhor é clemente e compassivo
LIVRO DO SALMISTA Ano A
Como é admirável, Senhor
O cálice de bênção é comunhão
Senhor, eu creio
Se alguém quiser seguir-Me
Se alguém Me servir
333
916
 
208-210
301
671
301
898
896

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