XI Domingo do Tempo Comum

14 de junho de 2026

Terminadas as festas pascais com a celebração do Pentecostes, retomámos o Tempo Comum, começado depois do ciclo do Natal e interrompido com a Quaresma, que deu início à celebração da Páscoa. Neste Tempo Comum celebramos não um aspecto particular do mistério de Cristo mas o mistério de Cristo na sua globalidade, especialmente nos domingos. Efectivamente, o domingo, no ensinamento de João Paulo II, é: o Dia do Senhor, da celebração da obra da criação; o Dia de Cristo, do Senhor Ressuscitado e do Espírito Santo; o Dia da Igreja, em que a assembleia eucarística é a alma do domingo; o Dia do homem e, por isso, dia de alegria de repouso e de solidariedade, e, finalmente, o Dia dos dias, revelador do sentido do tempo, preparação do domingo eterno, em que os baptizados na Morte e Ressurreição do Senhor ressuscitarão, com Ele, para uma festa sem fim.

A 1ª leitura é do Livro do Deuteronómio. A fidelidade à aliança contraída com Deus manifesta-se pelo cumprimento dos seus mandamentos. Por isso, o povo de Deus deve guardar a Lei no coração e pô-la em prática em todas as circunstâncias concretas da sua existência. Só o caminho da fidelidade levará à verdadeira felicidade, a vida em plenitude com Deus.

A 2ª leitura é de S. Paulo aos Romanos. A nossa salvação foi absolutamente gratuita. Fruto da iniciativa de Deus, foi-nos dada através do sacrifício voluntário de Jesus. A esta iniciativa salvífica deve o homem responder com a conversão pessoal, com a sua confiante abertura a Deus, que salva em Jesus no seu Espírito. Esta fé tem de ser actuada com a caridade, com obras que expressem a nossa vida com Deus.

O Evangelho é segundo S. Mateus. Jesus é a revelação definitiva da vontade do Pai. Por isso, só na fidelidade à Palavra de Cristo se pode agradar a Deus. Não basta professar, com os lábios, a fé em Jesus. Se essa fé não for acompanhada de uma vida santa, está a construir-se sobre a areia. Não são as palavras que contam, mas os factos. E os factos consistem no cumprimento generoso da vontade do Pai.

Convidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde, além de informações e materiais preciosos, incluindo publicações diversas, encontra as leituras bíblicas, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico, nomeadamente o Martirológio. HOJE

Os botões com os títulos dos cânticos propostos a seguir estão ligados às respetivas partituras – em formato PDF – que incluem uma versão instrumental das respetivas melodias. Para quaisquer dúvidas, comentários ou pedidos, não hesite em contactar o titular do site, utilizando este formulário.

 

Programa

Cânticos

Autor

Cântico de Entrada

A. Oliveira

Salmo responsorial

A. Oliveira

Ver ainda: LIVRO DO SALMISTA Ano A – Pág. 188-191

Pós-comunhão

A. Oliveira

Ver ainda: CANTORAL NACIONAL – 856.813.159.870.997.145

Observação

Para o Ordinário da Missa aconselham-se os cânticos do Cantoral Nacional para a Liturgia [CNL],
publicado pelo Secretariado Nacional de Liturgia (julho de 2019):

  1. Acto penitencial – números 11-26
  2. Glória – números 27-31
  3. Aleluia – números 44-57 | Ver também: COM 112 a 128 e 137 a 147
  4. Santo – números 89-97
  5. Cordeiro de Deus – números 114-123.

Proposta complementar de cânticos para este domingo com base apenas no Cantoral Nacional para a Liturgia (CNL)

Entrada
 
Salmo Responsorial
   
Comunhão
 
Pós-Comunhão
 
 
  
Salvai, Senhor, o vosso povo
Salvai o vosso povo
Pela vossa grande misericórdia, atendei-me
LIVRO DO SALMISTA Ano A
O Cordeiro de Deus é o nosso Pastor
Eu sou o Bom Pastor
Senhor, cantarei eternamente
Eu canto para sempre
Se alguém quiser seguir-Me
Se alguém Me servir
878
877
 
188-191
674.675
449
907
435
898
896

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