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SUMMARY:S. José Operário
DESCRIPTION:Gerrit van Honthorst – O Menino Jesus na oficina de S. José (1620) – Museo do Hermitage (San Patersburgo)\n«No 1.° de Maio de 1955 — escreve uma testemunha presencial — Roma era um fervedoiro de gente simples e morena\, com olhar claro e espontâneo. Aqui e acolá\, nos bares e ruas que rodeiam o Vaticano\, grupos de homens\, mulheres e crianças\, misturados em alegre algaraviada\, largavam a leve bagagem das suas mochilas e esgotavam xícaras de bom café. À volta deles parecia soprar um ar novo\, ainda não estreado. Até ao ponto de o semblante da Cidade Eterna\, acostumado a todos os acontecimentos e a todas as extravagâncias de todos os povos da terra\, parecer ensombrado diante do alude novo de corpos duros e curtidos\, e de almas ingénuas\, que ultrapassavam todo o previsto». \n[…] Apesar disso\, a festa\, com toda a sua beleza\, poderia ter ficado como uma das muitas que se têm celebrado na magnífica Praça de S. Pedro e o discurso como um de tantos entre os pronunciados pelo papa Pio XII. Não foi assim. Por boca do Sumo Pontífice\, a Igreja dispôs-se a fazer\, com a festa do 1.° de Maio\, o que tantas vezes fizera\, nos séculos da sua história\, com as festas pagãs ou sensuais: cristianizá-las. \nO 1.° de Maio nascera\, no calendário das festividades\, sob o signo do ódio. Desde meados do século XIX\, essa data identificara-se\, na memória e imaginação de muitos\, com as alamedas e as avenidas das grandes cidades cheias de multidões com os punhos cerrados. Era dia de greve total em que o mundo dos proletários recordava à sociedade burguesa até que ponto tinha descido\, à mercê do ódio dos explorados. E essa festa\, a festa do ódio\, da vingança social e da luta de classes ia transformar-se por completo numa festa litúrgica (atualmente memória)… \n[…] Sabemos que foi carpinteiro. Algum dos Padres apostólicos\, S. Justino\, chegou a ver toscos arados romanos\, feitos na oficina nazaretana pelo Patriarca S. José e também por Jesus. Fora disto\, tudo o mais são conjeturas. Mas conjeturas constituídas com base de certeza\, se é lícito falar paradoxalmente\, pois\, por muito que desejemos forçar a imaginação\, sempre resultará que foi dura a vida dum pobre carpinteiro de aldeia\, que a essa condição sua juntou as tristes consequências de ter vivido algum tempo no desterro. \nPorque\, se algumas economias houve\, se alguma coisa chegou a valer a ferramenta\, tudo foi preciso quando\, em consequência da perseguição de Herodes\, a Sagrada Família teve de ir para o Egipto. Dura foi a vida lá. E dura também a vida depois do regresso. \nNeste ambiente viveu Jesus Cristo. E este é o modelo que hoje se propõe a todos os cristãos. Para que aprenda cada um a lição que lhe toca. \nQuer a Igreja que a memória de S. José Operário sirva para despertar e aumentar nos operários a fé no Evangelho e a admiração e o amor por Jesus Cristo; sirva para despertar nos que governam a atenção pelos que sofrem e o desejo de pôr em prática aquilo que pode levar a uma ordem justa na sociedade humana; e sirva para corrigir.na sociedade os falsos critérios mundanos que em tantas ocasiões chegam a penetrá-la por completo. […] \n  \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre a Festa de S. José Operário\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 11-13).
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SUMMARY:IV Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Cepa de uma vinha de Alburitel (Lameira do Palheiro) – 2020\nA palavra deste domingo\, como simbolismo da videira\, fala da comunhão de vida com Cristo e com os irmãos por meio da fé e do amor. São duas as ideias básicas: permanecer em Cristo e dar fruto. Para dar fruto precisamos da seiva da videira\, que é Cristo. Sem Ele nada podemos fazer\, porque sem a seiva secam os ramos. Somente no contacto com Jesus temos vida e forma interior\, capacidade e fortaleza para transformar a dura realidade e vencer o mal dentro e fora de nós. Porque é que há tantos cristãos ineficazes\, mesquinhos e tristes\, se afirmamos possuir a fonte da vida e da alegria que é a fé e a esperança no Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo? \n[…]
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SUMMARY:VI Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo fala-nos do amor. De Deus\, que é amor\, que nos deu o seu Filho\, que nos impõe o mandamento do amor. A prática deste mandamento não só faz de nós uma pessoa com Cristo\, mas une-nos também ao Pai. Quem recebeu o Espírito entrou na intimidade de vida com Deus. “Amá-1’O” significa deixar que passe o seu amor para os homens\, através de nós. Ele não tem necessidade dos nossos sacrifícios. A sua glória não aumenta quando nos prostramos a tremer diante da sua majestade infinita\, mas quando tomamos presente no mundo a sua ternura\, o seu amor. \n[…]
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SUMMARY:Virgem Santa Maria do Rosário de Fátima
DESCRIPTION:As Aparições de Fátima\, freguesia do concelho de Vila Nova de Ourém\, distrito de Santarém\, e paróquia da Diocese de Leiria-Fátima\, desenrolam-se em três períodos ou ciclos. Os dois primeiros tiveram lugar em Fátima e o terceiro em Pontevedra e Túy\, na província da Galiza\, em Espanha. \nCiclo Angélico\, desde a Primavera ao Outono de 1916. \nCiclo Mariano\, nos dias 13\, desde Maio a Outubro de 1917. \nCiclo Cordimariano\, em Pontevedra (1925 e 1926) e em Tuy (1927 e 1929). \n  \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa de N. S. de Fátima\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler integralmente o relato das Aparições\, tirado dos Manuscritos da Irmã Lúcia\, na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 50-55). \n\n \n 
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SUMMARY:S. Matias\, Apóstolo
DESCRIPTION:Matias significa «dom de Yavé»\, de Deus. Pode ele chamar-se o homem da sorte\, da maior que podia haver neste mundo: ser apóstolo\, juntando-se aos Onze que Jesus deixou escolhidos. Pertencia ao número dos 72 discípulos de Cristo\, enviados à frente d’Ele a pregar a boa nova do Evangelho\, com poderes extraordinários para curar doentes. As recomendações que lhes fez o Senhor foram-nos transmitidas por S. Lucas e provam a austeridade e desprendimento temporal em que Jesus formava aqueles que deviam ser os melhores propagadores do seu reino: «Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa\, nem alforge\, nem sandálias\, e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. Em qualquer casa em que entreis\, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!”… \n  \nEste é o início do capítulo sobre a Festa do apóstolo S. Matias\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 56-58).
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SUMMARY:Ascensão do Senhor
DESCRIPTION:Pietro Perugino | Ascensão de Cristo (Políptico de S. Pedro – 1496-1500) | Museu das Belas Artes – Lion (França)\nCompletada a obra de reconciliação dos homens com Deus\, Jesus começa uma vida nova\, junto do Pai. A sua peregrinação pela Terra atingiu assim o seu termo – termo que não é derrota e esquecimento\, mas triunfo e glória. A Ascensão\, último mistério da vida de Jesus\, é a sua exaltação suprema\, iniciada já com a Ressurreição; é a sua glorificação plena pelo Pai\, que 0 constitui “Senhor”\, centro da história do mundo e do homem. A exaltação e a glorificação de Jesus representam as primícias e até a causa da nossa própria glorificação. Desde a Ascensão o homem tem a certeza de que\, tal qual é (corpo e alma)\, participará um dia desse modo de existência de Jesus. \n[…] \n \n\n 
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SUMMARY:Domingo de Pentecostes
DESCRIPTION:Duccio di Buoninsegna | Pentecostes – Siena – Museo dell’Opera della Metropolitana (nave imperfeita do “Duomo Nuovo”)\n“Consumada a obra que o Pai confiou ao Filho para Ele cumprir na terra\, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes\, para santificar continuamente a Igreja e\, deste modo\, os fiéis terem acesso ao Pai\, por Cristo\, num só Espírito. \nEle é o Espírito de vida\, ou a fonte de água\, que jorra para a vida eterna; por quem o Pai vivifica os homens mortos pelo pecado\, até que ressuscite e m Cristo os seus corpos mortais. \nO Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis\, como num templo\, e dentro deles ora e dá testemunho da adoção de filhos. \nA Igreja\, que Ele conduz à verdade total e unifica na comunhão e no ministério\, enriquece-a Ele e guia-a com diversos dons hierárquicos e carismáticos e adorna-a continuamente e leva-a à união perfeita com o seu Esposo… Assim\, a Igreja toda aparece como um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. \n[…] \n VIGÍLIA | DIA
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SUMMARY:Santa Maria\, Mãe da Igreja
DESCRIPTION:A memória da Bem-aventurada Virgem Maria\, Mãe da Igreja\, recorda-nos que a maternidade divina de Maria se estende\, por desejo de Jesus\, à maternidade humana\, ou seja\, à própria Igreja\, mediante um ato de consagração. \nEm 2018\, o Papa Francisco introduziu a celebração desta Memória na segunda-feira após a Solenidade de Pentecostes\, dia em que a Igreja nasceu. \nEste título dado a Maria não é novo. Em 1980\, S. João Paulo II tinha convidado os fiéis a venerar Nossa Senhora como Mãe da Igreja. Antes\, em 21 de novembro de 1964\, S. Paulo VI\, na conclusão da terceira sessão do Concílio Vaticano II\, declarou que a Virgem é “Mãe da Igreja”. Mais tarde\, em 1975\, a Santa Sé propôs a celebração de uma Missa votiva em honra da Mãe da Igreja\, mas ela não entrou no calendário litúrgico. \nAlém dessas datas\, não podemos esquecer quanto o título de Maria\, Mãe da Igreja esteve presente na sensibilidade de Santo Agostinho e de São Leão Magno\, de Bento XV e Leão XIII\, até nossos dias\, quando\, em 11 de fevereiro de 2018\, por ocasião do CLX aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora em Lourdes\, o Papa Francisco tornou obrigatória esta Memória da Virgem Maria\, Mãe da Igreja. \nSaber +
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SUMMARY:Santíssima Trindade [IX Domingo do Tempo Comum]
DESCRIPTION:Como os Hebreus e os Muçulmanos\, nós proclamamos que o nosso Deus é o único: nós acreditamos num único Deus. Contudo\, nós os cristãos sabemos que este Deus único não é um ser solitário\, perdido nos espaços\, mas um deus comunitário; é uma Família divina; é uma comunidade de vida e de amor. \nCom a sua presença no mundo e com as suas palavras\, Jesus Cristo descobriu-nos as surpreendentes riquezas de Deus. Falou-nos do Pai\, que nos ama e quer a nossa salvação; apresentou-Se a Si mesmo como Filho\, o Enviado\, o caminho\, a verdade e a vida; anunciou-nos a vida do Espírito Santo como hóspede das nossas almas. \n[…]
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