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SUMMARY:Santo Afonso Maria de Ligório – Bispo\, Doutor da Igreja
DESCRIPTION:Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=OBOmrA0lCyQ\nDistinguia-se sua mãe pela prática da piedade e mortificação. Foi batizado o nosso Santo\, com o nome de Afonso Maria\, a 29 de Setembro de 1696. Nasceu no dia 27. em Marianela\, povoação pouco distante de Nápoles.\nQuanto viria a ser grato a Deus e aos homens\, assim lho predisse S. Francisco de Jerónimo\, da Companhia de Jesus\, dirigindo-se à mãe: «Este menino morrerá velho\, muito velho; não morrerá antes dos noventa anos; será bispo e fará grandes coisas por Jesus Cristo». Com que submissão e docilidade acudia Afonso a receber de sua mãe as salutares instruções que lhe dava! Fugindo dos jogos da puerícia\, amou desde logo o retiro e o silêncio.\nPassados os anos da infância\, foi confiado à direção do padre Tomás Pagano\, sacerdote da Congregação do Oratório de S. Filipe Néri\, homem de provada virtude e doutrina. Confessava-se duas vezes por semana e começou bem cedo a saborear a oração\, a frequentar as igrejas e a venerar com filial respeito a Santíssima Virgem. \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 379-381).
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SUMMARY:XVIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Rembrandt\, Parábola do Rico Insensato (1627)\nProblemas graves afligem a humanidade e põem em risco a sua própria sobrevivência. A morte lenta de milhões de irmãos nossos subalimentados\, as discriminações sociais e rácicas e o tormento da guerra e da doença quase nos levam a concluir pela impossibilidade de uma convivência pacífica entre os homens. O cristão\, que conhece a vontade de Deus\, tem de se empenhar na instauração da justiça entre os povos. E uma das condições é não se deixar escravizar pelos bens do mundo.\nA 1ª leitura\, do Antigo Testamento\, é do Livro de Coeleth. A acumulação da riqueza gera a injustiça social\, a desproporcionada repartição de bens\, criados por Deus para sustento de todos os homens. O apego desmedido às coisas deste mundo é vão e cria no homem um estado de insatisfação. […] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n\n\n\n[…]
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SUMMARY:S. João Maria Vianney\, Presbítero
DESCRIPTION:S. João Maria Vianney\,Sacerdote (1786-1859) –Padroeiro dos Sacerdotes\nJoão Maria foi o nome que o santo pároco de Ars recebeu quando foi baptizado\, no dia 8 de Maio de 1786; vinte e um anos depois\, ao ser confirmado\, escolheu S. João Baptista como padroeiro adicional e passou a assinar-se João Maria Baptista ou João Baptista Maria Vianney. \nPassou a infância numa época de vexames policiais e perseguições religiosas. Na casa do pai\, em Dardilly\, perto de Lião\, o crucifixo e outros emblemas religiosos tinham sido retirados. O pequeno Vianney teve de ir fazer a primeira comunhão\, às escondidas\, na aldeia vizinha de Écully. \nEste é o início da página dedicada ao «Santo Cura d’Ars» no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 390-391).
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SUMMARY:Santa Maria de África | Dedicação de Santa Maria Maior (das Neves)
DESCRIPTION:Imagem gerada pelos algoritmos da Net\nNão é uma celebração universal no calendário litúrgico da Igreja Católica\, mas uma festa local ou regional\, com reconhecimento na diocese de Ceuta e nas dioceses de Cabo Verde\, celebrada como Festa da Virgem Santa Maria de África. \nEsta devoção mariana tem raízes históricas que remontam ao período da presença portuguesa em Ceuta\, no século XV (1421)\, após a conquista portuguesa da cidade\, quando o Infante D. Henrique introduziu a imagem da Virgem na cidade. Com o tempo\, a devoção à Virgem Santa Maria de África espalhou-se para outras regiões de influência portuguesa\, onde foi incorporada ao calendário litúrgico local\, mas é especialmente venerada em Ceuta\, cidade espanhola no norte da África \n*** *** *** \nInterior da Basílica de Santa Maria Maior\, em Roma: teto em caixotões de madeira e mosaico na concha da ábside\, representando a coração de Maria\, com episódios do nascimento e da vida de Cristo\nSanta Maria Maior é a grande igreja mariana de Roma. Chama-se maior desde o século VII ou IX\, por causa da antiguidade e da dignidade. A dedicação a 5 de agosto é assinalada no martirológio jeronimiano com um privilégio raro. A basílica Sicinini foi cristianizada no tempo do papa Libério\, no meio do século IV\, daí o nome de basílica liberiana. Foi restaurada e consagrada em honra da Virgem Maria pelo papa Sisto III\, pelo ano de 435. No alto do arco triunfal deste venerável templo lê-se: XYSTUS EPISCOPUS PLEBI DEI — «Sisto\, bispo\, ao povo de Deus». \nSegundo uma bela lenda medieval\, Nossa Senhora apareceu em sonhos a um patrício\, João\, no tempo de Libério (352-366)\, e disse-lhe que levantasse uma igreja em sua honra no lugar que lhe fosse indicado pela neve. Neve\, em Agosto\, em Roma? Pois bem\, no dia seguinte ela cobria parte da colina chamada Esquilino. Lenda tardia\, que não deixa talvez de relacionar-se com o hábito de deitar do teto flores brancas\, neste dia\, sobre as lajes da basílica… já construída. Tais pétalas nevosas\, a festejarem a Imaculada\, são efeito ou causa da lenda? E a partir do século VII\, figura também lá “Santa Maria ad praesepe”: junto do presépio\, por causa dumas relíquias (agora numa capelinha debaixo do altar-mor) que recordam a gruta de Belém. É nobre esta igreja\, ainda radiosa com a grande alegria que expressou\, logo a seguir ao concílio de Éfeso (431)\, ao proclamar a Theotókos (= Mãe de Deus); igreja toda resplandecente de mosaicos\, de ouros variados mas não estridentes. \n  \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 391-392).
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SUMMARY:Transfiguração do Senhor
DESCRIPTION:Rafael Sanzio\, 1518-20 – Pinacoteca do Vaticano\, Transfiguração. Este quadro\, que mede 410×279 cm\, tem uma réplica em mosaico no interior da Basílica de São Pedro\nA cruz não é o termo. A dor não é o último destino do homem. É um caminho e nada mais… […] Ao regressar de Cesareia\, Jesus chegou\, com os Doze\, em uma tarde de Agosto\, ao sopé do Tabor\, montanha graciosa\, símbolo da felicidade sobrenatural\, do amor beatífico\, do abraço de Deus. Deixou nove discípulos na falda do monte e\, levando consigo Pedro\, João e Tiago\, subiu ao cume\, para orar. […] \nChegando a um lugar tranquilo\, começaram a orar. Jesus prolongou a sua oração\, mas os discípulos estavam rendidos de sono. Adormeceram. «Enquanto Jesus orava transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandecia como o sol e as suas vestes tornaram-se brilhantes e duma alvura extrema\, como a da neve. Neste instante apareceram Moisés e Elias em forma gloriosa\, falando com Ele; e falavam da sua saída (deste mundo)\, que havia de cumprir-se em Jerusalém. \n——————————————– \nLeia a parte restante da longa e bela página que narra o episódio da transfiguração de Jesus no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 393-395).
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SUMMARY:S. Teresa Benedita da Cruz\, virgem e mártir
DESCRIPTION:Última de 11 irmãos\, nasceu em Breslau\, a 12 de outubro de 1891\, no dia em que a família festejava o «Dia da expiação»\, a grande festa judaica. […] \nComeçou a estudar germanística e história\, na universidade de Breslau\, mas o seu verdadeiro entusiasmo ia para a filosofia; interessavam-lhe também os problemas da mulher. \nEm 1913 vai para Gotinga\, a fim de assistir às aulas de Edmund Husserl\, do qual há de ser assistente e com o qual fará o seu doutoramento. Nesta cidade encontrou também o filósofo Max Scheler e este encontro proporcionou-lhe a atração para o catolicismo. \nCom o estalar da guerra mundial\, resolveu fazer o curso de enfermeira […] \nEdith volta para Breslau. Escreve artigos em várias publicações\, mas lê também Kierkegaard e os «Exercícios Espirituais» de Santo Inácio de Loiola. […] \nEm 1932 é-lhe atribuída uma cátedra numa Instituição católica\, onde desenvolve a sua própria antropologia\, encontrando a maneira de unir ciência e fé. \nEm 1933 a noite fecha-se sobre a Alemanha. Edith Stein tem que deixar a docência e ela própria declarou nessa altura: «Tinha-me tornado uma estrangeira no mundo». \nEm 14 de Outubro desse mesmo ano\, entra para o mosteiro das Carmelitas de Colónia\, passando a chamar-se Teresa Benedita da Cruz. […] \nA 2 de Agosto de 1942 chega a Gestapo. […] No amanhecer de 7 de agosto\, parte\, com a irmã e um grupo de 985 judeus\, para Auschwitz. No dia 9\, a irmã Teresa da Cruz\, juntamente com a sua irmã Rosa\, morre nas câmaras de gás. \nÉ beatificada a 1 de maio de 1987\, em Colónia\, e a 11 de outubro de 1998 teve lugar a sua canonização\, na praça de S. Pedro\, em Roma. A 1 de outubro de 1999\, é declarada co-padroeira da Europa\, juntamente com Santa Brígida da Suécia e Santa Catarina de Sena. \n\n\n\n—————- \nPode ler a biografia integral publicada na obra “Santos de Cada Dia” I – Maio – Junho – Julho – Agosto | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003 – páginas 403-404.
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SUMMARY:XIX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Precisamos de possuir alguns bens para viver; mas não são a fonte da vida nem está neles a chave e o segredo para ser pessoa. Somente quem ama e vive em solidariedade e abertura aos outros\, dando-se a Deus e ao próximo\, tem uma vida autêntica e\, em última análise\, é feliz porque entende a vida com sabedoria. O sem-sentido da vida aparece quando o homem se fecha a Deus e aos irmãos\, pois\, sem relação com os valores perenes que Deus\, Cristo e o próximo representam\, as coisas e os bens carecem de referência que lhes dá um valor que em si mesmos não possuem para a felicidade humana\, como demonstra a experiência. \n[…]
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SUMMARY:S. Clara de Assis\, Virgem
DESCRIPTION:Basílica de Santa Clara\, em Assis e efígie da Santa\, lá sepultada (montagem)\nPouco antes de nascer Santa Clara\, rezando sua mãe a pedir feliz parto\, ouviu uma voz que lhe dizia: «Mulher\, não tenhas medo\, porque darás à luz quem\, com as suas chamas\, iluminará o mundo». Esta a razão por que depois se deu à menina o nome de Clara: aquela que resplandece. \nDesde muito cedo revelou uma abnegação de que são capazes apenas as almas que imensamente amam. Não contente com dar aos pobres o supérfluo\, chegava até a privar-se do necessário para os socorrer. \nDesde a mais tenra infância\, tinham-na enlevado os mistérios do reino sobrenatural\, e o chamamento do espírito tinha-a erguido acima dos gostos próprios da idade. Mesmo das distrações familiares costumava separar-se para rezar o Pai-nosso. […] \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 410-412)\, onde encontra as biografias dos Santos dos outros dias de cada mês\, ou AQUI. \n \n 
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SUMMARY:S. Maximiliano Maria Kolbe\, Mártir (+ 1941)
DESCRIPTION:A 10 de outubro de 1982\, o papa João Paulo II canonizou este seu compatriota\, já beatificado por Paulo VI em 1971. Se o nome de Kolbe é bem conhecido\, muitos aspetos da sua personalidade e do seu apostolado são ainda ignorados por muitos. Antes de morrer no campo de concentração de Auschwitz\, num dom total da sua pessoa aos seus irmãos\, o Padre Maximiliano tinha-se manifestado como arauto da Imaculada\, ao serviço de quem mobilizara todos os recursos dos meios modernos de comunicação. \n[…] \n—————————— \nAssim começa a «Biografia» dedicada à festa hodierna. Pode ler a parte restante no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 416-418)\, onde encontrará também as biografias e notas históricas dos Santos e Santas de todos os outros dias do ano.  Transcrevemo-la também aqui\, com a devida vénia.
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SUMMARY:XX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Tal como Jesus\, o cristão que é fiel ao Evangelho não pode senão tornar-se pedra de tropeço e sinal de contradição\, pois os seus critérios destoarão necessariamente dos do mundo. O cristão não pode ser neutral\, para não dizer passivo ou ausente\, em relação à missão do Evangelho no mundo. A sua fé e a sua vida\, se verdadeiramente as tem\, compromete-o. Perante um mundo sem espírito\, tem de mostrar os verdadeiros valores espirituais e humanos; desprendimento e solidariedade\, amor e oração\, coerência e responsabilidade\, verdade e liberdade\, compromisso firme com a justiça e a libertação de toda a descriminação social\, cultural e religiosa\, assim como promoção de quem mais precisa\, como pessoas\, como cidadão e como filho de Deus. Mas quem assim procede tem de causar impacto nos outros\, por vezes até na própria família. \n[…] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido.
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SUMMARY:S. Pio X\, Papa
DESCRIPTION:Foi Papa desde 4 de Agosto de 1903 até 20 de Agosto de 1914. Chamava-se José Melchior Sarro e nasceu em Riese\, norte de Itália\, em Junho de 1835. Aluno do seminário de Pádua\, recebeu a ordenação sacerdotal em 1858. Foi coadjutor e depois pároco; em 1867 subiu a arcipreste e em 1875 a cónego de Treviso e diretor espiritual do seminário; em 1879 era vigário-geral da diocese. Em 1884 aceitou\, por obediência\, o bispado de Mântua\, tendo já em 1880 recusado o de Treviso. Em 1893 foi elevado ao cardinalato e três dias mais tarde transferido para Veneza. \n[…] \nAssim começa a breve biografia de S. Pio X publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 436-437). Transcrevemos abaixo\, com a devida vénia\, a parte restante.
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SUMMARY:Virgem Santa Maria\, Rainha
DESCRIPTION:Peter Paul Rubens\, Coroação de Nossa Senhora – Courtaud Instituto of Art Galleria – Londres (1613)\nA Festa de Santa Maria\, Rainha\, foi instituída por Pio XII\, devendo ser celebrada a 31 de Maio. Em virtude da reforma pós-conciliar\, foi transferida como Memória para o dia da oitava da Assunção. Pode ler\, nesta mesma página\, a parte final da encíclica com a qual o Papa instituiu esta celebração e\, AQUI\, o documento integral que o Sumo Pontífice dirigiu no dia 11 de outubro de 1954 “aos veneráveis irmãos\, patriarcas\, primazes\, arcebispos e bispos e outros ordinários do lugar em paz e comunhão com a Sé Apostólica”\, sobre a realeza de Maria e a instituição da sua Festa. \n[…] \n \n  \n 
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SUMMARY:XXI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Os homens estão diante de Deus como uma única humanidade. Nenhum povo\, nenhum homem é excluído do encontro com Ele. Todos são irmãos\, porque uma relação radical os liga ao mesmo Pai. O privilégio de Israel tinha um significado: proclamar a todos os homens que não a unidade de origem que fundamenta a igualdade entre os homens\, nem a pertença a uma raça ou classe que justifica uma riqueza ou uma liberdade. Todos o homens devem ter as mesmas possibilidades\, porque todos têm o mesmo fim: encontrar-se com o Pai\, contemplar a mesma glória e\, portanto\, trabalhar para uma convergência e uma igualdade universais. \n[…]
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SUMMARY:Santa Mónica (+ 387)
DESCRIPTION:Benozzo Gozzoli\, Morte de Santa Monica – San Gimignano\, Convento de Santo Agostinho\nNota sobre esta imagem[fonte: http://www.historiaaugustiniana.net/opera/356?]A história de Santa Mónica é o exemplo mais palpável de quanto pode uma mãe na educação dos filhos e de quanto deve a Igreja às mães cristãs. Santo Agostinho confessa que\, depois de Deus\, tudo deve a sua mãe. Por isso\, fala dela com tanto carinho e lágrimas\, quando recorda a sua morte. «Não calarei o que me nasce da alma sobre aquela serva vossa que me deu à luz na sua carne para que nascesse para esta vida temporal\, e em seu coração para a eterna». […] \nA grande obra de Santa Mónica foi a conversão e mudança do seu filho Agostinho. Na África velou pelas companhias e mestres do filho\, pelos seus costumes\, por que se casasse honestamente. Quando soube que o filho projetava trasladar-se a Itália\, resolveu embarcar com ele para continuar sendo o seu anjo da guarda. Mas Agostinho\, a quem estorvava a companhia santificadora da mãe\, conseguiu\, enganando-a\, fazer-se à vela. […] \n_____________________________________ \nPode conhecer a narração desse «acompanhamento-persistência» de uma mãe apostada em «salvar» o próprio filho\, que veio a ser Bispo e Doutor da Igreja\, continuando a ler a breve biografia publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que\, com a devida vénia\, transcrevemos AQUI\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 457-459).\n*** \n \n  \n 
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SUMMARY:Santo Agostinho - Bispo\, Doutor da Igreja (354-430)
DESCRIPTION:  \nPhilippe de Champaigne – 1845-50 – Los Angeles County Museum of Art – Museu de Arte do Condado de Los Angeles\, extraída do site: https://formacao.cancaonova.com/igreja/santos/confira-algumas-frases-marcantes-de-santo-agostinho/\nSanto Agostinho\, ornamento da ordem episcopal\, um dos mais brilhantes astros do orbe cristão\, e tão distinto entre os doutores da Igreja\, nasceu em Tagaste\, cidade da Numídia\, em África\, no dia 13 de novembro de 354\, de família honrada\, […] \nCedo começou a sobressair… pela superior valentia do seu engenho\, distinguindo-se particularmente no exercício da eloquência. Deram a seu pai informações tão vantajosas da sua rara compreensão e extraordinários talentos\, que aos dezasseis anos de idade o retirou de Madaura e o enviou a Cartago\, para que ali continuasse os estudos. Mas\, enquanto dispunha a viagem para aquela cidade\, demorou-se um ano em Tagaste sem se aplicar a coisa alguma\, em casa de seus pais; e\, neste tempo\, fazendo os seus costumados estragos a ociosidade\, entregou-se sem freio a toda a casta de dissoluções. Aflita em extremo\, a piíssima mãe fazia quanto podia para que o filho se emendasse. […] \nSendo já Agostinho a admiração dos sábios pela perfeita compreensão de todas as obras de Aristóteles e por sua celebrada eloquência\, ensinou retórica em Cartago aos vinte anos de idade; e crescendo nele a ambição com o aplauso\, resolveu passar a Roma. […] \nNo ano de 393 assistiu ao concílio de Hipona\, convocado por Aurélio\, bispo e primaz de Cartago\, no qual\, a rogo dos padres\, compôs a obra da Fé e do Símbolo\, que é admirável compêndio da doutrina cristã. No mesmo ano\, publicou vários escritos contra os donatistas e maniqueus\, declarando-se o açoite de todos os hereges. […] \nBasta ler os Solilóquios\, as Meditações e as Confissões para reconhecer o fogo do amor de Deus que o consumia\, e o bom fundamento com que o pintam com o coração na mão\, todo cercado de chamas. […] \nOs sumos pontífices\, e até mesmo os concílios têm feito magníficos elogios da doutrina de Santo Agostinho e de seus escritos. O Papa S. Celestino engrandece a sua fé\, e chama-o\, com outros pontífices\, seus predecessores\, um dos primeiros doutores da Igreja. S. Paulino apelida-o sol da terra; S. Jerónimo\, o inimigo do erro; e Sulpício Severo\, industriosa abelha que sustenta os fiéis com o mel da sua doutrina e com o ferrão transverbera de lado a lado os hereges. […]\n__________________________________ \nPorque ocuparia aqui um espaço desproporcionado\, leia aqui a longa biografia deste Santo que preenche as páginas 460-467 da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003. \nConsulte também esta página\, onde se se encontram publicados alguns artigos sobre os padroeiros da Diocese de Leiria-Fátima e outros santos de relevo na sua história \n__________________________________ \n  \n\n“Tarde te amei\, ó beleza tão antiga e tão nova\, tarde te amei! Eis que estavas dentro e eu fora. Estavas comigo e não eu contigo. Exalaste perfume e respirei. Agora anelo por ti. Provei-te\, e tenho fome e sede. Tocaste-me e ardi por tua paz.”
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SUMMARY:XXII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo fala-nos da humildade. É difícil para nós admitir que a humildade é a atitude própria do homem perante Deus\, atitude que não o diminui\, mas que o coloca no seu lugar. É\, além disso\, o estilo mais social e que melhor possibilita a relação do ser humano com os seus semelhantes. Para entender isto\, para ser humilde e andar na verdade da nossa própria condição\, precisamos de ser pobres de espírito diante de Deus\, ou seja\, vazios de nós mesmos\, para poder ser chamados por Ele\, sabendo que tudo na nossa vida é graça e dom\, efeito da misericórdia e do amor que Deus nos tem. \n[…]
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