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SUMMARY:S. Tomé\, Apóstolo
DESCRIPTION:Caravaggio | Incredulidade de São Tomé (1602-1603) – Pinacoteca do Castelo Sanssouci (Potsdam)\nTomé\, nome aramaico que em grego significa o mesmo que Dídimo\, ou gémeo em português\, devia naturalmente ser galileu\, homem do povo\, muito honrado\, nobre e sincero\, embora com muita casca áspera e tosca\, que era preciso fender para se vir a simpatizar com ele. Não possuía a graça e a medida ática dos gregos\, mas tinha a since­ridade e espontaneidade do israelita verdadeiro\, em que não há malícia. Carácter forte e impulsivo\, muito parecido com o de S. Pedro\, tem como ele momentos de soberba e obstinação\, de rebeldia e egoísmo\, para logo em seguida cair desarmado\, e com as lágrimas do arrependimento\, aos pés de Jesus. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia do apóstolo S. Tomé\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de Cânticos para a Celebração Eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 288-290).
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SUMMARY:Santa Isabel\, Rainha de Portugal (1270-1336)
DESCRIPTION:Segundo parece mais provável\, nasceu em princípios de 1270\, filha do rei D. Pedro III de Aragão e da rainha D. Constança. Onde? Em Saragoça? Em Barcelona? Não sabemos ao certo. Casou-se em 1282 com D. Dinis\, rei de Portugal\, assinando o diploma matrimonial em latim. Esta frágil criatura de cabelo dourado e 12 anos incompletos não adivinhava\, com certeza\, a missão que Deus lhe reservava na agitada vida peninsular daqueles tempos\, missão religiosa\, política\, social e humana de primeira classe. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santa Isabel\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na  página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 290-294).
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SUMMARY:XIV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Da passagem de um estado de violência à não violência nasce a paz\, que é o triunfo do amor sobre o ódio. Afirmação da supremacia deste amor é\, de si\, o Evangelho. Muitos são\, todavia\, os obstáculos que se erguem\, opondo-se tenazmente à expansão da Mensagem Evangélica. Por um lado\, o comodismo do homem. Por outro\, a divulgação\, cada vez mais generalizada\, de correntes ideológicas-filosóficas de tendência materialista. Deixar cair os braços não é digno do cristão.. \n[…]
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SUMMARY:S. Bento\, Fundador –  Patrono da Europa (480-547)
DESCRIPTION:Mosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Exterior\nMosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Igreja Superior (Fotografia de Antonio Grella)\nBento\, o patriarca dos monges do Ocidente\, é comparado com Abraão\, o pai dos crentes\, porque Deus o abençoou também com uma posteridade mais numerosa que as areias do mar e as estrelas do céu. Nascido em Núrsia da Umbria\, Itália\, pelo ano de 480\, de família nobre\, consagrou-se aos estudos em Roma; depressa\, contudo\, abandonou esta cidade por causa da imoralidade reinante entre os seus condiscípulos\, e refugiou-se\, primeiro em Enfide\, aldeia da Sabina\, e depois numa caverna existente no vale do Aniene\, perto de Subiaco\, onde se votou à oração e à penitência. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de São Bento\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 315-317).
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SUMMARY:XV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:O Senhor fala-nos “de muitas e variadas formas”. A voz de Deus manifesta-se nos mais insignificantes acontecimentos. Todas as coisas são imagens de Deus\, se bem que imperfeitas. Em todas elas sé Cristo que opera e nelas se comunica. Interroguemo-nos\, pois\, sobre a atenção que nos tem merecido essa voz de Deus e\, muito particularmente\, a Palavra ouvida e lida na Sagrada Liturgia. \n[…]
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SUMMARY:S. Boaventura\, bispo e doutor da Igreja – (1221-1274)
DESCRIPTION:Discípulo fervoroso de S. Francisco\, que não se cansava de exclamar «Meu Deus e meu tudo»\, S. Boaventura não teve na vida outro anelo que não fosse o encontro com Deus. A sua vida é encontro constante com Ele.\nNasceu em Bagnorea (Bagnoreggio)\, perto de Viterbo\, Itália\, no ano de 1221 e\, sendo ainda menino\, quando se chamava João de Fidanza\, S. Francisco de Assis passou junto de sua casa\, pôs-lhe na cabeça dolorida as mãos trémulas\, curou-o duma grave doença e exclamou: Oh! boa ventura! Assim se pretende explicar a origem do seu nome de bom augúrio.\nAos 17 anos entrou na Ordem de S. Francisco\, o qual parece ter-lhe deixado\, como Elias ao discípulo Eliseu\, uma centelha do seu grande espírito.\nAos 22 anos foi enviado a Paris e lá encontrou\, felizmente\, como mestre o Doutor Irrefragável\, Alexandre d’Halès\, que sabia animar a ciência com o sopro do espírito. S. Boaventura ouviu-lhe três anos as lições e\, a seguir\, em 1247\, herdou a cátedra «do seu pai e seu mestre». Explicou as sentenças de Pedro Lombardo e a Sagrada Escritura até 1255. Em 1257 foi eleito Geral da Ordem Franciscana\, cargo que desempenhou até 1274\, pouco antes da morte. \nPode continuar a ler esta breve biografia de S. Boaventura AQUI\, ou nas páginas 324-325 do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. A obra foi publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Nossa Senhora do Carmo
DESCRIPTION:VIRGEM SANTA MARIA DO MONTE CARMELO\nSimão Stock era inglês e pertencia a uma ilustre família do condado de Kent. Favorecido desde criança com graças extraordinárias\, aos 12 anos de idade foi conduzido pelo espírito de Deus a um deserto\, onde vivia em austera penitência; servia-lhe de morada o tronco duma árvore\, donde lhe veio o sobrenome de Stock\, que em língua inglesa significa tronco. \nVivia há 20 anos nesta solidão\, ocupado somente na oração e penitência\, quando chegaram à Inglaterra os religiosos Carmelitas\, expulsos da Palestina pela perseguição religiosa dos sarracenos. Não tardou Simão em juntar-se-lhes\, logo que foi testemunha das suas virtudes e sobretudo da sua admirável devoção à Santíssima Virgem\, a quem ele amava com entranhada ternura. De tal maneira se distinguiu o novo religioso pela eminente santidade e pelo ardor do seu zelo\, que em 1245 os seus irmãos elegeram-no Superior Geral da Ordem. \n[…] \nEstes são os primeiros dois parágrafos do capítulo sobre Nossa Senhora do Carmo\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 327-330 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Beatos Inácio de Azevedo e Companheiros\, mártires (1570)
DESCRIPTION:A 5 de Junho de 1570\, partiu de Lisboa em direção ao Brasil a maior expedição missionária que jamais Portugal enviou para terras de além-mar. Eram 73 missionários destinados a pregar\, baptizar e civilizar as novas paragens da América\, descobertas por Pedro Álvares Cabral. Esses Padres\, Seminaristas\, Irmãos Auxiliares e outros ajudantes iam espalhados por três naus da frota comandada por D. Luís de Vasconcelos\, governador do Brasil. O maior número – quarenta – chefiados pelo Padre Inácio de Azevedo\, seguiam na nau Santiago. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da biografia dos Beatos extraída do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 333-337)\, ou diretamente [AQUI]
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SUMMARY:São Bartolomeu dos Mártires\, Bispo (1514-1590)
DESCRIPTION:Bartolomeu Fernandes dos Mártires nasceu em Lisboa\, em maio de 1514. O apelido «Mártires» recorda a igreja de Santa Maria dos Mártires onde foi baptizado e substituiu o apelido «Vale» que usara em memória do avô. \nRecebe o hábito dominicano a 11 de novembro de 1528\, faz o noviciado no mosteiro de Lisboa\, tendo concluído os estudos filosóficos e teológicos em 1538. \n[…] Ensinou nos conventos de Lisboa\, «da Batalha» e Évora (1538-1557)\, passando a prior de Benfica\, em Lisboa (1557-1558). De todo este aturado labor intelectual\, deixou escrita uma vasta obra: um Comentário à maior parte da Suma de S. Tomás\, o Compêndio da Doutrina Espiritual para guia da alma nos caminhos da perfeição e outras… Apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltazar Limpo\, como Arcebispo de Braga\, é confirmado nessa missão pelo Papa Paulo IV\, por meio da bula «Gratiae divinae praemium»\, datada de Janeiro de 1559. Só aceitou o cargo por obediência ao seu provincial\, Frei Luís de Granada. […] A sua atividade na vastíssima arquidiocese foi\, desde o início\, intensa e multifacetada. \n[…] \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre o santo que hoje é comemorado pela Igreja Católica\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história desenvolvida páginas 341-344 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou na página de Propostas de Cânticos para a Celebração Eucarística.\n \n  \n 
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SUMMARY:XVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Diego Velázquez | Cristo em casa de Marta e Maria (1618)\nA Liturgia deste domingo fala-nos de hospitalidade. Também para os cristãos a hospitalidade é chamada de atenção à sua condição de peregrinos neste mundo. Mas lembra-lhes sobretudo que Cristo veio ao mundo como forasteiro. Hoje Ele continua a pedir hospitalidade: “Olha que Eu estou à porta e bato”. Uma das características da nossa civilização urbana é o anonimato. Moramos no mesmo edifício e não nos conhecemos. Os cristãos devem intervir para fazer da família uma comunidade aberta ao diálogo com o mundo\, promovendo uma autêntica educação social e favorecendo os movimentos de abertura aos outros\, a começar pelos mais necessitados \n[…]
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SUMMARY:Santa Maria Madalena
DESCRIPTION:Donatello (1453-1455)\, escultura em madeira\, Inicialmente colocada no Batistério de Florença.\, encontra-se atualmente\, no Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore\, na capital da Toscana.\nMaria Madalena é a mulher mais vezes mencionada nos Evangelhos\, isto é\, doze. Sabemos que Jesus a libertou de sete demónios (Lc 8\, 2; Mc 16\, 9). Por gratidão de tantos benefícios recebidos\, quer corporalmente\, quer sobretudo espiritualmente\, tornou-se santamente apaixonada pelo seu Benfeitor. \nSabemos que era uma do grupo das mulheres que acompanhavam o Senhor e o serviam com os seus bens (Lc 8\, 2). Nunca O deixou\, mesmo nas horas mais amargas e aflitivas. \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de Santa Maria Madalena no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 351-352 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Brígida\, Co-Padroeira da Europa
DESCRIPTION:Santuário de Santa Rita de Cassia\nNa capela do Santíssimo\, na basílica de S. Paulo em Roma\, há uma estátua de mármore desta grande vidente\, a Santa mais famosa dos países escandinavos. Está representada em atitude de quem escuta a voz do celestial Esposo Jesus Cristo\, que lhe fala da cruz. Aos pés da estátua há um letreiro que diz: «Com o ouvido atento recebe as palavras do seu Deus Crucificado; recebe o Verbo de Deus no seu coração».\nEsta é a característica da grande Santa sueca: a sua intimidade constante com Jesus\, a sua familiaridade\, as suas íntimas comunicações e a sua docilidade infantil. O que mais admira nela é a união extraordinária da vida interior com a exterior. É uma Santa mística que vivia no céu e é também uma Santa peregrina\, em constante movimento de fundações e de visitas a santuários.\nNasceu Santa Brígida na Suécia\, no ano de 1302\, e morreu em Roma\, em 1373.0 pai foi Birge\, governador e juiz provincial de Uppland\, homem cristianíssimo e aparenta-do com os reis da Suécia. A mãe\, Sigrida\, descendia também de reis. Não pôde influir na educação da filha porque morreu muito cedo; a menina foi confiada a uma tia\, grande educadora\, que soube modelar o carácter e a vontade da sobrinha.\nAos treze anos\, em 1316\, casou-se com o príncipe de Nericia\, Wulfon\, que por sua vez não contava mais de 18 anos. Era também cristão consciente e piedoso: concordou com a noiva em guardarem castidade perfeita no primeiro ano do matrimónio. Deus abençoou-lhes a pureza e deu-lhes oito filhos\, entre eles uma Santa\, Catarina\, que mais tarde acompanhará nas peregrinações a mãe e cuidará da sua glorificação com sentença papal.\nEm 1346\, fundou Santa Brígida um mosteiro em Vadstena\, que os reis da Suécia dotaram. Passados três anos\, saiu para Roma com a filha\, a futura Santa Catarina. Praticava uma pobreza estrita; chegava até a mendigar à porta das igrejas para receber desprezos. A uma princesa romana que a repreendia de não manter a sua condição\, respondeu: «Como Jesus se abaixou sem pedir o vosso consentimento\, porque não havia eu de prescindir dele quando me esforço por imitá-Lo?».\nUns dez anos antes de morrer\, fundou ela a ordem de São Salvador (brigidinas)\, que esteve algum tempo muito espalhada.\nCom os papas\, refugiados desde 1309 em Avinhão\, insistia ela para que voltassem a Roma. No princípio de 1372\, partiu para a Terra Santa. Nesta viagem perigosa acompanharam-na sua filha Catarina\, os seus filhos\, os cavaleiros Carlos e Birger\, assim como uma escolta bem armada. «Foram\, dizia ela\, os quinze mais belos meses da minha vida». Voltou a Roma mesmo à justa para lá morrer\, o que se deu a 23 de Julho de 1373. No ano seguinte\, sua filha Santa Catarina trasladou-lhe os restos para a Suécia e começou os primeiros trabalhos para a canonização\, que se veio a realizar em 1391\, sendo papa Bonifácio IX. \n\nEstas são breves passagens\, aqui transcritas com a devida vénia\, da biografia desta santa que se pode ler na obra «Santos de cada dia – II (Maio – Junho – Julho – Agosto)» (páginas 353-354)\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:S. Tiago Maior\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Sâo Tiago\, em Compostela\nJuan de Flandres | São Tiago Peregrino – Museu de Santiago e dos Peregrinos (Compostela)\nHá dois Apóstolos com o nome de Tiago: Tiago Menor\, filho de Alfeu e de uma Maria\, primo de Jesus. Escreveu uma Epístola que faz parte da Bíblia. Levou vida de grande penitência. No ano 62 morreu mártir em Jerusalém\, cidade de que era Bispo. A sua festa celebra-se a 3 de maio. \nTiago Maior. Ele e seu irmão\, João Evangelista\, eram filhos de Zebedeu e Salomé. O Evangelho conta assim a sua vocação: «Viu Tiago\, filho de Zebedeu\, e seu irmão João\, que estavam no barco a consertar as redes\, e chamou-os logo. Eles\, deixando no barco seu pai Zebedeu com os assalariados\, foram após Ele» (Mc 1\, 19-20). \nEstes dois irmãos formam\, com S. Pedro\, o grupo dos três Apóstolos prediletos de Cristo. \n[…] \n  \nAssim começa a breve «biografia» de S. Tiago Maior no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nas páginas 358-360 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n===============================
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SUMMARY:S. Joaquim e Santa Ana
DESCRIPTION:Giotto | Encontro de Joaquim e Ana na Porta de Ouro – Capella degli Scrovegni\, Pádua (1303-1305)\nDos pais da Santíssima Virgem nada nos transmitiram os escritos inspirados do Novo Testamento. O pouco que sobre eles conhecemos deve-se a vários livros apócrifos\, como o Proto-Evangelho de S. Tiago\, o Pseudo-Mateus e o Evangelho de Maria\, que apresentam sempre um núcleo de verdade e história\, embora em muitas coisas sejam lendários. \nO pai de Santa Ana chamava-se Mátan e era natural de Belém; o marido dela era galileu e chamava-se Joaquim. A Igreja recebeu e consagrou os nomes de Ana e Joaquim\, e é também muito universal e antiga a tradição sobre a esterilidade e senilidade de ambos os esposos\, quando Deus os abençoou com o nascimento da Virgem Maria. \nO culto de Santa Ana e de S. Joaquim é antiquíssimo\, sobretudo entre os Orientais… \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de S. Joaquim e Santa Ana no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na página 361 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou diretamente aqui.
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SUMMARY:XVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A forma de rezar de maneira agradável ao Senhor desde sempre preocupou o homem. Fazer-se ouvir junto de Deus e ser atendido é a grande aspiração do homem que reza. Na Liturgia de hoje vamos aprender como deve ser a nossa oração. Não deve ser uma espécie de devoção supersticiosa e comercial\, mas\, sem deixar de ser pedido\, é essencialmente acção de graças. E\, na justa medida em que é pedido\, é também compromisso: Comprometemo-nos a repartir o pão\, a perdoar as ofensas\, a respeitar a dignidade humana. \n[…]
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SUMMARY:Santos Marta\, Maria e Lázaro
DESCRIPTION:O Evangelho ensina-nos que ela punha todos os seus cuidados em receber bem Nosso Senhor\, quando estava de passagem em Betânia. E refere duas respostas que recebeu d’Ele\, as quais valem também para nós. \nQuando ela se queixava de que Maria\, «sentada aos pés do Senhor\, escutava a sua palavra»\, em vez de preparar a comida: «Senhor\, não se Te dá que a minha irmã me deixe só a servir? Diz-lhe que me venha ajudar. — Marta\, Marta\, respondeu Ele\, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte\, que lhe não será tirada» (Lc 10\, 40-41). Por outras palavras: Uma vez que a nossa sorte eterna se decide cá na terra\, e se decide uma vez só\, são mais prudentes aqueles para quem este assunto se antepõe a todos os outros\, regulando eles a própria vida em consequência com ele. \nA segunda resposta do Salvador traz com que suprimir em nós o medo da morte e satisfazer todas as aspirações do nosso coração. A Marta\, que o repreendia de chegar demasiado tarde: «Se Tu estivesses aqui\, meu irmão não teria morrido»\, Jesus\, que vai ressuscitar Lázaro\, responde: «Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim\, ainda que esteja morto\, viverá» (Jo 11\, 21-25). \nA devoção a Santa Marta quase não floresceu entre os Gregos. Nasceu na época das cruzadas\, na França\, quando nela principiou a divulgar-se que toda a família de Betânia tinha vindo terminar os seus dias na Provença: e Marta precisamente na cidade de Tarascon\, onde lhe foi atribuído estrangular a Tarasca\, dragão fêmea que devorava os animais domésticos e as crianças. Foi o que levou os Tarasconenses de então a procurar as relíquias dela. E\, julgando tê-las encontrado (1187)\, construíram uma igreja para as guardar (1197) e tomaram a benfeitora dos seus antepassados como padroeira. É considerada em particular como patrona das cozinheiras. \nEsta é a breve «biografia» da «patrona das cozinheiras» como é narrada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Encontra-se na página 369 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Inácio de Loiola\, Presbítero [Fundador] - (1491-1556)
DESCRIPTION:Rut María García Martínez | Visão de Santo Inácio (Universidade de Valência)\n«Tinha alma maior que o mundo»\, diz Gregório XV na Bula de canonização e\, na oração litúrgica do Santo\, diz a Igreja que o Santo teve como missão propagar a maior glória do seu nome. A característica do ideal apostólico de Santo Inácio está na promoção da maior glória\, que foi a substância verdadeira da sua atividade. A maior glória diante da simples glória; o ato intenso em oposição ao remisso\, o assinalar-se e distinguir-se no serviço do Rei Eterno\, que está bem longe do mero contentar da alma; o afeiçoar-se intensamente e fazer oblações de maior estima e momento\, procurando sempre todo o serviço e glória da sua Divina Majestade. \nA vida de Santo Inácio divide-se em três períodos que refletem a grandeza da alma\, a ascensão constante até ao cume. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santo Inácio de Loyola\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a descrição dos «três períodos» da sua vida nas páginas 372-274 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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