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SUMMARY:XXXI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:No Antigo Testamento o mandamento do amor de Deus já é completado pelo “segundo mandamento”: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Na realidade\, no Antigo Testamento nunca se acreditou poder amar a Deus sem se interessar pelo homem. O amor para com Deus prolonga-se necessariamente no amor do próximo. Do princípio ao fim do Novo Testamento\, o amor do próximo aparece inseparável do amor de Deus: os dois mandamentos\, na verdade são um só\, que é o ápice e a cúpula de toda a lei. \nDe facto\, “quem não ama o seu irmão que vê não pode amar a Deus que não vê… quem ama a Deus ame também o seu irmão”. Não se poderia afirmar com mais clareza que\, em substância\, há um único amor. O amor do próximo é\, pois\, essencialmente religioso\, não simples filantropia. É religioso pelo seu modelo: o cristão ama o próximo para imitar a Deus\, que ama a todos sem distinção; mas o é sobretudo pela sua fonte\, porque é obra de Deus em nós. De facto\, como poderíamos ser misericordiosos como o Pai dos Céus\, se o Senhor não nos ensinasse e se o Espírito Santo não o derramasse em nossos corações? […]
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SUMMARY:São Nuno de Santa Maria – Nuno Álvares Pereira (1360-1431)
DESCRIPTION:No site dos Carmelitas Descalços – http://www.carmelitas.pt/site/santos/santos_ver.php? – a breve biografia de Nuno de Santa Maria termina com estas palavras: «Foi beatificado pelo Papa Bento XV a 23 de Janeiro de 1918. Padroeiro secundário do Patriarcado de Lisboa\, a sua Memória (Festa na Ordem Carmelita\, na Ordem dos Carmelitas Descalços e na Sociedade Missionária da Boa Nova) é liturgicamente assinalada a 6 de novembro. A 3 de Julho de 2008\, Bento XVI autorizou a promulgação de dois decretos que reconhecem um milagre do Beato\, abrindo as portas à sua canonização. No dia 26 de abril de 2009 foi canonizado por Sua Santidade o Papa Bento XVI\, em Roma»\, e remetendo o leitor para as obras de João César das Neves\, in “Os Santos de Portugal”\, Lucerna e José Hermano Saraiva\, in “História Concisa de Portugal”\, Europa-América.\nPor sua vez\, a obra da qual temos vindo a retirar informações sobre os santos e/ou beatos aqui comemorados\, começa por observar que «a biografia do mais representativo herói da nossa galeria medieval é sobejamente conhecida»\, limitando-se por isso as publicar «apenas um breve resumo» – que preenche\, no entanto\, três páginas:\nNasce em 24 de junho de 1360\, no Castelo de Bonjardim – filho do Prior do Hospital\, D. Álvaro Gonçalves Pereira\, e de Iria Gonçalves do Carvalhal\, criada da corte. O Rei Dom Pedro I legitima-o no ano seguinte\, a 24 de julho\, e entra no séquito do Rei Dom Fernando em 1373 – aos treze anos\, portanto – levado por seu pai. \n*** *** *** \nConsulte o referido site ou leia a biografia no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 251-253).
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SUMMARY:XXXII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A palavra de Deus deste domingo apresenta-nos duas mulheres crentes e generosas\, que\, além disso\, tinham em comum o facto de pertencerem a classe de pessoas insignificantes. São pobres e viúvas. Arriscam tudo. Também nós\, para experimentar a generosidade de Deus\, temos de arriscar a nossa segurança mesquinha. Deus não mede o que fazemos ao próximo com algarismos. Mede com amor\, avalia de acordo com os valores interiores da pessoa\, vai até ao coração. Não basta dar\, é preciso dar-se. […]
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SUMMARY:Santo André\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Santo André | Basílica de São João de Latrão (Ecclesiarum omnium Mater et Caput» (Sé episcopal de Roma)\nOs Gregos chamam a este ousado apóstolo Protókletos\, que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse: «Eis o Cordeiro de Deus\, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele\, com a agitação duma juventude que se abre para a vida.\nNão se atreveram a falar-Lhe\, até que Jesus Se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» – «Mestre\, onde habitas?» – «Vinde e vereis». […]\nAs Atas do seu martírio são relativamente tardias\, do século IV\, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja universal\, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a forma esteja muito enfeitada\, o fundo geral é histórico. Têm especial interesse os afectos que sugere a Santo André a vista da cruz\, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X\, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. […] \n*** *** *** \nPode ler a parte restante da breve biografia de Santo André no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 339-340).\n\n\n 
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