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SUMMARY:São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto
DESCRIPTION:Este ano\, nesta data\, a Igreja celebra a liturgia do Sábado depois das Cinzas\, mas pode celebrar-se a memória de Ss. Francisco e Jacinta Marto e\, na Diocese de Leiria-Fátima\, é dia Festa. \nDas curtas vidas de Francisco e de Jacinta Marto\, «as duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas»\, como João Paulo II lhes chamou\, há poucos registos biográficos. A mais importante fonte para o conhecimento sobre eles é constituída pelas Memórias de sua prima.\nNascidos ambos em Aljustrel\, com menos de dois anos de intervalo\, morrem pouco tempo depois das Aparições\, tal como Nossa Senhora lhes tinha anunciado: «a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu [Lúcia] ficas cá mais algum tempo» (13 de junho de 1917).\nVidas breves\, mas suficientes para que a Igreja Católica reconhecesse\, pela primeira vez na sua história de 2000 anos\, a “heroicidade das virtudes e a maturidade de fé de crianças não-mártires”\, por decreto de João Paulo II\, de 13 de maio de 1989\, que abriu o precedente para o reconhecimento da sua santidade.\nCanonização em Fátima\, às 10h26 de 13 de maio de 2017\nFrancisco e Jacinta Marto foram canonizados no Santuário de Fátima\, a 13 de maio\, durante a Missa da primeira Peregrinação Internacional aniversária do Centenário das Aparições\, presidida pelo Papa Francisco.\nTornaram-se assim nos mais jovens santos não-mártires da história da Igreja Católica. […] \nLer + 
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SUMMARY:Conversão de S. Paulo (+ ano 34)
DESCRIPTION:Basílica de San Paolo fuori le Mura | Roma\nConclusão do Oitavário pela unidade da Igreja. \nForam tão grandes os benefícios que a Igreja recebeu da poderosa mão de Deus pelo ministério de S. Paulo que\, em sinal de agradecimento\, quis celebrar particularmente a memória da conversão do glorioso Apóstolo.\nEstabeleceu\, pois\, a Igreja uma festa para dar graças a Deus pela conversão deste Apóstolo\, pela sua divina vocação e pela sua missão especial de pregar o Evangelho aos Gentios. Estes três favores\, que Jesus Cristo fez a S. Paulo no momento da sua conversão\, constituem o objeto principal desta festividade. \n[…] \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPode ler AQUI MESMO a parte restante desta breve biografia\, extraída da obra de José Leite\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O.\, Braga 2003\, pp. 90-92.
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SUMMARY:S. João da Cruz\, Presbítero e Doutor da Igreja (1542-1591)
DESCRIPTION:Perto de Ávila\, na Espanha\, encontra-se Fontiveros. Lá nasceu João de Yepes\, no ano de 1542. Os pais\, Gonçalo e Catarina\, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco\, Luís e João. Mas Luís morreu de poucos anos. Catarina pediu ajuda aos parentes do seu defunto marido\, por terras toledanas. Mudou para Arévalo e depois para Medina del Campo. \n……………… \nPode ler aqui a parte restante da longa biografia deste Santo que se encontra publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 398-402). \n \nRecordemos brevemente as suas obras literárias. Valeram-lhe\, em 1926\, o título de doutor da Igreja. (Tinha sido canonizado em 1726). \nAs obras maiores são vários poemas\, maravilhosos poemas\, que o levantaram ao cume do lirismo em geral: poesia pura\, simbólica e ardente\, cujo mistério se mantém inexplicável\, apesar da sua simplicidade humana e dos antecedentes literários\, bíblicos e extrabíblicos\, que pretendamos encontrar-lhes. \nAs obras que em prosa interpretam aqueles poemas são bem conhecidas: Subida do Monte Carmelo\, Noite escura da alma (estas duas formam parte dum todo\, que ficou afinal por terminar)\, Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas\, o itine­rário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens debaixo de todos os aspetos. «Nada\, nada\, nada… Nem isto nem aquilo…» […] \nJoão da Cruz é o doutor místico por antonomásia\, da Igreja\, o representante prin­cipal da sua mística no mundo\, a figura mais egrégia da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi tomado como patrono da rádio\, pois\, quando pregava\, a sua voz chegava até muito longe. \nEsteve em Portugal\, em 1585\, para presidir a um capítulo da sua Ordem. Bem alto se mostrou quando\, em Lisboa\, mesmo rogado e instado\, se negou decididamente a visitar certa freira pseudo-estigmatizada\, que alguns\, com Fr. Luís de Granada\, tinham por verdadeira santa. Pelos seus ditos breves e sentenciosos\, também Santa Teresa lhe chamava o seu Senequita; e como a mesma Santa começou – com ele\, dotado de pequena estatura\, e com mais outro frade de maior talha – a reforma dos frades carmelitas\, ela dizia que já tinha para ela «un fraile y medio». Mas como os reformadores não se medem aos palmos\, os desígnios de Deus realizaram-se. \n  \n 
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SUMMARY:Santa Luzia\, Virgem e Mártir
DESCRIPTION:Estátua de S. Luzia\, na capela que lhe é dedicada em plena Serra d’Arga\, no Minho\, tirada em 25/5/2007.\nFoi martirizada em Siracusa\, na Sicília\, sua cidade natal\, nos fins do século III ou princípios do IV\, embora o ano exacto não conste com certeza. O seu culto e a devoção para com ela são muito antigos e universais. Em Roma há pelo menos vinte igrejas com o seu nome. Uma inscrição de fins do século IV\, encontrada por Orsi\, na catacumba de Siracusa\, fala-nos duma Euskia\, irrepreensível\, boa a pura\, que viveu quase cinco lustros e morreu «na festa da minha Senhora Luzia\, para quem não há elogios que bastem». \nPara a generalidade dos críticos modernos\, as Actas do martírio de Santa Luzia apresentam-se como suspeitas e pouco seguras. Um fundo indiscutível e inteiramente certo é este: Luzia tinha consagrado a sua virgindade a Cristo e renunciado ao seu rico património em favor dos pobres. Citada como cristã diante do Prefeito de Siracusa\, viu­-se ameaçada na sua honra e por fim condenada a morrer à espada. Está provado que era já honrada em Siracusa no princípio do século V. S. Tomás de Aquino fala dela duas vezes na sua Suma Teológica. Vejamos agora o que nos dizem as Actas. \nO pai de Santa Luzia morreu cedo e a mãe\, Eutícia\, tratou de a casar com um cavalheiro rico\, mas pagão. Ela\, desejando conservar a virgindade\, foi atrasando o casa­mento quanto pôde\, com a ideia de encontrar ocasião propícia para dissuadir a mãe. Ofereceu-lhe ensejo uma prolongada e molesta doença da mãe. Como a hemorroi­dária do Evangelho\, Eutícia gastou muito com médicos e remédios\, sem resultado. \nEm toda a Sicília eram célebres os milagres que realizava o Senhor por interces­são de Santa Águeda de Catânia. Luzia recomendou à mãe que se encomendasse com fé à Santa e que fizessem juntas uma peregrinação ao sepulcro dela. Dirigem-se a Catânia\, mãe e filha; a esperança que tinham não ficou desiludida. A mãe voltou para Siracusa inteiramente curada. \nEra o momento oportuno para revelar o propósito que tinha a nossa Santa de imi­tar Águeda e de conservar\, como ela\, o seu coração para Cristo. Pediu-lhe também que lhe desse o dote para o repartir entre os pobres. Resistiu a mãe algum tanto\, dizendo que esperasse que ela fechasse os olhos para as coisas da terra. \nLuzia soube insistir e convencê-la; por fim\, ela cedeu. A generosa distribuição dos bens chegou bem depressa aos ouvidos do noivo\, que se pôs a averiguar o motivo de tanta liberalidade: a fé cristã da sua noiva. Teve tal aborrecimento que se foi logo apre­sentar diante de Pascásio\, prefeito da cidade\, e acusou Luzia de ser cristã e inimiga do culto oficial. \nLevada diante do juiz\, confessou destemidamente e negou-se a sacrificar aos deu­ses falsos do Império. Disse ter outro sacrificio\, que agradava ao único Deus verdadeiro. Era o da esmola para valer às necessidades das viúvas\, dos órfãos e dos pobres em geral. Havia três anos que estava a oferecê-lo e já unicamente lhe faltava o completo holocausto da sua vida. Quis o prefeito levar à desonra a virgem cristã\, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito\, várias juntas de bois não foram capazes de a levar. As chamas do fogo também se mostravam impotentes\, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois. \n  \nEsta breve biografia de S. Luzia foi extraída do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 396-397). \n  \n 
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SUMMARY:S. Geraldo\, Bispo (+ 1108)
DESCRIPTION:Estátua de São Geraldo na Sé Catedral de Braga\nDepois da influência tão benéfica do monaquismo\, como referimos acima\, a pro­pósito de S. Frutuoso\, maior expansão ganhou ainda aquela força espiritual e social\, educadora e diretora da Europa\, durante séculos\, com o aparecimento da reforma de Cluny\, inspiração da grande alma de S. Bernardo. Ainda em sua vida eram já cinco\, só na Galiza\, os mosteiros desta nova regra\, cujos monges tanto se notabilizaram\, em virtude e saber\, em grande número e por toda a parte. Um deles foi S. Geraldo\, mais outro antístite bracarense vindo do estrangeiro\, nascido de família nobre e altamente religiosa\, na diocese de Cahors\, na França. […] \nDepois da invasão árabe\, Braga foi restaurada como diocese com o bispo D. Pedro\, em 1070\, e como metrópole (arcebispado) com S. Geraldo\, em 1101. O conde portucalense D. Henrique\, parente de Santo Hugo\, abade de Cluny\, interessou-se por que ficasse a ocupar a Sé de Braga o monge cluniacense Geraldo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).\nLiturgia das Horas de Santos do mês de dezembro
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SUMMARY:S. Frutuoso\, Bispo (+ 665)
DESCRIPTION:Quase uns 90 anos depois de S. Martinho de Dume falecer\, é S. Frutuoso que vem presidir na Sé de Braga\, depois de\, também como ele\, ter estacionado na de Dume. E\, como aquele\, também Frutuoso procede de além-fronteiras\, este último da diocese de Astorga. Tomou posse de Braga em 656. \nA vida monástica gozava então de honra e estima\, como o refúgio ou terra privilegiada da virtude e cultivo da ciência\, primariamente da ciência e cultura sagradas. Por isso\, S. Frutuoso surge como o assíduo e incansável cultor do monaquismo e fundador de uns dez mosteiros. Primeiro\, vários na Hispânia que cedo se tornaram célebres\, em várias e distantes províncias\, percorridas nesta audaciosa propaganda de fundações monásticas. […] \nNo mosteiro\, imensa colmeia humana\, o trabalho dos diferentes campos e oficinas supria às necessidades gerais; mas cada qual devia industriar-se e servir-se\, para dar aos outros o mínimo de trabalho possível. Para isso\, competia ao abade fornecer a todos sovelas\, agulhas e linhas de diferentes castas\, para coser\, consertar e remendar os vestidos. Foi o Santo o fundador\, entre nós\, dos mosteiros-refúgios. \nFaleceu a 16 de abril de 665\, no mosteiro de S. Salvador de Montélios\, por ele fundado. Levadas as suas relíquias para Compostela em 1102\, num gesto ambicioso de coisas sagradas\, foram restituídas novamente a Braga\, por ocasião das celebrações centenárias de S. Frutuoso\, em 1965-66. \n\nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:S. Martinho de Dume\, Bispo (+ 579)
DESCRIPTION:Oriundo da Panónia\, atual Hungria\, dirigiu-se ainda jovem ao Oriente\, onde professou vida regular: estudou o grego e outras ciências eclesiásticas em que muito cedo se distinguiu\, até ser classificado\, pelo eminente Doutor Santo Isidoro\, como ilustre na fé e na ciência. Também Gregório de Tours o considerou entre os homens insuperáveis do seu tempo. \nRegressando do Oriente\, dirigiu-se depois a Roma e França\, onde travou conhecimento com as personagens por então mais insignes em saber e santidade. Sobretudo\, quis visitar o túmulo do seu homónimo e compatriota\, S. Martinho de Tours\, que desde então ficará considerando como seu patrono e modelo. Foi também por essa altura que Martinho se encontrou com o rei dos Suevos\, Charrarico\, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica\, em 550\, onde\, com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa\, se espalhara o arianismo. \nPara acorrer a tantos males\, não tardou Martinho em planear e pôr em marcha o seu vigoroso apostolado. Num mosteiro\, edificado pelo mesmo rei\, em Dume\, mesmo ao lado de Braga\, assenta o grande apóstolo dos suevos os seus arraiais\, como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A igreja do mosteiro é dedicada a S. Martinho de Tours\, e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo bispo de Braga já em 556\, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade. Com a subida ao trono do rei Teodomiro (559)\, consumava-se o regresso dos Suevos ao catolicismo\, deixando o arianismo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:Santo André\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Santo André | Basílica de São João de Latrão (Ecclesiarum omnium Mater et Caput» (Sé episcopal de Roma)\nOs Gregos chamam a este ousado apóstolo Protókletos\, que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse: «Eis o Cordeiro de Deus\, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele\, com a agitação duma juventude que se abre para a vida.\nNão se atreveram a falar-Lhe\, até que Jesus Se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» – «Mestre\, onde habitas?» – «Vinde e vereis». […]\nAs Atas do seu martírio são relativamente tardias\, do século IV\, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja universal\, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a forma esteja muito enfeitada\, o fundo geral é histórico. Têm especial interesse os afectos que sugere a Santo André a vista da cruz\, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X\, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. […] \n*** *** *** \nPode ler a parte restante da breve biografia de Santo André no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 339-340).\n\n\n 
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SUMMARY:XXXII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A palavra de Deus deste domingo apresenta-nos duas mulheres crentes e generosas\, que\, além disso\, tinham em comum o facto de pertencerem a classe de pessoas insignificantes. São pobres e viúvas. Arriscam tudo. Também nós\, para experimentar a generosidade de Deus\, temos de arriscar a nossa segurança mesquinha. Deus não mede o que fazemos ao próximo com algarismos. Mede com amor\, avalia de acordo com os valores interiores da pessoa\, vai até ao coração. Não basta dar\, é preciso dar-se. […]
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SUMMARY:São Nuno de Santa Maria – Nuno Álvares Pereira (1360-1431)
DESCRIPTION:No site dos Carmelitas Descalços – http://www.carmelitas.pt/site/santos/santos_ver.php? – a breve biografia de Nuno de Santa Maria termina com estas palavras: «Foi beatificado pelo Papa Bento XV a 23 de Janeiro de 1918. Padroeiro secundário do Patriarcado de Lisboa\, a sua Memória (Festa na Ordem Carmelita\, na Ordem dos Carmelitas Descalços e na Sociedade Missionária da Boa Nova) é liturgicamente assinalada a 6 de novembro. A 3 de Julho de 2008\, Bento XVI autorizou a promulgação de dois decretos que reconhecem um milagre do Beato\, abrindo as portas à sua canonização. No dia 26 de abril de 2009 foi canonizado por Sua Santidade o Papa Bento XVI\, em Roma»\, e remetendo o leitor para as obras de João César das Neves\, in “Os Santos de Portugal”\, Lucerna e José Hermano Saraiva\, in “História Concisa de Portugal”\, Europa-América.\nPor sua vez\, a obra da qual temos vindo a retirar informações sobre os santos e/ou beatos aqui comemorados\, começa por observar que «a biografia do mais representativo herói da nossa galeria medieval é sobejamente conhecida»\, limitando-se por isso as publicar «apenas um breve resumo» – que preenche\, no entanto\, três páginas:\nNasce em 24 de junho de 1360\, no Castelo de Bonjardim – filho do Prior do Hospital\, D. Álvaro Gonçalves Pereira\, e de Iria Gonçalves do Carvalhal\, criada da corte. O Rei Dom Pedro I legitima-o no ano seguinte\, a 24 de julho\, e entra no séquito do Rei Dom Fernando em 1373 – aos treze anos\, portanto – levado por seu pai. \n*** *** *** \nConsulte o referido site ou leia a biografia no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 251-253).
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SUMMARY:XXXI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:No Antigo Testamento o mandamento do amor de Deus já é completado pelo “segundo mandamento”: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Na realidade\, no Antigo Testamento nunca se acreditou poder amar a Deus sem se interessar pelo homem. O amor para com Deus prolonga-se necessariamente no amor do próximo. Do princípio ao fim do Novo Testamento\, o amor do próximo aparece inseparável do amor de Deus: os dois mandamentos\, na verdade são um só\, que é o ápice e a cúpula de toda a lei. \nDe facto\, “quem não ama o seu irmão que vê não pode amar a Deus que não vê… quem ama a Deus ame também o seu irmão”. Não se poderia afirmar com mais clareza que\, em substância\, há um único amor. O amor do próximo é\, pois\, essencialmente religioso\, não simples filantropia. É religioso pelo seu modelo: o cristão ama o próximo para imitar a Deus\, que ama a todos sem distinção; mas o é sobretudo pela sua fonte\, porque é obra de Deus em nós. De facto\, como poderíamos ser misericordiosos como o Pai dos Céus\, se o Senhor não nos ensinasse e se o Espírito Santo não o derramasse em nossos corações? […]
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SUMMARY:Santo Inácio de Antioquia\, Mártir\, no ano 107
DESCRIPTION:Se se pudesse falar de campeões no martírio\, como símbolo do testemunho máxi­mo do cristão\, eu proporia\, para ocupar esse lugar\, Santo Inácio de Antioquia. A sua amável figura\, amassada com doçura\, mística e valentia\, desconhecendo o medo à dor e à morte\, resplandece\, desde os tempos apostólicos\, como farol e convite para todos os que têm de sofrer para se mostrarem fiéis a Jesus Cristo. O seu retrato está envolto em luz celestial\, não pelo extraordinário dos milagres ou de qualquer forma de prodígios\, mas nela sobrenatural simplicidade do seu proceder\, movendo-se unicamente no mundo da fé\, a partir do qual adquire lógica indomável aquilo que\, aos nossos olhos humanos\, parece encerrar aterradoras perspetivas de dor. \nInácio é cognominado de Theophóros\, portador de Deus. \n……………………………………………………………….\nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia deste mártir publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003. Esse «retrato» do autor de Cartas\, «verda­deiras relíquias imortais»\, consideradas como uma «segunda formulação doutrinal cristã»\, inclui um diálogo com o futuro imperador romano Trajano\, vencedor dos dácios (no ano 106)\, em que é referido o significado da denominação dada ao Santo (Teóforos). Sugerimos a sua leitura integral (páginas 180-184)\,
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SUMMARY:Santos Anjos da Guarda
DESCRIPTION:Os Anjos são puros espíritos mensageiros da bondade de Deus. Segundo a piedade e a tradição cristãs\, bem fundadas no dogma\, as nações\, as dioceses\, as povoações\, estão confiadas à guarda de um anjo. \nO Papa João XXIII conta que\, ao mandá-lo como Delegado Apostólico para a Turquia e Grécia\, Pio XI confiou-lhe este «belíssimo segredo» para acertar no desempe­nho da sua delicada missão: «Quando devo manter uma conversa difícil com qualquer pessoa\, então peço ao meu Anjo da Guarda que fale ao Anjo da Guarda daquela pessoa com que devo tratar». \na Igreja confessa a sua fé pelos Anjos da Guarda\, venerando-os na Liturgia com uma festa própria\, e recomendando o recurso à sua prote­ção\, com uma oração frequente\, como na invocação do Santo Anjo do Senhor… \n…………………………………………………………………………….. \nLeia uma apresentação mais «substanciosa» desta Festa no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 114-116).\n………………………………………………………………\nAs chamadas Orações do Anjo são atribuídas ao Anjo de Portugal (ou Anjo da Paz) que as terá ensinado aos três pastorinhos de Fátima\, em 1916\, nos lugares de Aljustrel e Valinhos:\n1 – Meu Deus\, eu creio\, adoro\, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem\, não adoram\, não esperam e não Vos amam.\n2 – Santíssima Trindade\, Pai\, Filho\, Espírito Santo\, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo\, Sangue\, Alma e Divindade de Jesus Cristo\, presente em todos os sacrários da terra\, em reparação dos ultrajes\, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria\, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.\n===================
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SUMMARY:S. Mateus\, Apóstolo e Evangelista
DESCRIPTION:Michelangelo Merisi da Caravaggio (1573-1610) «descreveu» com o pincel esse momento\, fixando-o numa das suas obras mais belas\, um dos três quadros sobre a vida do apóstolo que se pode admirar na igreja de São Luís dos Franceses\, em Roma\nMateus é um dos apóstolos\, homem decidido e generoso desde o primeiro mo­mento da sua vocação. É também evangelista\, o primeiro que por inspiração divina pôs por escrito a mensagem messiânica de Jesus. Foi ainda fervoroso pregador da boa nova\, que veio a selar com o seu sangue\, como testemunha da verdade e divindade de Cristo. […] \nUm dia em que Jesus saía da cidade de Cafarnaum em direção ao lago\, fixou-se em Mateus\, sentado no seu mocho diante da mesa da contribuição. Foi um fixar-se pró­prio de Jesus; olhou para ele com atenção e sobretudo com amor. O olhar equivalia já a um convite carinhoso. Seguiu-se logo a palavra\, que fala ao ouvido e ao coração: «Mateus\, segue-me». \n[…] \nAssim inicia a breve biografia do primeiro evangelista\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro» da qual\, com a devida vénia\, transcrevemos aqui dois parágrafos. Pode lê-la integralmente nessa publicação  do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 75-76).
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SUMMARY:XXIV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo traz-nos uma mensagem de esperança. Deus\, que sofre connosco num acto supremo de amor\, ama o mundo. Não permite o mal tranquilamente\, como que cruelmente. O mal não vem d’Ele; pelo contrário\, Ele o combate. Deus apresenta-Se a nós como Salvador\, numa das penas de morte mais cruéis que a humanidade conhece: uma estaca vertical\, uma trave horizontal e aí\, suspenso\, um homem que é Deus. Aquela cruz prolonga-se em todas as gerações como um homem de braços estendidos\, indica o insondável mistério de Deus\, o centro do mistério. Na cruz Deus abriu o seu coração\, revelou o seu mais profundo segredo: um Deus solidário com todos os homens. \n[…]
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SUMMARY:S. Bartolomeu\, Apóstolo
DESCRIPTION:Giambattista Tiepolo\, São Bartolomeu\, 1722 – Igreja de San Stae (Veneza)\nJoão chama a este apóstolo Natanael ou dom de Deus; os três Evangelhos Sinópticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Tolmai\, filho de Tolmai. É o mesmo caso de S. Pedro\, que se chamava Simão\, filho de João. O Discípulo amado refere-nos o nome próprio\, e os outros Evangelhos o apelido. Natanael é a mesma pessoa que Bartolomeu. Não há dúvida que os dados evangélicos insinuam a identidade. A primeira entrevista de Natanael com Jesus é quase a única coisa certa que sabemos do Santo. […] \n——————————–\nPode ler a narração desse encontro e a restante biografia publicada deste Apóstolo no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 445-456).
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SUMMARY:Assunção da Virgem Santa Maria
DESCRIPTION:Nossa Senhora da Assunção – “Assunta” – Tiziano (Veneza\, Igreja-musei dei Frari)\nAo terminar a sua missão na terra\, Maria\, a Imaculada Mãe de Deus\, “foi elevada em corpo e alma à glória do Céu” (Pio XII)\, sendo assim a primeira criatura humana a alcançar a plenitude da salvação. Esta glorificação de Maria é consequência natural da sua Maternidade divina. É também fruto da íntima e profunda união existente entre Maria e a sua missão e Cristo e a sua obra salvadora. O triunfo de Maria\, mãe e filha da Igreja\, será o triunfo da Igreja\, quando\, juntamente com a humanidade\, atingir a glória plena\, de que Maria goza já. A Assunção de Maria ao Céu\, em corpo e alma\, é a garantia de que também o nosso corpo ressuscitará e assim triunfará da morte. \n\n[…] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n*** \nPublicamos na página de proposta de cânticos para a celebração eucarística\, com a devida vénia\, uma apresentação histórica mais desenvolvida desta Solenidade publicada na obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração. Ler \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n \n 
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SUMMARY:S. Lourenço\, Mártir (+ 258)
DESCRIPTION:Filippo Lippi\, Museus do Vaticano – Capela de Sixto V (Capela Nicolina): Cenas da vida da São Lourenço (distribuição de esmolas)\nFilippo Lippi\, Museus do Vaticano – Capela de Sixto V (Capela Nicolina): Cenas da vida da São Lourenço\nO papel dos diáconos na primitiva Igreja era de suma importância\, comparável em muito àquele que hoje desempenham os Cardeais da Cúria. Havia sete que ajudavam em tudo o Romano Pontífice\, especialmente na celebração dos divinos mistérios. \nO Arcediago ou primeiro dos diáconos era a personagem mais importante\, logo abaixo do Papa; administrava todos os bens da Igreja. Tudo o que é temporal dependia dele: dirigia a construção dos cemitérios\, recebia as esmolas e conservava os arquivos. Dele dependiam em grande parte todo o clero romano\, os confessores da fé\, as viúvas\, os órfãos e os pobres. […] \n\n\nEste é o início da página dedicada à festa hodierna. Pode ler a parte restante da bela biografia deste mártir dos primórdios da Igreja publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 407-408).
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SUMMARY:IX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:I Leitura – «Recorda-te que também foste escravo no Egipto» – O povo de Deus do Antigo Testamento recebeu o mandamento guardar o Sábado\, que é\, ao mesmo tempo\, o memorial do repouso de Deus depois de concluída a obra da criação e dia de ação de graças por essa criação. E ainda mais agora ele há de ser fiel ao mandamento do Senhor e permitir que os outros o possam ser também\, porque\, se agora o povo de Deus é um povo livre\, é porque também Deus o libertou. Mas o Sábado do Antigo Testa­mento anuncia o Dia do Senhor da Nova Aliança\, o Domingo\, o dia do repouso em Deus\, repouso que Jesus nos alcançou pelo seu Mistério Pascal. \nII Leitura – «Manifesta-se no nosso corpo a vida de Jesus» – A vida do Apóstolo de Cristo reproduz a vida do Senhor\, é outra manifestação do seu Mistério Pascal: frágil como um vaso de barro\, transporta em si o tesouro do mistério de que é ministro e apóstolo; participando na Paixão do Senhor\, pelos sofrimentos e trabalhos do seu ministério\, é instrumento ao serviço da manifestação e da comunicação da vida de Jesus; comungando assim na Morte do seu Senhor\, é portador aos outros da própria luz de Deus. \nEvangelho – «O Filho do homem é também Senhor do sábado» –  O Sábado foi dado ao homem como dia de repouso para que ele pudesse contemplar e agradecer a Deus a obra da criação e assim se manter sempre fiel à aliança com o Senhor\, seu Criador. Era um mandamento dado ao homem para o libertar\, não para o escravizar. O escândalo dos fariseus vinha-lhes de eles não saberem ir além da letra e não chegarem ao espírito; e assim não conseguiram reconhecer na Lei o Senhor da Lei. Como haviam depois de entender o novo Dia do Senhor\, o Domingo\, memorial da sua Páscoa?
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SUMMARY:S. Tomás Becket\, Arcebispo (1117-1170)
DESCRIPTION:Em 1155\, Henrique II\, rei de Inglaterra e de parte da França\, nomeou seu chanceler Tomás Becket. Oriundo da Normandia\, senhor de grande riqueza\, era considerado um dos homens de maior capacidade do seu tempo. Compararam-no a Richelieu\, com o qual na realidade se parecia\, pelas qualidades de homem de Estado e amor das grandezas. Ficou célebre a visita que fez\, em 1158\, a Luís VII\, rei de França. \nTendo atravessado a Mancha em seis fragatas\, com dois mil homens\, Tomás Becket tomou o caminho de Paris\, passando por várias cidades\, precedido de duzentos e cinquenta músicos\, rodeado de numerosos galgos e seguido de oito coches\, puxados a seis cavalos cada um. Seguiam-se vários carros\, com o seu quarto de cama\, cozinha\, capela e baixela; depois\, em soberbos alazões\, centenas de escudeiros\, cercando a fina flor da nobreza\, recamada de oiro e prata. \nQuando vagou a sé de Cantuária\, Henrique II nomeou para ela o chanceler. Tomás foi ordenado sacerdote a 1 de Junho de 1162 e sagrado bispo dois dias depois. Desde então\, passou a ser a pessoa mais importante a seguir ao rei e mudou inteiramente de vida\, convertendo-se num dos prelados mais austeros. \nConvencido de o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra serem incompatíveis\, pediu a demissão de chanceler\, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando\, em 1164\, por ocasião dos «concílios» de Clarendon e Northampton\, o arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir\, disfarçado em irmão leigo\, e foi procurar asilo cm Compiègne\, junto de Luís VII. \nA parte final da breve biografia deste Santo encontra-se na página 450 do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n………….. \nLiturgia das Horas de Santos do mês de dezembro
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SUMMARY:S. João de Kenty\, Sacerdote (1390-1473)
DESCRIPTION:Nasceu em Kety\, ou Kenty\, na diocese de Cracóvia\, em 1390; ordenou-se sacerdote e foi muitos anos professor da Universidade de Cracóvia; depois\, foi pároco de Ilkus. À fé que ensinava uniu grandes virtudes\, sobretudo a piedade e a caridade para com o próximo\, tomando-se um modelo insigne para os seus colegas e discípulos. \nSegundo cartas do Papa Clemente XIII (de 12 de fevereiro de 1767)\, ninguém duvida que o Beato João de Kety deve ser contado entre aqueles excelentes varões que foram exímios pela santidade e doutrina\, que praticavam o que ensinavam e defenderam a verdadeira fé impugnada pelos hereges. Enquanto nas regiões vizinhas pululavam as heresias e os cismas\, o bem-aventurado João ensinava na Universidade de Cracóvia a doutrina haurida da mais pura fonte\, e explicava ao povo com muito empenho\, em seus sermões\, o caminho da santidade\, confirmando a pregação com o exemplo da sua humildade\, castidade\, misericórdia\, penitência e todas as outras virtudes próprias de um santo sacerdote e de um zeloso ministro do Senhor. \n  \nPode ler a parte restante da breve biografia deste Santo na pág. 428 do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\nNo Brasil\, este santo é também conhecido pelo nome\, aportuguesado\, Câncio\, ou de Kenty.\nLiturgia das Horas de Santos do mês de dezembro
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SUMMARY:S. Pedro Canísio\, Presbítero e Doutor da Igreja (1521-1597)
DESCRIPTION:Pedro Canísio nasceu em Nimega (na atual Holanda\, mas então parte da Alema­nha). Canísio é a latinização de Kanijs. \nCursou estudos em Colónia e Lovaina. Foi o primeiro jesuíta alemão\, tendo entra­do na Companhia de Jesus em 1543. Recebeu a ordenação sacerdotal três anos mais tarde. Nesse mesmo ano publicou as obras de S. Cirilo de Alexandria\, sendo esse o primeiro livro mandado imprimir por um jesuíta. Foi teólogo do Concílio de Trento e um grande pregador e professor. Exerceu a sua docência sobretudo em Inglostad\, Viena\, Augsburgo\, Innsbruk e Munique. Organizou a sua Ordem na Alemanha\, fazendo dela o instrumento valioso para a reforma católica contra o protestantismo. \nFoi conselheiro de Príncipes\, Núncios e Papas. Das 36 obras que compôs\, as mais célebres são os seus três Catecismos (1555-1556 e 1558)\, largamente difundidos por toda a cristandade até ao século XIX. O denominado «Catecismo Mayor»\, em 221 perguntas e respostas\, alcançou pelo menos 130 edições. O Papa Leão XIII chamou-lhe mesmo o «segundo Apóstolo da Alemanha\, depois de S. Bonifácio». \nEis como ele descreve a origem desta sua vocação. Depois de receber a bênção do Papa\, viveu esta profunda experiência espiritual: «Foi do vosso agrado\, ó Pontífice eterno\, que eu encomendasse aos vossos Após­tolos\, que se veneram no Vaticano e que operam com o vosso poder tantas maravilhas\, o efeito e a confirmação da bênção apostólica. Senti uma grande consolação da vossa graça que me vinha por meio de tais intercessores. Também eles abençoavam e confinavam a minha missão na Alemanha e pareciam prometer-me o seu favor como a apóstolo da Alemanha. \nSabeis\, Senhor\, como e quantas vezes\, naquele mesmo dia\, me confiastes a Alema­nha\, que devia ser daí em diante a minha preocupação constante e pela qual eu desejava viver e morrer. \nFinalmente\, meu Salvador\, como se me abrisses o Coração do vosso Corpo santíssimo\, que me parecia ver presente\, mandastes-me beber dessa fonte\, convidando-me a tirar dela água da salvação. \nO que eu mais desejava é que daí se derramassem sobre mim torrentes de fé\, esperança e caridade. Tinha sede de pobreza\, castidade e obediência\, e pedia-Vos que fosse por Vós totalmente purificado\, vestido e adornado. \nPor isso\, depois de ter ousado aproximar-me do vosso dulcíssimo Coração\, acal­mando nele a minha sede\, Vós me prometíeis um vestido de três peças para cobrir a nudez da minha alma e realizar com êxito a minha missão: a paz\, o amor e a perseveran­ça. Revestido deste ornamento salutar\, fiquei certo de que nada me faltaria\, e tudo se realizaria para vossa glória». \nFaleceu em Friburgo\, na Suíça\, a 21 de dezembro de 1597. Pio XI canonizou-o a 21 de maio de 1925\, declarando-o ao mesmo tempo Doutor da Igreja. \n………………………. \nEsta breve biografia de S. Pedro Canísio foi extraída do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 422-423). \n(É também comemorado no dia 27 de abril\, na Companhia de Jesus)
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SUMMARY:Dedicação das Basílicas de S. Pedro e S. Paulo
DESCRIPTION:Basílicas de S. Pedro – Desenho\, litografia e figuras de Philippe Benoist (Genebra\, 1813 – Paris\, 1885) e de S. Paulo Extra-Muros – Desenho e litografia de Philippe Benoist\, figuras de Adolphe-Jean-Baptiste Bayot\, na obra «Roma – Grandezza e Splendore»\, de Paolo Emilio Trastulli\, Newton Compton Editori\, Roma 1987 – (páginas 113 e 119\, respetivamente) \n  \nA morte de S. Pedro em Roma fixou para sempre a sede do seu império espiritual. Com o sangue de Pedro e de Paulo conseguiu Roma mais conquistas do que com todos os seus soldados e legionários. A que era mestra do erro\, tornou-se discípula da verdade e resplandeceu em todo o orbe\, como sol entre as estrelas. O fogo sagrado\, que irradia calor e vida\, recolhe-se junto do túmulo dos dois Apóstolos. Lá se ajoelha Roma\, de lá olha para o mundo e lá se toma visível Cristo.\nA liturgia de hoje chama-nos a Roma\, ao túmulo dos dois Apóstolos\, às Basílicas de S. Pedro e S. Paulo. Estão distantes entre si\, mas une-as um mesmo espírito\, uma mesma fé se respira nelas\, um mesmo Cristo fala nas duas. […]\nA liturgia das festas principais\, como na Epifania\, na Ascensão e no Pentecostes\, realiza-se na Basílica de S. Pedro. O Papa\, os presbíteros e diáconos romanos reúnem-se aí. O novo pontífice começa nela o seu pontificado e termina-o também\, com a sua sepultura. O Papa\, quando confirma\, senta-se na mesma cátedra de madeira que\, segundo uma tradição ultrapassada\, S. Pedro usava\, adornada e enriquecida com o melhor que souberam inspirar a arte e o génio da fé. Rodeada por Leão IV com uma muralha torreada\, a Cidade Leonina surgiu no século IX como símbolo e fortaleza do túmulo do Pontificado Supremo. Até este século\, o túmulo de S. Pedro devia estar visível; foi por motivo da invasão sarracena que se ocultou. […]\nA história da Basílica de S. Paulo é paralela à de S. Pedro. Quando\, em 410\, Alarico I\, rei dos Visigodos\, saqueou a Cidade Eterna\, mandou apregoar aos Romanos que seriam perdoados todos os que se refugiassem nas Basílicas dos Apóstolos. E sabe¬mos por S. Jerónimo que Marcela\, com a sua discípula Principia\, se refugiou em S. Paulo «buscando ou um asilo ou um sepulcro».\nS. Gregório Magno diz-nos que\, no seu tempo\, as duas Basílicas eram famosas pelo número dos seus milagres e que os fiéis lhes tinham tal respeito e veneração\, que não se atreviam quase a aproximar-se. João VIII rodeou\, depois da invasão sarracena\, com uma muralha torreada\, a Basílica de S. Paulo. \n*** *** *** \nLeia a parte restante da página sobre a Dedicação das duas maiores Basílicas de Roma no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 297-299).
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SUMMARY:S. Vicente de Paulo\, Sacerdote (1581-1660) | Fundador da Congregação da Missão e das Filhas da Caridade
DESCRIPTION:Jean-Léon Gérôme\, S. Vicente de Paulo\, Museu Georges-Garret\, Vesoul – França\nNasceu a 24 de abril do ano de 1581 em Pouy\, Landes\, na França\, duma família provavelmente originária da Espanha. […] \nAos 19 anos\, recebe o sacerdócio e dedica-se a dar aulas particulares: necessitava de sustentar-se. Numa viagem de Marselha a Narbona\, cai prisioneiro duns corsários turcos que o vendem como escravo em Tunes. Quatro vezes mudou de dono\, nos dois anos que lhe durou o cativeiro. \nRegressando a França\, dirigiu-se a Paris. Viveu lá retirado e em silêncio\, ensaian­do-se com os irmãos de S. João de Deus na prática da caridade. […] \nA Congregação da Missão nasce em 1626\, no Colégio dos Bons Meninos de Paris. Em 1632 transladam-se para o priorado de S. Lázaro\, que se transforma em Casa-Mãe e no centro mais ativo de todas as obras de zelo e caridade de Paris. […] \nNão há serviço humilde a favor dos pobres onde não estejam as Irmãs da Caridade «que terão\, segundo S. Vicente\, por mosteiro as casas dos enfermos\, por cela um quarto de aluguer\, por capela a igreja das paróquias\, por claustro as ruas da cidade ou as salas dos hospitais\, por clausura a obediência\, por grades o temor de Deus e por véu a santa modéstia». Vicente morreu quase octogenário\, a 27 de setembro de 1660. \n………….. \nEstas são algumas pinceladas extraídas da breve biografia deste Santo\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que transcrevemos aqui\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nessa publicação do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 94-95).
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SUMMARY:S. Cornélio (Papa) e S. Cipriano (Bispo)\, mártires
DESCRIPTION:Sucedeu S. Cornélio a S. Fabião\, mártir do ano de 250\, no tempo em que a perse­guição de Décio contra a Igreja era tão violenta que se passaram catorze meses\, desde o martírio de S. Fabião (20-01-250)\, sem se poderem congregar os fiéis para proceder à eleição do papa. \nQuando foi possível\, todos de unânime consentimento\, elegeram por papa a S. Cornélio\, presbítero da Igreja Romana. O melhor conceito da sua eminente virtude e mérito conhecemo-lo pelo que dele escreveu S. Cipriano: «Depois de haver sido elevado à dignidade episcopal sem artifícios e sem violên­cia\, meramente por vontade de Deus\, a quem unicamente pertence eleger bispos\, quanta fé\, quanta virtude e quanta resolução mostrou no valor com que tomou a cadeira episco­pal\, no tempo em que um tirano\, inimigo dos bispos de Deus\, sofreria de melhor vontade um competidor ao trono\, do que um bispo de Roma!» […] \nPor sua vez\, Cipriano é uma das grandes figuras dos primeiros séculos cristãos. Bispo de Cartago de 249 a 258\, tinha nascido\, segundo se crê\, na alta burguesia dessa cidade\, pelo ano de 210\, e era professor de retórica\, antes da conversão. […] \n  \nAs duas breves biografias destas figuras da Igreja dos primeiros séculos\, das quais extraímos estas duas passagens\, encontram-se no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 57-59).
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SUMMARY:S. Gregório Magno – Papa\, Doutor da Igreja
DESCRIPTION:Fachada da igreja de S. Gregório al Celio\, em Roma\nA cathedra de mármore\, talvez uma réplica de um original helénico\, encontra-se na stanza di S. Gregorio\, na igreja.\nGregório I\, nascido cerca do ano de 540\, encontra-se como linha divisória entre a Idade Antiga e a Idade Média. A sua veneranda figura ergue-se como um dos mais ilustres sucessores de S. Pedro. Dos Pontífices da antiguidade\, unicamente S. Leão pene­trou tão fundo como ele\, abrindo novos caminhos na sociedade eclesiástica e civil daque­la época. Pode afirmar-se que toda a Idade Média viveu do espírito de S. Gregório. A liturgia romana\, o canto sagrado\, o direito canónico\, a ascética monacal\, o apostolado entre os infiéis\, a vida pastoral: numa palavra\, toda a atividade eclesiástica se inspira do Santo Doutor\, cujos escritos vieram a ser como o Código universal do Catolicismo. \nEstas são as primeiras linhas das duas páginas de biografia deste sucessor de S. Pedro\, em Roma\, que se pode ler no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 18-19). \nA título de curiosidade\, acrescente-se que este Pontífice\, a quem a posteridade qualificou com o nome de grande\, foi o primeiro a usar o nome de servo dos servos de Deus\, como se chamam os Romanos Pontífices\, ao lado do Patriarca de Constantinopla\, que se intitula «Ecuménico» ou universal pontífice. \n———————————————— \nPróprio dos Santos – mês de setembro
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SUMMARY:Martírio de S. João Baptista
DESCRIPTION:Michelangelo Merisi da Caravaggio\, Salomè com a cabeça de João Battista (1609) – Palazzo Reale\, Madrid\nQuando S. João Baptista — o ilustre precursor do Messias — abandonou o deserto\, para que se tinha retirado por inspiração do Espírito Santo\, foi para as margens do rio Jordão\, onde começou a batizar e pregar penitência\, dispondo desta maneira o terreno para a nova doutrina do Salvador\, Nosso Senhor Jesus Cristo. \n[…] \n_____________________________________ \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler a descrição integral do seu martírio na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 467-468).\n  \n\nOutras comemorações do Próprio dos Santos deste mês
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SUMMARY:S. Bernardo\, Doutor da Igreja (1094-1153)
DESCRIPTION:Filippino Lippi\, Aparição da Virgem Maria a S. Bernardo (1482-86) – Badia Florentina (Florença)\nBernardo\, confessor e doutor da Igreja\, nasceu em Fontaine-les-Dijon\, França\, no ano de 1094\, e morreu em Claraval\, em 1153. Foi o terceiro dos sete filhos duma nobre família borgonhesa. Aos nove anos entrou na escola de Chatillon-sur-Seine\, que dirigiam uns cónegos. Depressa se descobriram os seus talentos extraordinários. Era artista\, poeta e orador. […] \nEm 1113 entrou\, com 30 jovens nobres\, na recém-fundada e periclitante abadia de Cister. «Isto é loucura»\, diziam-lhe os irmãos assustados. Mas logo eles mesmos lhe seguiram o exemplo. O postulante entusiasta arrastou atrás de si um tio\, quatro irmãos e 25 amigos!Bernardo foi monge perfeito desde o primeiro dia: empenhava-se principalmente na regra do trabalho\, que era um dos pontos capitais da reforma cisterciense. A seguir ao trabalho manual\, a sua ocupação favorita era a leitura da Sagrada Escritura e dos Santos Padres. «As coisas apreciadas na fonte têm mais sabor». Lia meditando\, praticando aquilo a que ele chamava a ruminação dos Salmos. \n[…]\n———————————————— \nEstas são três breves passagens extraídas da página dedicada a este grande monge e pregador. Pode ler a parte restante da sua impressionante biografia publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 433-435).\n\nOutras comemorações do Próprio dos Santos deste mês
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SUMMARY:Santa Beatriz da Silva\, Fundadora (1426-1490)
DESCRIPTION:Fachada do Lar Santa Beatriz da Silva\, em Fátima\nFoi canonizada a dia 3 de outubro de 1976\, depois de ter sido beatificada em 1926\, por Pio XI. \nPaulo VI\, ao canonizá-la\, disse: «Beatriz da Silva nasceu em Ceuta\, cidade do Norte de África\, nessa época sob o domínio da coroa de Portugal. O feliz evento verifi­cou-se em 1426\, muito provavelmente\, embora alguns biógrafos falem de 1424. Nasceu portuguesa\, portanto». Mas não falta quem lhe aponte outras naturalidades: Campo Maior\, Lisboa e Évora. \n… Viveu 30 longos anos na oração e penitência no Convento de S. Domingos\, em Toledo\, dali saiu em 1484\, com mais doze religiosas\, para dar começo à nova Ordem de Nossa Senhora da Conceição\, que foi aprovada pelo Papa Inocêncio VIII\, um ano antes da morte da Fundadora. As freiras vestem de branco com manto azul celeste\, professam especial devoção a Nossa Senhora da Conceição e seguem a regra de S. Fran­cisco. O Corpo de Santa Beatriz jaz em Toledo\, onde faleceu a 9 de agosto de 1490\, com 66 anos de idade… \nAs Concepcionistas de Santa Beatriz da Silva\, que não se devem confundir com outras Concepcionistas de fundação moderna\, são 3.000 no mundo inteiro\, distribuídas em 155 mosteiros de vida contemplativa: Espanha: 95; Brasil: 18; México: 10; Colômbia e Bolívia: 22; Peru e Equador: 7; Bélgi­ca: 2; Portugal: 2 – em Campo Maior e Viseu. \n…………………….. \nDa breve (três páginas e meia) mas densa biografia abaixo mencionada\, refira-se aqui este episódio\, a título de curiosidade: … A beleza de Beatriz era tão extraordinária que um pintor italiano a quis perpetuar e pediu a Dom Rui Gomes autorização para lhe retratar a filha. Beatriz opôs-se tenaz­mente\, pois não lhe consentia o pudor estar sem véu diante de um homem estranho. O pintor insistia e para o conseguir valeu-se dum estratagema. Beatriz serviria apenas para modelo dum quadro de Nossa Senhora. Obrigada pelo pai\, a angelical menina cedeu\, mas sob a condição de ficar com os olhos baixos\, todo o tempo que o pintor trabalhasse. O famoso quadro\, em que Nossa Senhora aparece com as feições da nossa santa\, conserva­-se atualmente na Secretaria da Misericórdia de Campo Maior. \n…………………….. \nPode ler toda a referida biografia de Santa Beatriz da Silva e Meneses no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 11-14).\n\nOutras comemorações do Próprio dos Santos deste mês
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SUMMARY:Santo Ireneu\, Bispo de Lião (+ 202)
DESCRIPTION:A 2 de Junho celebrámos os mártires de Lião\, imolados no ano de 177. Os sobreviventes\, impressionados com a perturbação que despertava o movimento profético montanista\, nascido na Ásia Menor\, enviaram cartas aos irmãos da Ásia e da Frigia\, assim como a Santo Eleutério\, bispo de Roma\, papa. E pediram a Ireneu que lhes servisse de embaixador. Veio munido da seguinte recomendação para Eleutério: «Encarregámos o nosso irmão e companheiro\, Ireneu\, de te entregar esta carta e pedimos-te que lhe deis bom acolhimento\, como a zeloso que é pelo testamento de Cristo. Se pensássemos que o posto cria a justiça\, nós havíamos de o apresentar primeiro como sacerdote da Igreja\, porque é isso que ele é». \nO nome de Ireneu deriva da palavra grega que significa «paz». Ireneu recebia uma missão de paz. Sempre seria ele agente de ligação\, de união e de paz. […] \n  \nEste é o início do capítulo sobre Santo Ireneu\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler a parte restante na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 238-240). \nContributos para celebrar a Liturgia das Horas de outros santos deste mês de unho: AQUI
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