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SUMMARY:São Bartolomeu dos Mártires\, Bispo (1514-1590)
DESCRIPTION:Monumento a Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590)\, falecido em Viana do Castelo. canonizado pelo papa Francisco a 10 de novembro de 2019. A obra\, erigida em frente à Igreja de São Domingos é um trabalho do escultor vianense Manuel Rocha (1942-….) e foi inaugurado em novembro/2008 por ocasião do sétimo aniversário da beatificação de Frei Bartolomeu dos Mártires\, pelo Papa João Paulo II. Na base que suporta o monumento\, uma série de pequenos painéis em alto relevo\, em bronze\, com episódios da sua vida. (agosto de 2022)\nBartolomeu Fernandes dos Mártires nasceu em Lisboa\, em maio de 1514. O apelido «Mártires» recorda a igreja de Santa Maria dos Mártires onde foi baptizado e substituiu o apelido «Vale» que usara em memória do avô. \nRecebe o hábito dominicano a 11 de novembro de 1528\, faz o noviciado no mosteiro de Lisboa\, tendo concluído os estudos filosóficos e teológicos em 1538. \n[…] Ensinou nos conventos de Lisboa\, «da Batalha» e Évora (1538-1557)\, passando a prior de Benfica\, em Lisboa (1557-1558). De todo este aturado labor intelectual\, deixou escrita uma vasta obra: um Comentário à maior parte da Suma de S. Tomás\, o Compêndio da Doutrina Espiritual para guia da alma nos caminhos da perfeição e outras… Apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltazar Limpo\, como Arcebispo de Braga\, é confirmado nessa missão pelo Papa Paulo IV\, por meio da bula «Gratiae divinae praemium»\, datada de Janeiro de 1559. Só aceitou o cargo por obediência ao seu provincial\, Frei Luís de Granada. […] A sua atividade na vastíssima arquidiocese foi\, desde o início\, intensa e multifacetada. \n[…] \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre o santo que hoje é comemorado pela Igreja Católica\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história desenvolvida páginas 341-344 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou na página de Propostas de Cânticos para a Celebração Eucarística.\n \n  \n 
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SUMMARY:XVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Nós somos naturalmente levados a dividir os homens em dois grupos: os bons e os maus\, os amigos e os inimigos. Dessa distinção nascem a intolerância e a ansiedade para resolver com rapidez e com violência as tensões que surgem. Acontece então que muitos crentes\, não podendo aplicar pessoalmente a “justiça”\, pedem a Deus para que intervenham duramente\, é claro. As leituras de hoje ensinam-nos que Deus não satisfará jamais estes desejos loucos. \n[…]
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SUMMARY:Santa Maria Madalena
DESCRIPTION:Donatello (1453-1455)\, escultura em madeira\, Inicialmente colocada no Batistério de Florença.\, encontra-se atualmente\, no Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore\, na capital da Toscana.\nMaria Madalena é a mulher mais vezes mencionada nos Evangelhos\, isto é\, doze. Sabemos que Jesus a libertou de sete demónios (Lc 8\, 2; Mc 16\, 9). Por gratidão de tantos benefícios recebidos\, quer corporalmente\, quer sobretudo espiritualmente\, tornou-se santamente apaixonada pelo seu Benfeitor. \nSabemos que era uma do grupo das mulheres que acompanhavam o Senhor e o serviam com os seus bens (Lc 8\, 2). Nunca O deixou\, mesmo nas horas mais amargas e aflitivas. \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de Santa Maria Madalena no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 351-352 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Brígida\, Co-Padroeira da Europa
DESCRIPTION:Santuário de Santa Rita de Cassia\nNa capela do Santíssimo\, na basílica de S. Paulo em Roma\, há uma estátua de mármore desta grande vidente\, a Santa mais famosa dos países escandinavos. Está representada em atitude de quem escuta a voz do celestial Esposo Jesus Cristo\, que lhe fala da cruz. Aos pés da estátua há um letreiro que diz: «Com o ouvido atento recebe as palavras do seu Deus Crucificado; recebe o Verbo de Deus no seu coração».\nEsta é a característica da grande Santa sueca: a sua intimidade constante com Jesus\, a sua familiaridade\, as suas íntimas comunicações e a sua docilidade infantil. O que mais admira nela é a união extraordinária da vida interior com a exterior. É uma Santa mística que vivia no céu e é também uma Santa peregrina\, em constante movimento de fundações e de visitas a santuários.\nNasceu Santa Brígida na Suécia\, no ano de 1302\, e morreu em Roma\, em 1373.0 pai foi Birge\, governador e juiz provincial de Uppland\, homem cristianíssimo e aparenta-do com os reis da Suécia. A mãe\, Sigrida\, descendia também de reis. Não pôde influir na educação da filha porque morreu muito cedo; a menina foi confiada a uma tia\, grande educadora\, que soube modelar o carácter e a vontade da sobrinha.\nAos treze anos\, em 1316\, casou-se com o príncipe de Nericia\, Wulfon\, que por sua vez não contava mais de 18 anos. Era também cristão consciente e piedoso: concordou com a noiva em guardarem castidade perfeita no primeiro ano do matrimónio. Deus abençoou-lhes a pureza e deu-lhes oito filhos\, entre eles uma Santa\, Catarina\, que mais tarde acompanhará nas peregrinações a mãe e cuidará da sua glorificação com sentença papal.\nEm 1346\, fundou Santa Brígida um mosteiro em Vadstena\, que os reis da Suécia dotaram. Passados três anos\, saiu para Roma com a filha\, a futura Santa Catarina. Praticava uma pobreza estrita; chegava até a mendigar à porta das igrejas para receber desprezos. A uma princesa romana que a repreendia de não manter a sua condição\, respondeu: «Como Jesus se abaixou sem pedir o vosso consentimento\, porque não havia eu de prescindir dele quando me esforço por imitá-Lo?».\nUns dez anos antes de morrer\, fundou ela a ordem de São Salvador (brigidinas)\, que esteve algum tempo muito espalhada.\nCom os papas\, refugiados desde 1309 em Avinhão\, insistia ela para que voltassem a Roma. No princípio de 1372\, partiu para a Terra Santa. Nesta viagem perigosa acompanharam-na sua filha Catarina\, os seus filhos\, os cavaleiros Carlos e Birger\, assim como uma escolta bem armada. «Foram\, dizia ela\, os quinze mais belos meses da minha vida». Voltou a Roma mesmo à justa para lá morrer\, o que se deu a 23 de Julho de 1373. No ano seguinte\, sua filha Santa Catarina trasladou-lhe os restos para a Suécia e começou os primeiros trabalhos para a canonização\, que se veio a realizar em 1391\, sendo papa Bonifácio IX. \n\nEstas são breves passagens\, aqui transcritas com a devida vénia\, da biografia desta santa que se pode ler na obra «Santos de cada dia – II (Maio – Junho – Julho – Agosto)» (páginas 353-354)\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:S. Tiago Maior\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Sâo Tiago\, em Compostela\nJuan de Flandres | São Tiago Peregrino – Museu de Santiago e dos Peregrinos (Compostela)\nHá dois Apóstolos com o nome de Tiago: Tiago Menor\, filho de Alfeu e de uma Maria\, primo de Jesus. Escreveu uma Epístola que faz parte da Bíblia. Levou vida de grande penitência. No ano 62 morreu mártir em Jerusalém\, cidade de que era Bispo. A sua festa celebra-se a 3 de maio. \nTiago Maior. Ele e seu irmão\, João Evangelista\, eram filhos de Zebedeu e Salomé. O Evangelho conta assim a sua vocação: «Viu Tiago\, filho de Zebedeu\, e seu irmão João\, que estavam no barco a consertar as redes\, e chamou-os logo. Eles\, deixando no barco seu pai Zebedeu com os assalariados\, foram após Ele» (Mc 1\, 19-20). \nEstes dois irmãos formam\, com S. Pedro\, o grupo dos três Apóstolos prediletos de Cristo. \n[…] \n  \nAssim começa a breve «biografia» de S. Tiago Maior no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nas páginas 358-360 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n===============================
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SUMMARY:XVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo fala-nos do reino de Deus e das condições para que ele se implante em nós e se estenda ao mundo inteiro. Apesar de falarmos dele todos os dias\, (“venha a nós o vosso reino”)\, estamos muito longe de abarcarmos e vivermos o seu conteúdo. No entanto\, Jesus compara o reino a um tesouro ou a uma pedra preciosa de alto valor\, que só se obtém pela conversão e pela renúncia a tudo o que é contrário ou impeditivo de se alcançar. É um reino que não é deste mundo\, embora a sua construção comece aqui. Instaurado por Jesus\, terá que se edificar progressivamente em toda a face da terra. É papel dos cristãos serem os artífices desta construção\, sob o impulso do Espírito; como a Igreja\, eles estão\, antes de tudo\, ao serviço do reino. As leituras vão dizer-nos as condições para que Deus reine em nós e faça de nós instrumentos da dilatação do seu reino. \n[…]
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SUMMARY:Santos Marta\, Maria e Lázaro
DESCRIPTION:O Evangelho ensina-nos que ela punha todos os seus cuidados em receber bem Nosso Senhor\, quando estava de passagem em Betânia. E refere duas respostas que recebeu d’Ele\, as quais valem também para nós. \nQuando ela se queixava de que Maria\, «sentada aos pés do Senhor\, escutava a sua palavra»\, em vez de preparar a comida: «Senhor\, não se Te dá que a minha irmã me deixe só a servir? Diz-lhe que me venha ajudar. — Marta\, Marta\, respondeu Ele\, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte\, que lhe não será tirada» (Lc 10\, 40-41). Por outras palavras: Uma vez que a nossa sorte eterna se decide cá na terra\, e se decide uma vez só\, são mais prudentes aqueles para quem este assunto se antepõe a todos os outros\, regulando eles a própria vida em consequência com ele. \nA segunda resposta do Salvador traz com que suprimir em nós o medo da morte e satisfazer todas as aspirações do nosso coração. A Marta\, que o repreendia de chegar demasiado tarde: «Se Tu estivesses aqui\, meu irmão não teria morrido»\, Jesus\, que vai ressuscitar Lázaro\, responde: «Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim\, ainda que esteja morto\, viverá» (Jo 11\, 21-25). \nA devoção a Santa Marta quase não floresceu entre os Gregos. Nasceu na época das cruzadas\, na França\, quando nela principiou a divulgar-se que toda a família de Betânia tinha vindo terminar os seus dias na Provença: e Marta precisamente na cidade de Tarascon\, onde lhe foi atribuído estrangular a Tarasca\, dragão fêmea que devorava os animais domésticos e as crianças. Foi o que levou os Tarasconenses de então a procurar as relíquias dela. E\, julgando tê-las encontrado (1187)\, construíram uma igreja para as guardar (1197) e tomaram a benfeitora dos seus antepassados como padroeira. É considerada em particular como patrona das cozinheiras. \nEsta é a breve «biografia» da «patrona das cozinheiras» como é narrada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Encontra-se na página 369 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Inácio de Loiola\, Presbítero [Fundador] - (1491-1556)
DESCRIPTION:Rut María García Martínez | Visão de Santo Inácio (Universidade de Valência)\n«Tinha alma maior que o mundo»\, diz Gregório XV na Bula de canonização e\, na oração litúrgica do Santo\, diz a Igreja que o Santo teve como missão propagar a maior glória do seu nome. A característica do ideal apostólico de Santo Inácio está na promoção da maior glória\, que foi a substância verdadeira da sua atividade. A maior glória diante da simples glória; o ato intenso em oposição ao remisso\, o assinalar-se e distinguir-se no serviço do Rei Eterno\, que está bem longe do mero contentar da alma; o afeiçoar-se intensamente e fazer oblações de maior estima e momento\, procurando sempre todo o serviço e glória da sua Divina Majestade. \nA vida de Santo Inácio divide-se em três períodos que refletem a grandeza da alma\, a ascensão constante até ao cume. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santo Inácio de Loyola\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a descrição dos «três períodos» da sua vida nas páginas 372-274 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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