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SUMMARY:Nossa Senhora do Carmo - Virgem Santa Maria do Monte Carmelo
DESCRIPTION:VIRGEM SANTA MARIA DO MONTE CARMELO\nSimão Stock era inglês e pertencia a uma ilustre família do condado de Kent. Favorecido desde criança com graças extraordinárias\, aos 12 anos de idade foi conduzido pelo espírito de Deus a um deserto\, onde vivia em austera penitência; servia-lhe de morada o tronco duma árvore\, donde lhe veio o sobrenome de Stock\, que em língua inglesa significa tronco. \nVivia há 20 anos nesta solidão\, ocupado somente na oração e penitência\, quando chegaram à Inglaterra os religiosos Carmelitas\, expulsos da Palestina pela perseguição religiosa dos sarracenos. Não tardou Simão em juntar-se-lhes\, logo que foi testemunha das suas virtudes e sobretudo da sua admirável devoção à Santíssima Virgem\, a quem ele amava com entranhada ternura. De tal maneira se distinguiu o novo religioso pela eminente santidade e pelo ardor do seu zelo\, que em 1245 os seus irmãos elegeram-no Superior Geral da Ordem. \n[…] \nEstes são os primeiros dois parágrafos do capítulo sobre Nossa Senhora do Carmo\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 327-330 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Beatos Inácio de Azevedo e Companheiros\, mártires (1570)
DESCRIPTION:A 5 de Junho de 1570\, partiu de Lisboa em direção ao Brasil a maior expedição missionária que jamais Portugal enviou para terras de além-mar. Eram 73 missionários destinados a pregar\, baptizar e civilizar as novas paragens da América\, descobertas por Pedro Álvares Cabral. Esses Padres\, Seminaristas\, Irmãos Auxiliares e outros ajudantes iam espalhados por três naus da frota comandada por D. Luís de Vasconcelos\, governador do Brasil. O maior número – quarenta – chefiados pelo Padre Inácio de Azevedo\, seguiam na nau Santiago. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da biografia dos Beatos extraída do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 333-337)\, ou diretamente [AQUI]
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SUMMARY:São Bartolomeu dos Mártires\, Bispo (1514-1590)
DESCRIPTION:Monumento a Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590)\, falecido em Viana do Castelo. canonizado pelo papa Francisco a 10 de novembro de 2019. A obra\, erigida em frente à Igreja de São Domingos é um trabalho do escultor vianense Manuel Rocha (1942-….) e foi inaugurado em novembro/2008 por ocasião do sétimo aniversário da beatificação de Frei Bartolomeu dos Mártires\, pelo Papa João Paulo II. Na base que suporta o monumento\, uma série de pequenos painéis em alto relevo\, em bronze\, com episódios da sua vida. (agosto de 2022)\nBartolomeu Fernandes dos Mártires nasceu em Lisboa\, em maio de 1514. O apelido «Mártires» recorda a igreja de Santa Maria dos Mártires onde foi baptizado e substituiu o apelido «Vale» que usara em memória do avô. \nRecebe o hábito dominicano a 11 de novembro de 1528\, faz o noviciado no mosteiro de Lisboa\, tendo concluído os estudos filosóficos e teológicos em 1538. \n[…] Ensinou nos conventos de Lisboa\, «da Batalha» e Évora (1538-1557)\, passando a prior de Benfica\, em Lisboa (1557-1558). De todo este aturado labor intelectual\, deixou escrita uma vasta obra: um Comentário à maior parte da Suma de S. Tomás\, o Compêndio da Doutrina Espiritual para guia da alma nos caminhos da perfeição e outras… Apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltazar Limpo\, como Arcebispo de Braga\, é confirmado nessa missão pelo Papa Paulo IV\, por meio da bula «Gratiae divinae praemium»\, datada de Janeiro de 1559. Só aceitou o cargo por obediência ao seu provincial\, Frei Luís de Granada. […] A sua atividade na vastíssima arquidiocese foi\, desde o início\, intensa e multifacetada. \n[…] \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre o santo que hoje é comemorado pela Igreja Católica\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história desenvolvida páginas 341-344 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou na página de Propostas de Cânticos para a Celebração Eucarística.\n \n  \n 
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SUMMARY:XVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Nós somos naturalmente levados a dividir os homens em dois grupos: os bons e os maus\, os amigos e os inimigos. Dessa distinção nascem a intolerância e a ansiedade para resolver com rapidez e com violência as tensões que surgem. Acontece então que muitos crentes\, não podendo aplicar pessoalmente a “justiça”\, pedem a Deus para que intervenham duramente\, é claro. As leituras de hoje ensinam-nos que Deus não satisfará jamais estes desejos loucos. \n[…]
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SUMMARY:Santa Maria Madalena
DESCRIPTION:Donatello (1453-1455)\, escultura em madeira\, Inicialmente colocada no Batistério de Florença.\, encontra-se atualmente\, no Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore\, na capital da Toscana.\nMaria Madalena é a mulher mais vezes mencionada nos Evangelhos\, isto é\, doze. Sabemos que Jesus a libertou de sete demónios (Lc 8\, 2; Mc 16\, 9). Por gratidão de tantos benefícios recebidos\, quer corporalmente\, quer sobretudo espiritualmente\, tornou-se santamente apaixonada pelo seu Benfeitor. \nSabemos que era uma do grupo das mulheres que acompanhavam o Senhor e o serviam com os seus bens (Lc 8\, 2). Nunca O deixou\, mesmo nas horas mais amargas e aflitivas. \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de Santa Maria Madalena no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 351-352 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Brígida\, Co-Padroeira da Europa
DESCRIPTION:Santuário de Santa Rita de Cassia\nNa capela do Santíssimo\, na basílica de S. Paulo em Roma\, há uma estátua de mármore desta grande vidente\, a Santa mais famosa dos países escandinavos. Está representada em atitude de quem escuta a voz do celestial Esposo Jesus Cristo\, que lhe fala da cruz. Aos pés da estátua há um letreiro que diz: «Com o ouvido atento recebe as palavras do seu Deus Crucificado; recebe o Verbo de Deus no seu coração».\nEsta é a característica da grande Santa sueca: a sua intimidade constante com Jesus\, a sua familiaridade\, as suas íntimas comunicações e a sua docilidade infantil. O que mais admira nela é a união extraordinária da vida interior com a exterior. É uma Santa mística que vivia no céu e é também uma Santa peregrina\, em constante movimento de fundações e de visitas a santuários.\nNasceu Santa Brígida na Suécia\, no ano de 1302\, e morreu em Roma\, em 1373.0 pai foi Birge\, governador e juiz provincial de Uppland\, homem cristianíssimo e aparenta-do com os reis da Suécia. A mãe\, Sigrida\, descendia também de reis. Não pôde influir na educação da filha porque morreu muito cedo; a menina foi confiada a uma tia\, grande educadora\, que soube modelar o carácter e a vontade da sobrinha.\nAos treze anos\, em 1316\, casou-se com o príncipe de Nericia\, Wulfon\, que por sua vez não contava mais de 18 anos. Era também cristão consciente e piedoso: concordou com a noiva em guardarem castidade perfeita no primeiro ano do matrimónio. Deus abençoou-lhes a pureza e deu-lhes oito filhos\, entre eles uma Santa\, Catarina\, que mais tarde acompanhará nas peregrinações a mãe e cuidará da sua glorificação com sentença papal.\nEm 1346\, fundou Santa Brígida um mosteiro em Vadstena\, que os reis da Suécia dotaram. Passados três anos\, saiu para Roma com a filha\, a futura Santa Catarina. Praticava uma pobreza estrita; chegava até a mendigar à porta das igrejas para receber desprezos. A uma princesa romana que a repreendia de não manter a sua condição\, respondeu: «Como Jesus se abaixou sem pedir o vosso consentimento\, porque não havia eu de prescindir dele quando me esforço por imitá-Lo?».\nUns dez anos antes de morrer\, fundou ela a ordem de São Salvador (brigidinas)\, que esteve algum tempo muito espalhada.\nCom os papas\, refugiados desde 1309 em Avinhão\, insistia ela para que voltassem a Roma. No princípio de 1372\, partiu para a Terra Santa. Nesta viagem perigosa acompanharam-na sua filha Catarina\, os seus filhos\, os cavaleiros Carlos e Birger\, assim como uma escolta bem armada. «Foram\, dizia ela\, os quinze mais belos meses da minha vida». Voltou a Roma mesmo à justa para lá morrer\, o que se deu a 23 de Julho de 1373. No ano seguinte\, sua filha Santa Catarina trasladou-lhe os restos para a Suécia e começou os primeiros trabalhos para a canonização\, que se veio a realizar em 1391\, sendo papa Bonifácio IX. \n\nEstas são breves passagens\, aqui transcritas com a devida vénia\, da biografia desta santa que se pode ler na obra «Santos de cada dia – II (Maio – Junho – Julho – Agosto)» (páginas 353-354)\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:S. Tiago Maior\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Sâo Tiago\, em Compostela\nJuan de Flandres | São Tiago Peregrino – Museu de Santiago e dos Peregrinos (Compostela)\nHá dois Apóstolos com o nome de Tiago: Tiago Menor\, filho de Alfeu e de uma Maria\, primo de Jesus. Escreveu uma Epístola que faz parte da Bíblia. Levou vida de grande penitência. No ano 62 morreu mártir em Jerusalém\, cidade de que era Bispo. A sua festa celebra-se a 3 de maio. \nTiago Maior. Ele e seu irmão\, João Evangelista\, eram filhos de Zebedeu e Salomé. O Evangelho conta assim a sua vocação: «Viu Tiago\, filho de Zebedeu\, e seu irmão João\, que estavam no barco a consertar as redes\, e chamou-os logo. Eles\, deixando no barco seu pai Zebedeu com os assalariados\, foram após Ele» (Mc 1\, 19-20). \nEstes dois irmãos formam\, com S. Pedro\, o grupo dos três Apóstolos prediletos de Cristo. \n[…] \n  \nAssim começa a breve «biografia» de S. Tiago Maior no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nas páginas 358-360 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n===============================
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SUMMARY:XVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo fala-nos do reino de Deus e das condições para que ele se implante em nós e se estenda ao mundo inteiro. Apesar de falarmos dele todos os dias\, (“venha a nós o vosso reino”)\, estamos muito longe de abarcarmos e vivermos o seu conteúdo. No entanto\, Jesus compara o reino a um tesouro ou a uma pedra preciosa de alto valor\, que só se obtém pela conversão e pela renúncia a tudo o que é contrário ou impeditivo de se alcançar. É um reino que não é deste mundo\, embora a sua construção comece aqui. Instaurado por Jesus\, terá que se edificar progressivamente em toda a face da terra. É papel dos cristãos serem os artífices desta construção\, sob o impulso do Espírito; como a Igreja\, eles estão\, antes de tudo\, ao serviço do reino. As leituras vão dizer-nos as condições para que Deus reine em nós e faça de nós instrumentos da dilatação do seu reino. \n[…]
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SUMMARY:Santos Marta\, Maria e Lázaro
DESCRIPTION:O Evangelho ensina-nos que ela punha todos os seus cuidados em receber bem Nosso Senhor\, quando estava de passagem em Betânia. E refere duas respostas que recebeu d’Ele\, as quais valem também para nós. \nQuando ela se queixava de que Maria\, «sentada aos pés do Senhor\, escutava a sua palavra»\, em vez de preparar a comida: «Senhor\, não se Te dá que a minha irmã me deixe só a servir? Diz-lhe que me venha ajudar. — Marta\, Marta\, respondeu Ele\, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte\, que lhe não será tirada» (Lc 10\, 40-41). Por outras palavras: Uma vez que a nossa sorte eterna se decide cá na terra\, e se decide uma vez só\, são mais prudentes aqueles para quem este assunto se antepõe a todos os outros\, regulando eles a própria vida em consequência com ele. \nA segunda resposta do Salvador traz com que suprimir em nós o medo da morte e satisfazer todas as aspirações do nosso coração. A Marta\, que o repreendia de chegar demasiado tarde: «Se Tu estivesses aqui\, meu irmão não teria morrido»\, Jesus\, que vai ressuscitar Lázaro\, responde: «Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim\, ainda que esteja morto\, viverá» (Jo 11\, 21-25). \nA devoção a Santa Marta quase não floresceu entre os Gregos. Nasceu na época das cruzadas\, na França\, quando nela principiou a divulgar-se que toda a família de Betânia tinha vindo terminar os seus dias na Provença: e Marta precisamente na cidade de Tarascon\, onde lhe foi atribuído estrangular a Tarasca\, dragão fêmea que devorava os animais domésticos e as crianças. Foi o que levou os Tarasconenses de então a procurar as relíquias dela. E\, julgando tê-las encontrado (1187)\, construíram uma igreja para as guardar (1197) e tomaram a benfeitora dos seus antepassados como padroeira. É considerada em particular como patrona das cozinheiras. \nEsta é a breve «biografia» da «patrona das cozinheiras» como é narrada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Encontra-se na página 369 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Inácio de Loiola\, Presbítero [Fundador] - (1491-1556)
DESCRIPTION:Rut María García Martínez | Visão de Santo Inácio (Universidade de Valência)\n«Tinha alma maior que o mundo»\, diz Gregório XV na Bula de canonização e\, na oração litúrgica do Santo\, diz a Igreja que o Santo teve como missão propagar a maior glória do seu nome. A característica do ideal apostólico de Santo Inácio está na promoção da maior glória\, que foi a substância verdadeira da sua atividade. A maior glória diante da simples glória; o ato intenso em oposição ao remisso\, o assinalar-se e distinguir-se no serviço do Rei Eterno\, que está bem longe do mero contentar da alma; o afeiçoar-se intensamente e fazer oblações de maior estima e momento\, procurando sempre todo o serviço e glória da sua Divina Majestade. \nA vida de Santo Inácio divide-se em três períodos que refletem a grandeza da alma\, a ascensão constante até ao cume. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santo Inácio de Loyola\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a descrição dos «três períodos» da sua vida nas páginas 372-274 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Afonso Maria de Ligório – Bispo\, Doutor da Igreja
DESCRIPTION:Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=OBOmrA0lCyQ\nDistinguia-se sua mãe pela prática da piedade e mortificação. Foi batizado o nosso Santo\, com o nome de Afonso Maria\, a 29 de Setembro de 1696. Nasceu no dia 27. em Marianela\, povoação pouco distante de Nápoles.\nQuanto viria a ser grato a Deus e aos homens\, assim lho predisse S. Francisco de Jerónimo\, da Companhia de Jesus\, dirigindo-se à mãe: «Este menino morrerá velho\, muito velho; não morrerá antes dos noventa anos; será bispo e fará grandes coisas por Jesus Cristo». Com que submissão e docilidade acudia Afonso a receber de sua mãe as salutares instruções que lhe dava! Fugindo dos jogos da puerícia\, amou desde logo o retiro e o silêncio.\nPassados os anos da infância\, foi confiado à direção do padre Tomás Pagano\, sacerdote da Congregação do Oratório de S. Filipe Néri\, homem de provada virtude e doutrina. Confessava-se duas vezes por semana e começou bem cedo a saborear a oração\, a frequentar as igrejas e a venerar com filial respeito a Santíssima Virgem. \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 379-381).
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SUMMARY:XVIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Na liturgia de hoje é fácil ver uma imagem e uma revelação da Igreja: nela se realiza a grande abundância dos bens\, característica dos bens messiânicos. Tem-se essa comunhão de bens no banquete que é sinal de comunhão de vida e de participação nos bens de Deus. E é apresentada na sua vitalidade e fecundidade: toda realizada na fraternidade dos discípulos em torno de Cristo para servir a muitos. O milagre da multiplicação dos pães é o sinal da presença de permanente de Cristo para dar à humanidade de todos os tempos o verdadeiro pão da vida.. A Eucaristia torna aqueles que crêem cada vez mais disponíveis e mais livres para o único serviço: o serviço de Deus e o serviço de todos os homens.. […] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n\n\n\n[…]
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SUMMARY:S. João Maria Vianney\, Presbítero
DESCRIPTION:S. João Maria Vianney\,Sacerdote (1786-1859) –Padroeiro dos Sacerdotes\nJoão Maria foi o nome que o santo pároco de Ars recebeu quando foi baptizado\, no dia 8 de Maio de 1786; vinte e um anos depois\, ao ser confirmado\, escolheu S. João Baptista como padroeiro adicional e passou a assinar-se João Maria Baptista ou João Baptista Maria Vianney. \nPassou a infância numa época de vexames policiais e perseguições religiosas. Na casa do pai\, em Dardilly\, perto de Lião\, o crucifixo e outros emblemas religiosos tinham sido retirados. O pequeno Vianney teve de ir fazer a primeira comunhão\, às escondidas\, na aldeia vizinha de Écully. \nEste é o início da página dedicada ao «Santo Cura d’Ars» no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 390-391).
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SUMMARY:Santa Maria de África | Dedicação de Santa Maria Maior (das Neves)
DESCRIPTION:Imagem gerada pelos algoritmos da Net\nNão é uma celebração universal no calendário litúrgico da Igreja Católica\, mas uma festa local ou regional\, com reconhecimento na diocese de Ceuta e nas dioceses de Cabo Verde\, celebrada como Festa da Virgem Santa Maria de África. \nEsta devoção mariana tem raízes históricas que remontam ao período da presença portuguesa em Ceuta\, no século XV (1421)\, após a conquista portuguesa da cidade\, quando o Infante D. Henrique introduziu a imagem da Virgem na cidade. Com o tempo\, a devoção à Virgem Santa Maria de África espalhou-se para outras regiões de influência portuguesa\, onde foi incorporada ao calendário litúrgico local\, mas é especialmente venerada em Ceuta\, cidade espanhola no norte da África \n*** *** *** \nInterior da Basílica de Santa Maria Maior\, em Roma: teto em caixotões de madeira e mosaico na concha da ábside\, representando a coração de Maria\, com episódios do nascimento e da vida de Cristo\nSanta Maria Maior é a grande igreja mariana de Roma. Chama-se maior desde o século VII ou IX\, por causa da antiguidade e da dignidade. A dedicação a 5 de agosto é assinalada no martirológio jeronimiano com um privilégio raro. A basílica Sicinini foi cristianizada no tempo do papa Libério\, no meio do século IV\, daí o nome de basílica liberiana. Foi restaurada e consagrada em honra da Virgem Maria pelo papa Sisto III\, pelo ano de 435. No alto do arco triunfal deste venerável templo lê-se: XYSTUS EPISCOPUS PLEBI DEI — «Sisto\, bispo\, ao povo de Deus». \nSegundo uma bela lenda medieval\, Nossa Senhora apareceu em sonhos a um patrício\, João\, no tempo de Libério (352-366)\, e disse-lhe que levantasse uma igreja em sua honra no lugar que lhe fosse indicado pela neve. Neve\, em Agosto\, em Roma? Pois bem\, no dia seguinte ela cobria parte da colina chamada Esquilino. Lenda tardia\, que não deixa talvez de relacionar-se com o hábito de deitar do teto flores brancas\, neste dia\, sobre as lajes da basílica… já construída. Tais pétalas nevosas\, a festejarem a Imaculada\, são efeito ou causa da lenda? E a partir do século VII\, figura também lá “Santa Maria ad praesepe”: junto do presépio\, por causa dumas relíquias (agora numa capelinha debaixo do altar-mor) que recordam a gruta de Belém. É nobre esta igreja\, ainda radiosa com a grande alegria que expressou\, logo a seguir ao concílio de Éfeso (431)\, ao proclamar a Theotókos (= Mãe de Deus); igreja toda resplandecente de mosaicos\, de ouros variados mas não estridentes. \n  \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 391-392).
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SUMMARY:Transfiguração do Senhor
DESCRIPTION:Rafael Sanzio\, 1518-20 – Pinacoteca do Vaticano\, Transfiguração. Este quadro\, que mede 410×279 cm\, tem uma réplica em mosaico no interior da Basílica de São Pedro\nA cruz não é o termo. A dor não é o último destino do homem. É um caminho e nada mais… […] Ao regressar de Cesareia\, Jesus chegou\, com os Doze\, em uma tarde de Agosto\, ao sopé do Tabor\, montanha graciosa\, símbolo da felicidade sobrenatural\, do amor beatífico\, do abraço de Deus. Deixou nove discípulos na falda do monte e\, levando consigo Pedro\, João e Tiago\, subiu ao cume\, para orar. […] \nChegando a um lugar tranquilo\, começaram a orar. Jesus prolongou a sua oração\, mas os discípulos estavam rendidos de sono. Adormeceram. «Enquanto Jesus orava transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandecia como o sol e as suas vestes tornaram-se brilhantes e duma alvura extrema\, como a da neve. Neste instante apareceram Moisés e Elias em forma gloriosa\, falando com Ele; e falavam da sua saída (deste mundo)\, que havia de cumprir-se em Jerusalém. \n——————————————– \nLeia a parte restante da longa e bela página que narra o episódio da transfiguração de Jesus no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 393-395).
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SUMMARY:S. Domingos\, Fundador (1170-1221)
DESCRIPTION:Guido Reni\, Glória de S. Domingos (1613-1615) – Bolonha\, Capela de S. Domingos\nNasceu S. Domingos em Caleruega\, província de Burgos e diocese de Osma\, a 24 de junho de 1170\, e morreu a 6 de agosto de 1221. O pai\, Félix de Gusmão\, queria entusiasmá-lo pelas armas; o menino preferia porém andar com a mãe\, Joana de Aza\, grande esmoler\, e com os clérigos e monges. \nTrazendo-o ela ainda no seio materno\, teve uma espécie de visão ou sonho\, em que viu um cão com uma tocha\, segura na boca\, em atitude de pegar fogo ao mundo inteiro. Visitou ela o vizinho sepulcro de S. Domingos de Silos e foi-lhe lá revelado pressagiar aquele sonho a vocação do menino que ela iria dar à luz. […] \nUma viagem pela Europa abriu-lhe os horizontes do seu apostolado. Da Dinamarca seguiu para Roma\, em 1204\, para obter do papa licença para evangelizar a tribo bárbara dos Cumanos\, nos confins do mundo germânico. Inocêncio III orientou-o todavia para a conversão dos Albigenses que infestavam todo o Sul da França. E começa nova fase de sete anos. A pregação da verdade e a austeridade de vida realizaram verdadeiros milagres. […] \nEm Tolosa nasceu a primeira casa dos Irmãos Pregadores\, em 1215. O hábito deles foi o de cónego que usava S. Domingos: túnica branca\, roquete simples e capa negra com capuz. […] \n—————————————————————– \nLeia a parte restante da longa biografia do fundador da Ordem dos Dominicanos no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 400-402).
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SUMMARY:XIX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Deus vem ao encontro do homem especialmente nos momentos de necessidade\, quando ele O invoca com fé. Ele não está nos fenómenos naturais grandiosos e violentos: vento\, terramoto\, fogo; mas no sopro leve da brisa\, como que significando a espiritualidade e a intimidade das manifestações de Deus ao homem. A comunidade cristã vive uma existência atormentada pela hostilidade das forças adversas\, que se manifestam nas perseguições e dificuldade externas e internas. Mas Jesus ressuscitado está presente no meio dos seus; embora invisível\, Ele os assiste. Ele oferece à sua Igreja a vitória sobre as forças do mal e a segurança nas provações\, mas pede como condição essencial uma confiança sem hesitação. \n[…]
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SUMMARY:S. Lourenço\, Mártir (+ 258)
DESCRIPTION:Filippo Lippi\, Museus do Vaticano – Capela de Sixto V (Capela Nicolina): Cenas da vida da São Lourenço (distribuição de esmolas)\nFilippo Lippi\, Museus do Vaticano – Capela de Sixto V (Capela Nicolina): Cenas da vida da São Lourenço\nO papel dos diáconos na primitiva Igreja era de suma importância\, comparável em muito àquele que hoje desempenham os Cardeais da Cúria. Havia sete que ajudavam em tudo o Romano Pontífice\, especialmente na celebração dos divinos mistérios. \nO Arcediago ou primeiro dos diáconos era a personagem mais importante\, logo abaixo do Papa; administrava todos os bens da Igreja. Tudo o que é temporal dependia dele: dirigia a construção dos cemitérios\, recebia as esmolas e conservava os arquivos. Dele dependiam em grande parte todo o clero romano\, os confessores da fé\, as viúvas\, os órfãos e os pobres. […] \n\n\nEste é o início da página dedicada à festa hodierna. Pode ler a parte restante da bela biografia deste mártir dos primórdios da Igreja publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 407-408).
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SUMMARY:S. Clara de Assis\, Virgem
DESCRIPTION:Basílica de Santa Clara\, em Assis e efígie da Santa\, lá sepultada (montagem)\nPouco antes de nascer Santa Clara\, rezando sua mãe a pedir feliz parto\, ouviu uma voz que lhe dizia: «Mulher\, não tenhas medo\, porque darás à luz quem\, com as suas chamas\, iluminará o mundo». Esta a razão por que depois se deu à menina o nome de Clara: aquela que resplandece. \nDesde muito cedo revelou uma abnegação de que são capazes apenas as almas que imensamente amam. Não contente com dar aos pobres o supérfluo\, chegava até a privar-se do necessário para os socorrer. \nDesde a mais tenra infância\, tinham-na enlevado os mistérios do reino sobrenatural\, e o chamamento do espírito tinha-a erguido acima dos gostos próprios da idade. Mesmo das distrações familiares costumava separar-se para rezar o Pai-nosso. […] \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 410-412)\, onde encontra as biografias dos Santos dos outros dias de cada mês\, ou AQUI. \n \n 
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SUMMARY:S. Maximiliano Maria Kolbe\, Mártir (+ 1941)
DESCRIPTION:A 10 de outubro de 1982\, o papa João Paulo II canonizou este seu compatriota\, já beatificado por Paulo VI em 1971. Se o nome de Kolbe é bem conhecido\, muitos aspetos da sua personalidade e do seu apostolado são ainda ignorados por muitos. Antes de morrer no campo de concentração de Auschwitz\, num dom total da sua pessoa aos seus irmãos\, o Padre Maximiliano tinha-se manifestado como arauto da Imaculada\, ao serviço de quem mobilizara todos os recursos dos meios modernos de comunicação. \n[…] \n—————————— \nAssim começa a «Biografia» dedicada à festa hodierna. Pode ler a parte restante no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 416-418)\, onde encontrará também as biografias e notas históricas dos Santos e Santas de todos os outros dias do ano.  Transcrevemo-la também aqui\, com a devida vénia.
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SUMMARY:Assunção da Virgem Santa Maria
DESCRIPTION:Nossa Senhora da Assunção – “Assunta” – Tiziano (Veneza\, Igreja-musei dei Frari)\nAo terminar a sua missão na terra\, Maria\, a Imaculada Mãe de Deus\, “foi elevada em corpo e alma à glória do Céu” (Pio XII)\, sendo assim a primeira criatura humana a alcançar a plenitude da salvação. Esta glorificação de Maria é consequência natural da sua Maternidade divina. É também fruto da íntima e profunda união existente entre Maria e a sua missão e Cristo e a sua obra salvadora. O triunfo de Maria\, mãe e filha da Igreja\, será o triunfo da Igreja\, quando\, juntamente com a humanidade\, atingir a glória plena\, de que Maria goza já. A Assunção de Maria ao Céu\, em corpo e alma\, é a garantia de que também o nosso corpo ressuscitará e assim triunfará da morte. \n\n\n[…] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n*** \nPublicamos na página de proposta de cânticos para a celebração eucarística\, com a devida vénia\, uma apresentação histórica mais desenvolvida desta Solenidade publicada na obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração. Ler \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n \n 
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SUMMARY:XX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Annibale Carracci — Cristo e a mulher cananeia (c. 1594–1595)\nNa conceção do Antigo Testamento\, a humanidade dividia-se em dois blocos: de um lado: Israel\, povo de Deus\, a quem pertence a eleição\, as promessas divinas\, e de outro\, as nações pagãs. A distinção não era só radical ou política\, mas\, antes de tudo\, religiosa. Para um judeu todos os outros eram pagãos os estrangeiros e\, portanto\, pecadores. Pela acção dos profetas e com a experiência do cativeiro\, a palavra de Deus\, que considera iguais todos os homens\, vai penetrando pouco a pouco. Mas é só com Jesus Cristo que se abrem os horizontes a todos os homens\, porque todos são chamados à salvação. Jesus exprime a sua admiração pela fé de estrangeiros: o centurião\, o leproso samaritano\, a cananeia. São as primícias de u ma numerosa multidão de estrangeiros que hão-de aderir à fé\, pois a Igreja por Ele fundada é para todos os povos. \n[…] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido.
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SUMMARY:Santa Beatriz da Silva\, Fundadora (1426-1490)
DESCRIPTION:Fachada do Lar Santa Beatriz da Silva\, em Fátima\nFoi canonizada a dia 3 de outubro de 1976\, depois de ter sido beatificada em 1926\, por Pio XI. \nPaulo VI\, ao canonizá-la\, disse: «Beatriz da Silva nasceu em Ceuta\, cidade do Norte de África\, nessa época sob o domínio da coroa de Portugal. O feliz evento verifi­cou-se em 1426\, muito provavelmente\, embora alguns biógrafos falem de 1424. Nasceu portuguesa\, portanto». Mas não falta quem lhe aponte outras naturalidades: Campo Maior\, Lisboa e Évora. \n… Viveu 30 longos anos na oração e penitência no Convento de S. Domingos\, em Toledo\, dali saiu em 1484\, com mais doze religiosas\, para dar começo à nova Ordem de Nossa Senhora da Conceição\, que foi aprovada pelo Papa Inocêncio VIII\, um ano antes da morte da Fundadora. As freiras vestem de branco com manto azul celeste\, professam especial devoção a Nossa Senhora da Conceição e seguem a regra de S. Fran­cisco. O Corpo de Santa Beatriz jaz em Toledo\, onde faleceu a 9 de agosto de 1490\, com 66 anos de idade… \nAs Concepcionistas de Santa Beatriz da Silva\, que não se devem confundir com outras Concepcionistas de fundação moderna\, são 3.000 no mundo inteiro\, distribuídas em 155 mosteiros de vida contemplativa: Espanha: 95; Brasil: 18; México: 10; Colômbia e Bolívia: 22; Peru e Equador: 7; Bélgi­ca: 2; Portugal: 2 – em Campo Maior e Viseu. \n…………………….. \nDa breve (três páginas e meia) mas densa biografia abaixo mencionada\, refira-se aqui este episódio\, a título de curiosidade: … A beleza de Beatriz era tão extraordinária que um pintor italiano a quis perpetuar e pediu a Dom Rui Gomes autorização para lhe retratar a filha. Beatriz opôs-se tenaz­mente\, pois não lhe consentia o pudor estar sem véu diante de um homem estranho. O pintor insistia e para o conseguir valeu-se dum estratagema. Beatriz serviria apenas para modelo dum quadro de Nossa Senhora. Obrigada pelo pai\, a angelical menina cedeu\, mas sob a condição de ficar com os olhos baixos\, todo o tempo que o pintor trabalhasse. O famoso quadro\, em que Nossa Senhora aparece com as feições da nossa santa\, conserva­-se atualmente na Secretaria da Misericórdia de Campo Maior. \n…………………….. \nPode ler toda a referida biografia de Santa Beatriz da Silva e Meneses no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 11-14).
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SUMMARY:S. Bernardo\, Doutor da Igreja (1094-1153)
DESCRIPTION:Filippino Lippi\, Aparição da Virgem Maria a S. Bernardo (1482-86) – Badia Florentina (Florença)\nBernardo\, confessor e doutor da Igreja\, nasceu em Fontaine-les-Dijon\, França\, no ano de 1094\, e morreu em Claraval\, em 1153. Foi o terceiro dos sete filhos duma nobre família borgonhesa. Aos nove anos entrou na escola de Chatillon-sur-Seine\, que dirigiam uns cónegos. Depressa se descobriram os seus talentos extraordinários. Era artista\, poeta e orador. […] \nEm 1113 entrou\, com 30 jovens nobres\, na recém-fundada e periclitante abadia de Cister. «Isto é loucura»\, diziam-lhe os irmãos assustados. Mas logo eles mesmos lhe seguiram o exemplo. O postulante entusiasta arrastou atrás de si um tio\, quatro irmãos e 25 amigos!Bernardo foi monge perfeito desde o primeiro dia: empenhava-se principalmente na regra do trabalho\, que era um dos pontos capitais da reforma cisterciense. A seguir ao trabalho manual\, a sua ocupação favorita era a leitura da Sagrada Escritura e dos Santos Padres. «As coisas apreciadas na fonte têm mais sabor». Lia meditando\, praticando aquilo a que ele chamava a ruminação dos Salmos. \n[…]\n———————————————— \nEstas são três breves passagens extraídas da página dedicada a este grande monge e pregador. Pode ler a parte restante da sua impressionante biografia publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 433-435).
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SUMMARY:S. Pio X\, Papa
DESCRIPTION:Foi Papa desde 4 de Agosto de 1903 até 20 de Agosto de 1914. Chamava-se José Melchior Sarro e nasceu em Riese\, norte de Itália\, em Junho de 1835. Aluno do seminário de Pádua\, recebeu a ordenação sacerdotal em 1858. Foi coadjutor e depois pároco; em 1867 subiu a arcipreste e em 1875 a cónego de Treviso e diretor espiritual do seminário; em 1879 era vigário-geral da diocese. Em 1884 aceitou\, por obediência\, o bispado de Mântua\, tendo já em 1880 recusado o de Treviso. Em 1893 foi elevado ao cardinalato e três dias mais tarde transferido para Veneza. \n[…] \nAssim começa a breve biografia de S. Pio X publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 436-437). Transcrevemos abaixo\, com a devida vénia\, a parte restante.
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SUMMARY:Virgem Santa Maria\, Rainha
DESCRIPTION:Peter Paul Rubens\, Coroação de Nossa Senhora – Courtaud Instituto of Art Galleria – Londres (1613)\nA Festa de Santa Maria\, Rainha\, foi instituída por Pio XII\, devendo ser celebrada a 31 de Maio. Em virtude da reforma pós-conciliar\, foi transferida como Memória para o dia da oitava da Assunção. Pode ler\, nesta mesma página\, a parte final da encíclica com a qual o Papa instituiu esta celebração e\, AQUI\, o documento integral que o Sumo Pontífice dirigiu no dia 11 de outubro de 1954 “aos veneráveis irmãos\, patriarcas\, primazes\, arcebispos e bispos e outros ordinários do lugar em paz e comunhão com a Sé Apostólica”\, sobre a realeza de Maria e a instituição da sua Festa. \n[…] \n \n  \n 
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SUMMARY:XXI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Peter Paul Rubens (1577-1640)\, São Pedro | Museo del Prado\, Madrid\nNós os cristãos que fazemos parte da Igreja e nos reunimos todos os domingos para celebrar a Eucaristia devemos ser os primeiros a perguntar-nos: “Quem é Jesus Cristop para mim?”. Só ppode responder a esta pergunta quem se encontrou com Ele\, quem fez a experiência opessoal d’Ele. Muitas vezes o encontro pessoal com Jesus e\, portanto\, a resposta pessoal à sua pergunta\, dá-se através do testemunho dos cristãos que despertam o interesse e a curiosidade dos não-cristãos. A fórmula de profissão de fé que os cristãos recitam na Missa corre o risco de ser apenas uma expressão verbal. A fé da Igreja em Jesus deve manifestar-se na vida. Todo o cristão tem a possibilidade de “confirmar” na fé os seus irmãos e ajudar os que ainda não têm fé a encontrar uma resposta. \n[…]
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SUMMARY:S. Bartolomeu\, Apóstolo
DESCRIPTION:Giambattista Tiepolo\, São Bartolomeu\, 1722 – Igreja de San Stae (Veneza)\nJoão chama a este apóstolo Natanael ou dom de Deus; os três Evangelhos Sinópticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Tolmai\, filho de Tolmai. É o mesmo caso de S. Pedro\, que se chamava Simão\, filho de João. O Discípulo amado refere-nos o nome próprio\, e os outros Evangelhos o apelido. Natanael é a mesma pessoa que Bartolomeu. Não há dúvida que os dados evangélicos insinuam a identidade. A primeira entrevista de Natanael com Jesus é quase a única coisa certa que sabemos do Santo. […] \n——————————–\nPode ler a narração desse encontro e a restante biografia publicada deste Apóstolo no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 445-456).
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SUMMARY:Santa Mónica (+ 387)
DESCRIPTION:Benozzo Gozzoli\, Morte de Santa Monica – San Gimignano\, Convento de Santo Agostinho\nNota sobre esta imagem[fonte: http://www.historiaaugustiniana.net/opera/356?]A história de Santa Mónica é o exemplo mais palpável de quanto pode uma mãe na educação dos filhos e de quanto deve a Igreja às mães cristãs. Santo Agostinho confessa que\, depois de Deus\, tudo deve a sua mãe. Por isso\, fala dela com tanto carinho e lágrimas\, quando recorda a sua morte. «Não calarei o que me nasce da alma sobre aquela serva vossa que me deu à luz na sua carne para que nascesse para esta vida temporal\, e em seu coração para a eterna». […] \nA grande obra de Santa Mónica foi a conversão e mudança do seu filho Agostinho. Na África velou pelas companhias e mestres do filho\, pelos seus costumes\, por que se casasse honestamente. Quando soube que o filho projetava trasladar-se a Itália\, resolveu embarcar com ele para continuar sendo o seu anjo da guarda. Mas Agostinho\, a quem estorvava a companhia santificadora da mãe\, conseguiu\, enganando-a\, fazer-se à vela. […] \n_____________________________________ \nPode conhecer a narração desse «acompanhamento-persistência» de uma mãe apostada em «salvar» o próprio filho\, que veio a ser Bispo e Doutor da Igreja\, continuando a ler a breve biografia publicada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que\, com a devida vénia\, transcrevemos AQUI\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 457-459).\n*** \n \n  \n 
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SUMMARY:Santo Agostinho - Bispo\, Doutor da Igreja (354-430)
DESCRIPTION:  \nPhilippe de Champaigne – 1845-50 – Los Angeles County Museum of Art – Museu de Arte do Condado de Los Angeles\, extraída do site: https://formacao.cancaonova.com/igreja/santos/confira-algumas-frases-marcantes-de-santo-agostinho/\nSanto Agostinho\, ornamento da ordem episcopal\, um dos mais brilhantes astros do orbe cristão\, e tão distinto entre os doutores da Igreja\, nasceu em Tagaste\, cidade da Numídia\, em África\, no dia 13 de novembro de 354\, de família honrada\, […] \nCedo começou a sobressair… pela superior valentia do seu engenho\, distinguindo-se particularmente no exercício da eloquência. Deram a seu pai informações tão vantajosas da sua rara compreensão e extraordinários talentos\, que aos dezasseis anos de idade o retirou de Madaura e o enviou a Cartago\, para que ali continuasse os estudos. Mas\, enquanto dispunha a viagem para aquela cidade\, demorou-se um ano em Tagaste sem se aplicar a coisa alguma\, em casa de seus pais; e\, neste tempo\, fazendo os seus costumados estragos a ociosidade\, entregou-se sem freio a toda a casta de dissoluções. Aflita em extremo\, a piíssima mãe fazia quanto podia para que o filho se emendasse. […] \nSendo já Agostinho a admiração dos sábios pela perfeita compreensão de todas as obras de Aristóteles e por sua celebrada eloquência\, ensinou retórica em Cartago aos vinte anos de idade; e crescendo nele a ambição com o aplauso\, resolveu passar a Roma. […] \nNo ano de 393 assistiu ao concílio de Hipona\, convocado por Aurélio\, bispo e primaz de Cartago\, no qual\, a rogo dos padres\, compôs a obra da Fé e do Símbolo\, que é admirável compêndio da doutrina cristã. No mesmo ano\, publicou vários escritos contra os donatistas e maniqueus\, declarando-se o açoite de todos os hereges. […] \nBasta ler os Solilóquios\, as Meditações e as Confissões para reconhecer o fogo do amor de Deus que o consumia\, e o bom fundamento com que o pintam com o coração na mão\, todo cercado de chamas. […] \nOs sumos pontífices\, e até mesmo os concílios têm feito magníficos elogios da doutrina de Santo Agostinho e de seus escritos. O Papa S. Celestino engrandece a sua fé\, e chama-o\, com outros pontífices\, seus predecessores\, um dos primeiros doutores da Igreja. S. Paulino apelida-o sol da terra; S. Jerónimo\, o inimigo do erro; e Sulpício Severo\, industriosa abelha que sustenta os fiéis com o mel da sua doutrina e com o ferrão transverbera de lado a lado os hereges. […]\n__________________________________ \nPorque ocuparia aqui um espaço desproporcionado\, leia aqui a longa biografia deste Santo que preenche as páginas 460-467 da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003. \nConsulte também esta página\, onde se se encontram publicados alguns artigos sobre os padroeiros da Diocese de Leiria-Fátima e outros santos de relevo na sua história \n__________________________________ \n  \n\n“Tarde te amei\, ó beleza tão antiga e tão nova\, tarde te amei! Eis que estavas dentro e eu fora. Estavas comigo e não eu contigo. Exalaste perfume e respirei. Agora anelo por ti. Provei-te\, e tenho fome e sede. Tocaste-me e ardi por tua paz.”
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