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SUMMARY:S. Martinho de Dume\, Bispo (+ 579)
DESCRIPTION:Oriundo da Panónia\, atual Hungria\, dirigiu-se ainda jovem ao Oriente\, onde professou vida regular: estudou o grego e outras ciências eclesiásticas em que muito cedo se distinguiu\, até ser classificado\, pelo eminente Doutor Santo Isidoro\, como ilustre na fé e na ciência. Também Gregório de Tours o considerou entre os homens insuperáveis do seu tempo. \nRegressando do Oriente\, dirigiu-se depois a Roma e França\, onde travou conhecimento com as personagens por então mais insignes em saber e santidade. Sobretudo\, quis visitar o túmulo do seu homónimo e compatriota\, S. Martinho de Tours\, que desde então ficará considerando como seu patrono e modelo. Foi também por essa altura que Martinho se encontrou com o rei dos Suevos\, Charrarico\, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica\, em 550\, onde\, com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa\, se espalhara o arianismo. \nPara acorrer a tantos males\, não tardou Martinho em planear e pôr em marcha o seu vigoroso apostolado. Num mosteiro\, edificado pelo mesmo rei\, em Dume\, mesmo ao lado de Braga\, assenta o grande apóstolo dos suevos os seus arraiais\, como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A igreja do mosteiro é dedicada a S. Martinho de Tours\, e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo bispo de Braga já em 556\, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade. Com a subida ao trono do rei Teodomiro (559)\, consumava-se o regresso dos Suevos ao catolicismo\, deixando o arianismo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:S. Frutuoso\, Bispo (+ 665)
DESCRIPTION:Quase uns 90 anos depois de S. Martinho de Dume falecer\, é S. Frutuoso que vem presidir na Sé de Braga\, depois de\, também como ele\, ter estacionado na de Dume. E\, como aquele\, também Frutuoso procede de além-fronteiras\, este último da diocese de Astorga. Tomou posse de Braga em 656. \nA vida monástica gozava então de honra e estima\, como o refúgio ou terra privilegiada da virtude e cultivo da ciência\, primariamente da ciência e cultura sagradas. Por isso\, S. Frutuoso surge como o assíduo e incansável cultor do monaquismo e fundador de uns dez mosteiros. Primeiro\, vários na Hispânia que cedo se tornaram célebres\, em várias e distantes províncias\, percorridas nesta audaciosa propaganda de fundações monásticas. […] \nNo mosteiro\, imensa colmeia humana\, o trabalho dos diferentes campos e oficinas supria às necessidades gerais; mas cada qual devia industriar-se e servir-se\, para dar aos outros o mínimo de trabalho possível. Para isso\, competia ao abade fornecer a todos sovelas\, agulhas e linhas de diferentes castas\, para coser\, consertar e remendar os vestidos. Foi o Santo o fundador\, entre nós\, dos mosteiros-refúgios. \nFaleceu a 16 de abril de 665\, no mosteiro de S. Salvador de Montélios\, por ele fundado. Levadas as suas relíquias para Compostela em 1102\, num gesto ambicioso de coisas sagradas\, foram restituídas novamente a Braga\, por ocasião das celebrações centenárias de S. Frutuoso\, em 1965-66. \n\nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:S. Geraldo\, Bispo (+ 1108)
DESCRIPTION:Estátua de São Geraldo na Sé Catedral de Braga\nDepois da influência tão benéfica do monaquismo\, como referimos acima\, a pro­pósito de S. Frutuoso\, maior expansão ganhou ainda aquela força espiritual e social\, educadora e diretora da Europa\, durante séculos\, com o aparecimento da reforma de Cluny\, inspiração da grande alma de S. Bernardo. Ainda em sua vida eram já cinco\, só na Galiza\, os mosteiros desta nova regra\, cujos monges tanto se notabilizaram\, em virtude e saber\, em grande número e por toda a parte. Um deles foi S. Geraldo\, mais outro antístite bracarense vindo do estrangeiro\, nascido de família nobre e altamente religiosa\, na diocese de Cahors\, na França. […] \nDepois da invasão árabe\, Braga foi restaurada como diocese com o bispo D. Pedro\, em 1070\, e como metrópole (arcebispado) com S. Geraldo\, em 1101. O conde portucalense D. Henrique\, parente de Santo Hugo\, abade de Cluny\, interessou-se por que ficasse a ocupar a Sé de Braga o monge cluniacense Geraldo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).\nLiturgia das Horas de Santos do mês de dezembro
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SUMMARY:Santa Luzia\, Virgem e Mártir
DESCRIPTION:Estátua de S. Luzia\, na capela que lhe é dedicada em plena Serra d’Arga\, no Minho\, tirada em 25/5/2007.\nFoi martirizada em Siracusa\, na Sicília\, sua cidade natal\, nos fins do século III ou princípios do IV\, embora o ano exacto não conste com certeza. O seu culto e a devoção para com ela são muito antigos e universais. Em Roma há pelo menos vinte igrejas com o seu nome. Uma inscrição de fins do século IV\, encontrada por Orsi\, na catacumba de Siracusa\, fala-nos duma Euskia\, irrepreensível\, boa a pura\, que viveu quase cinco lustros e morreu «na festa da minha Senhora Luzia\, para quem não há elogios que bastem». \nPara a generalidade dos críticos modernos\, as Actas do martírio de Santa Luzia apresentam-se como suspeitas e pouco seguras. Um fundo indiscutível e inteiramente certo é este: Luzia tinha consagrado a sua virgindade a Cristo e renunciado ao seu rico património em favor dos pobres. Citada como cristã diante do Prefeito de Siracusa\, viu­-se ameaçada na sua honra e por fim condenada a morrer à espada. Está provado que era já honrada em Siracusa no princípio do século V. S. Tomás de Aquino fala dela duas vezes na sua Suma Teológica. Vejamos agora o que nos dizem as Actas. \nO pai de Santa Luzia morreu cedo e a mãe\, Eutícia\, tratou de a casar com um cavalheiro rico\, mas pagão. Ela\, desejando conservar a virgindade\, foi atrasando o casa­mento quanto pôde\, com a ideia de encontrar ocasião propícia para dissuadir a mãe. Ofereceu-lhe ensejo uma prolongada e molesta doença da mãe. Como a hemorroi­dária do Evangelho\, Eutícia gastou muito com médicos e remédios\, sem resultado. \nEm toda a Sicília eram célebres os milagres que realizava o Senhor por interces­são de Santa Águeda de Catânia. Luzia recomendou à mãe que se encomendasse com fé à Santa e que fizessem juntas uma peregrinação ao sepulcro dela. Dirigem-se a Catânia\, mãe e filha; a esperança que tinham não ficou desiludida. A mãe voltou para Siracusa inteiramente curada. \nEra o momento oportuno para revelar o propósito que tinha a nossa Santa de imi­tar Águeda e de conservar\, como ela\, o seu coração para Cristo. Pediu-lhe também que lhe desse o dote para o repartir entre os pobres. Resistiu a mãe algum tanto\, dizendo que esperasse que ela fechasse os olhos para as coisas da terra. \nLuzia soube insistir e convencê-la; por fim\, ela cedeu. A generosa distribuição dos bens chegou bem depressa aos ouvidos do noivo\, que se pôs a averiguar o motivo de tanta liberalidade: a fé cristã da sua noiva. Teve tal aborrecimento que se foi logo apre­sentar diante de Pascásio\, prefeito da cidade\, e acusou Luzia de ser cristã e inimiga do culto oficial. \nLevada diante do juiz\, confessou destemidamente e negou-se a sacrificar aos deu­ses falsos do Império. Disse ter outro sacrificio\, que agradava ao único Deus verdadeiro. Era o da esmola para valer às necessidades das viúvas\, dos órfãos e dos pobres em geral. Havia três anos que estava a oferecê-lo e já unicamente lhe faltava o completo holocausto da sua vida. Quis o prefeito levar à desonra a virgem cristã\, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito\, várias juntas de bois não foram capazes de a levar. As chamas do fogo também se mostravam impotentes\, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois. \n  \nEsta breve biografia de S. Luzia foi extraída do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 396-397). \n  \n 
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SUMMARY:S. João da Cruz\, Presbítero e Doutor da Igreja (1542-1591)
DESCRIPTION:Perto de Ávila\, na Espanha\, encontra-se Fontiveros. Lá nasceu João de Yepes\, no ano de 1542. Os pais\, Gonçalo e Catarina\, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco\, Luís e João. Mas Luís morreu de poucos anos. Catarina pediu ajuda aos parentes do seu defunto marido\, por terras toledanas. Mudou para Arévalo e depois para Medina del Campo. \n……………… \nPode ler aqui a parte restante da longa biografia deste Santo que se encontra publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 398-402). \n \nRecordemos brevemente as suas obras literárias. Valeram-lhe\, em 1926\, o título de doutor da Igreja. (Tinha sido canonizado em 1726). \nAs obras maiores são vários poemas\, maravilhosos poemas\, que o levantaram ao cume do lirismo em geral: poesia pura\, simbólica e ardente\, cujo mistério se mantém inexplicável\, apesar da sua simplicidade humana e dos antecedentes literários\, bíblicos e extrabíblicos\, que pretendamos encontrar-lhes. \nAs obras que em prosa interpretam aqueles poemas são bem conhecidas: Subida do Monte Carmelo\, Noite escura da alma (estas duas formam parte dum todo\, que ficou afinal por terminar)\, Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas\, o itine­rário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens debaixo de todos os aspetos. «Nada\, nada\, nada… Nem isto nem aquilo…» […] \nJoão da Cruz é o doutor místico por antonomásia\, da Igreja\, o representante prin­cipal da sua mística no mundo\, a figura mais egrégia da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi tomado como patrono da rádio\, pois\, quando pregava\, a sua voz chegava até muito longe. \nEsteve em Portugal\, em 1585\, para presidir a um capítulo da sua Ordem. Bem alto se mostrou quando\, em Lisboa\, mesmo rogado e instado\, se negou decididamente a visitar certa freira pseudo-estigmatizada\, que alguns\, com Fr. Luís de Granada\, tinham por verdadeira santa. Pelos seus ditos breves e sentenciosos\, também Santa Teresa lhe chamava o seu Senequita; e como a mesma Santa começou – com ele\, dotado de pequena estatura\, e com mais outro frade de maior talha – a reforma dos frades carmelitas\, ela dizia que já tinha para ela «un fraile y medio». Mas como os reformadores não se medem aos palmos\, os desígnios de Deus realizaram-se. \n  \n 
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SUMMARY:Conversão de S. Paulo (+ ano 34)
DESCRIPTION:Basílica de San Paolo fuori le Mura | Roma\nConclusão do Oitavário pela unidade da Igreja. \nForam tão grandes os benefícios que a Igreja recebeu da poderosa mão de Deus pelo ministério de S. Paulo que\, em sinal de agradecimento\, quis celebrar particularmente a memória da conversão do glorioso Apóstolo.\nEstabeleceu\, pois\, a Igreja uma festa para dar graças a Deus pela conversão deste Apóstolo\, pela sua divina vocação e pela sua missão especial de pregar o Evangelho aos Gentios. Estes três favores\, que Jesus Cristo fez a S. Paulo no momento da sua conversão\, constituem o objeto principal desta festividade. \n[…] \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPode ler AQUI MESMO a parte restante desta breve biografia\, extraída da obra de José Leite\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O.\, Braga 2003\, pp. 90-92.
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SUMMARY:São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto
DESCRIPTION:Este ano\, nesta data\, a Igreja celebra a liturgia do Sábado depois das Cinzas\, mas pode celebrar-se a memória de Ss. Francisco e Jacinta Marto e\, na Diocese de Leiria-Fátima\, é dia Festa. \nDas curtas vidas de Francisco e de Jacinta Marto\, «as duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas»\, como João Paulo II lhes chamou\, há poucos registos biográficos. A mais importante fonte para o conhecimento sobre eles é constituída pelas Memórias de sua prima.\nNascidos ambos em Aljustrel\, com menos de dois anos de intervalo\, morrem pouco tempo depois das Aparições\, tal como Nossa Senhora lhes tinha anunciado: «a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu [Lúcia] ficas cá mais algum tempo» (13 de junho de 1917).\nVidas breves\, mas suficientes para que a Igreja Católica reconhecesse\, pela primeira vez na sua história de 2000 anos\, a “heroicidade das virtudes e a maturidade de fé de crianças não-mártires”\, por decreto de João Paulo II\, de 13 de maio de 1989\, que abriu o precedente para o reconhecimento da sua santidade.\nCanonização em Fátima\, às 10h26 de 13 de maio de 2017\nFrancisco e Jacinta Marto foram canonizados no Santuário de Fátima\, a 13 de maio\, durante a Missa da primeira Peregrinação Internacional aniversária do Centenário das Aparições\, presidida pelo Papa Francisco.\nTornaram-se assim nos mais jovens santos não-mártires da história da Igreja Católica. […] \nLer + 
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SUMMARY:Cadeira (Cátedra) de S. Pedro\, Apóstolo
DESCRIPTION:A Igreja celebra hoje a chamada “Cadeira de S. Pedro”. Cadeira significa assento de honra – com espaldar e até almofada – em que se sentava quem tinha autoridade de juiz ou de mestre. Por isso\, a cadeira por excelência é a do Bispo\, juiz e ao mesmo tempo mestre; e chamam-se catedrais as igrejas onde se encontra a cadeira ou cátedra do magistério episcopal.\nA igreja de S. Pedro em Roma poder-se-ia chamar a catedral das catedrais. Na verdade\, aquela cadeira que se encontra em cada igreja episcopal é\, em S. Pedro do Vaticano\, símbolo dum magistério universal e está colocada na mais destacada evidência. Ao lado\, na verdade vive de há séculos o Papa\, embora tenha a Sé episcopal mais longe\, em S. João de Latrão.\nEntrando na basílica vaticana\, logo se descobre no fundo\, já de longe\, aquilo que alguém chamou um deslumbrante ciclone dourado. \n[…] \nPara continuar a ler:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003 – pág. 192-193.
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SUMMARY:VII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Temos que amar os nossos irmãos\, sempre e na medida em que Cristo nos amou. Amá-los\, apesar dos ódios e injustiças de que possamos ser vítimas. Amar os mesmos inimigos\, não por passividade\, mas pelo dinamismo do Amor. \n[…] \nPode ler todo o comentário  do P. Manuel da Silva Gasparna página com a \n \n*** \nConvidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde\, além de informações e materiais preciosos\, incluindo publicações diversas\, encontra as leituras bíblicas\, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico\, nomeadamente o Martirológio. HOJE \nOs botões com os títulos dos cânticos propostos a seguir estão ligados às respetivas partituras – em formato PDF – que incluem uma versão instrumental das respetivas melodias. Para quaisquer dúvidas\, comentários ou pedidos\, não hesite em contactar o titular do site\, utilizando este formulário. \n 
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SUMMARY:VIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Numa sociedade\, em que\, tão prodigiosamente\, aumentam os recursos materiais\, sem que deixe de subsistir a mais escandalosa miséria\, o cristão pratica a justiça social\, põe em prática a comunicação de bens e promove o progresso social na ordem económica\, para que todos os homens possam viver uma vida digna de filhos de Deus.\nA 1ª leitura\, de Ben-Sirá\, diz-nos que a nossa palavra\, se é reflexo de vida cristã autêntica\, é anúncio da Boa Notícia da Salvação. Por ela Cristo prolonga a sua missão profética.\nA 2ª leitura\, da Primeira Epístola de S. Paulo aos Coríntios\, ensina-nos que Cristo venceu com a sua Ressurreição o último inimigo\, que é a morte. Graças a este triunfo\, nós\, que pelo Baptismo fomos libertados da morte moral\, o pecado\, ficámos com o caminho aberto para a vitória total\, para a vida de glória\, da qual participará também o nosso corpo mortal e corruptível\, transformado em imortal e incorruptível\, à semelhança do Corpo de Cristo\, quando ressuscitou do sepulcro.\nA 3ª leitura\, de S. Lucas\, diz-nos que quem quiser anunciar aos homens a Boa Notícia da Salvação tem de primeiro conhecê-la. Quem quiser corrigir os outros deve\, antes de tudo\, aplicar a si a doutrina comunicada. Só assim será árvore rica em frutos. \n\n\nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nNo SITE https://www.liturgia.pt/\, além de informações e materiais preciosos sobre a Liturgia Católica\, incluindo publicações diversas\, encontra também uma Agenda Litúrgica para cada dia do Ano Litúrgico — ver HOJE. \nOs botões dos cânticos propostos estão ligados às respetivas partituras – em PDF (Portable Document Format).\nPara quaisquer dúvidas ou pedidos contacte o titular do site\, utilizando este formulário.
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SUMMARY:Segundo Domingo da Quaresma
DESCRIPTION:Basílica da Transfiguração | Monte Tabor\nApesar de o homem ter esquecido o seu destino sobrenatural\, Deus\, tomando a iniciativa do diálogo\, vem ao seu encontro\, revela-Se-lhe e deseja estabelecer com ele relações pessoais de amizade. A aliança feita com Abraão e outras que se lhe seguiram são preparação da aliança definitiva realizada em Cristo. A esta prova de confiança dada por Deus\, o homem só pode responder como Abraão com a disponibilidade total\, disponibilidade que não suprime as dificuldades do caminho. Mas o nosso caminho de dor levar-nos-á sempre à nossa transfiguração em Cristo. \nConvidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde\, além de informações e materiais preciosos\, incluindo publicações diversas\, encontra as leituras bíblicas\, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico\, nomeadamente o Martirológio. HOJE
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SUMMARY:S. Filipe e S. Tiago\, Apóstolos
DESCRIPTION:Filipe foi natural de Betsaida\, na margem do lago da Galileia. Tinha casa\, mulher e três filhas pequenas quando Jesus o chamou para o apostolado com aquele «segue-Me»\, que nos deixou S. João no Evangelho. Desde esse momento\, Filipe não vive senão para Jesus e para a sua causa. […] \n Tiago\, o Menor\, chamado assim pela estatura ou pela idade\, tem um título que o torna credor de especial veneração: é parente do Senhor\, segundo a carne. Nasceu em Caná\, perto de Nazaré. Sua mãe\, Maria\, e seu pai\, Cléofas\, pertencem à mesma família que S. José. É talvez sobrinho de S. José por parte do pai. Tinha um irmão que se chamava Judas\, distinto do traidor. Os dois foram escolhidos para o apostolado. Depois não se fala de S. Tiago\, senão para ser dito que o Senhor lhe apareceu nos dias da Ressurreição. \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre a Festa dos Apóstolos Filipe e Tiago\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 18-19).
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SUMMARY:V Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Giotto – Jesus lava os péis aos seus discípulos | Capella degli Scrovegni (Pádua)\nA maior aspiração do homem do nosso tempo é construir um mundo novo\, em que a injustiça e a exploração do homem pelo homem não possam ter lugar. Este anseio responde plenamente aos desígnio s de Deus. Insere-se também no plano de libertação evangélica\, que visa a destruição do pecado e de todas as suas consequências. O mundo novo não pode construir-se sem Deus ou contra Deus. Não pode também surgir do ódio\, da luta\, da violência\, pois a força propulsora da história não é a violência\, mas o amor. \n[…]
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SUMMARY:Visitação de Nossa Senhora
DESCRIPTION:Raffaello Sanzio | Visitação – Museu do Prado\nO primeiro desejo de Maria\, após a anunciação do Anjo\, foi ver a sua prima Isabel\, a anciã que\, sendo estéril\, concebera um filho. Este menino há de ser João Baptista\, o Penitente do Deserto\, o Pregador de fogo que virá preparar a chegada de Jesus\, o Mensageiro fiel que desaparecerá quando aparecer o Rei. Foi então que Maria subiu\, solícita\, a auxiliar sua prima\, avançada em anos. \n  \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa da Visitação de N. Senhora\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 127-128). \n \n 
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SUMMARY:Os primeiros Mártires da Igreja de Roma (+ 64-67)
DESCRIPTION:Na Praça de S. Pedro\, no Vaticano\, e nas vizinhanças\, deram-se os horrores da perseguição de Nero. Estamos no local dos jardins de Agripina\, mulher de Germânico\, os quais dela passaram para o filho\, Calígula\, e assim deram entrada no património imperial. Calígula construiu neles um circo e um lago (naumaquia)\, e o filho doutra Agripina\, Nero\, fez mais tarde a ponte de ligação com a outra margem do Tibre\, onde se encontra a maior parte da Roma antiga. \nDo lado sul da Basílica Vaticana\, há um recinto pequeno\, chamado ainda hoje Praça dos Protomártires (= primeiros mártires) Romanos. As iluminações\, que lá se veem na noite de 26 de Junho\, evocam as fogueiras que\, pelo ano 64 ou 65\, extinguiram\, ou sublimaram\, humildes e heroicas vidas humanas. \nEste é o início do capítulo sobre os primeiros mártires\, em Roma\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler a parte restante das mesmas na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 252-254).
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SUMMARY:S. Joaquim e Santa Ana
DESCRIPTION:Giotto | Encontro de Joaquim e Ana na Porta de Ouro – Capella degli Scrovegni\, Pádua (1303-1305)\nDos pais da Santíssima Virgem nada nos transmitiram os escritos inspirados do Novo Testamento. O pouco que sobre eles conhecemos deve-se a vários livros apócrifos\, como o Proto-Evangelho de S. Tiago\, o Pseudo-Mateus e o Evangelho de Maria\, que apresentam sempre um núcleo de verdade e história\, embora em muitas coisas sejam lendários. \nO pai de Santa Ana chamava-se Mátan e era natural de Belém; o marido dela era galileu e chamava-se Joaquim. A Igreja recebeu e consagrou os nomes de Ana e Joaquim\, e é também muito universal e antiga a tradição sobre a esterilidade e senilidade de ambos os esposos\, quando Deus os abençoou com o nascimento da Virgem Maria. \nO culto de Santa Ana e de S. Joaquim é antiquíssimo\, sobretudo entre os Orientais… \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de S. Joaquim e Santa Ana no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na página 361 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou diretamente aqui.
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SUMMARY:S. Teresa Benedita da Cruz\, virgem e mártir
DESCRIPTION:Última de 11 irmãos\, nasceu em Breslau\, a 12 de outubro de 1891\, no dia em que a família festejava o «Dia da expiação»\, a grande festa judaica. […] \nComeçou a estudar germanística e história\, na universidade de Breslau\, mas o seu verdadeiro entusiasmo ia para a filosofia; interessavam-lhe também os problemas da mulher. \nEm 1913 vai para Gotinga\, a fim de assistir às aulas de Edmund Husserl\, do qual há de ser assistente e com o qual fará o seu doutoramento. Nesta cidade encontrou também o filósofo Max Scheler e este encontro proporcionou-lhe a atração para o catolicismo. \nCom o estalar da guerra mundial\, resolveu fazer o curso de enfermeira […] \nEdith volta para Breslau. Escreve artigos em várias publicações\, mas lê também Kierkegaard e os «Exercícios Espirituais» de Santo Inácio de Loiola. […] \nEm 1932 é-lhe atribuída uma cátedra numa Instituição católica\, onde desenvolve a sua própria antropologia\, encontrando a maneira de unir ciência e fé. \nEm 1933 a noite fecha-se sobre a Alemanha. Edith Stein tem que deixar a docência e ela própria declarou nessa altura: «Tinha-me tornado uma estrangeira no mundo». \nEm 14 de Outubro desse mesmo ano\, entra para o mosteiro das Carmelitas de Colónia\, passando a chamar-se Teresa Benedita da Cruz. […] \nA 2 de Agosto de 1942 chega a Gestapo. […] No amanhecer de 7 de agosto\, parte\, com a irmã e um grupo de 985 judeus\, para Auschwitz. No dia 9\, a irmã Teresa da Cruz\, juntamente com a sua irmã Rosa\, morre nas câmaras de gás. \nÉ beatificada a 1 de maio de 1987\, em Colónia\, e a 11 de outubro de 1998 teve lugar a sua canonização\, na praça de S. Pedro\, em Roma. A 1 de outubro de 1999\, é declarada co-padroeira da Europa\, juntamente com Santa Brígida da Suécia e Santa Catarina de Sena. \n\n\n\n—————- \nPode ler a biografia integral publicada na obra “Santos de Cada Dia” I – Maio – Junho – Julho – Agosto | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003 – páginas 403-404.
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SUMMARY:Santa Teresa do Menino Jesus\, Religiosa\, Doutora da Igreja (1873-1897)
DESCRIPTION:A vida de Teresa do Menino Jesus e da Santa Face\, no convento\, resume­-se em poucas linhas: observância perfeita e amorosa das regras e constituições da Or­dem. Generosidade até aos mínimos pormenores na obediência e na caridade com as suas companheiras. Pobreza delicada e minuciosa. Sorriso nos lábios sempre. Alegria no re­creio. Igualdade de trato com todas. \n….\nEsta é uma breve passagem da biografia\, comovedora\, desta santa extraordinária – beatificada em 1923\, canonizada em 1925\, proclamada padroeira de todas as missões em 1927 e doutora da Igreja em 1997 – que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 109-114).
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SUMMARY:S. Francisco de Assis\, fundador da Ordem dos Franciscanos – (c. 1181-1226)
DESCRIPTION:A chamada «Gruta de S. Bento»\, em Subiaco\, tornou-se lugar de culto já a partir do séc. VI. Um dos frescos que lá se podem admirar representa S. Francisco de Assis\, que visitou Subiaco\, como peregrino\, em 1223\, acompanhando o cardeal Ugolino\, futuro Papa Gregório IX. É considerado uma «verdadeira imagem» do fundador dos Franciscanos.\nNasceu em Assis\, na Umbria\, Itália\, entre 1181 e 1182; deram-lhe o nome de João no batismo\, mas uma circunstância casual – o facto de o pai se encontrar na França quando ele veio à luz – determinou que fosse sempre designado com o nome de Francis­co\, quer dizer\, Francês. \nNão nasceu santo\, pois até aos 25 anos viveu como um de tantos outros jovens: alegre\, divertido e amigo de festas\, tão esbanjador e pródigo que entre os parentes dizia­-se: mais parece um príncipe que o filho de Pedro Bernardone. \nNão longe de Assis\, havia uma igreja de S. Damião\, que ameaça­va ruína. Francisco entrou para orar e ouviu a um Santo Cristo: «Francisco\, vai e repara a minha igreja»… \nA Porciúncula\, uma ermida de Nossa Senhora\, foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros\, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola\, trabalhavam no campo\, pregavam\, visitavam e consolavam os doentes… \nEm 1215\, em Roma\, ouviu falar Inocêncio Ill sobre a letra Tau\, como sinal de penitência e de nova vida. «Tau é a última letra do alfabeto grego e representa a forma da cruz\, antes que se lhe pusesse o INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus). \nEm 1217\, visitou novamente Roma\, a seguir a França\, e em junho de 1219 embar­cou para o Oriente: Chipre\, S. João de Acre e Egipto. Em Damieta\, pregou o Evangelho na própria corte do Sultão. Voltou em 1220 a S. João de Acre\, na costa da Síria\, e peregri­nou até aos Lugares Santos\, «tendo o coração cheio de ansioso respeito pela terra que tinha pisado o Divino Mestre». \nQuando voltou a Itália\, no Verão de 1220\, encontrou a Fraternidade dividida… \nEm 1224\, no retiro do Monte Alverne\, chegou à máxima união a Cristo Senhor com a impressão das cinco chagas no seu corpo… \nEm S. Damião compôs o hino do Irmão Sol e a seguir retirou-se para morrer na Porciúncula. As sombras cobriam a planície\, mas os cumes estavam iluminados pelo Sol\, símbolo da fraqueza corporal de Francisco e da grandeza espiritual. \nA 16 de Julho de 1228\, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX. \n………………………………………………………………………\nEstas são algumas passagens retiradas da breve biografia do fundador da Ordem mendicante dos Frades Menores\, que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 122-124) e que aqui se transcrevem com a devida vénia.
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SUMMARY:XXVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia da Palavra deste domingo fala-nos da fé. Mas esta não se reduz a um mero conhecimento teórico das verdades reveladas por Deus. Embora a suponha\, a fé é mais que ilustração\, mais do que a própria teologia. A fé é encontro pessoal com Deus\, que sai ao nosso encontro por meio da sua Palavra\, Jesus Cristo. A fé é uma opção fundamental e radical por Deus\, confiando totalmente n’Ele; é um compromisso capaz de orientar toda a nossa vida segundo o estilo de Jesus: mente\, coração e comportamento\, relações humanas\, amor e trabalho\, vida e morte. Tanto assim é\, que “o justo vive pela fé”. \n[…] \n 
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SUMMARY:Nossa Senhora do Rosário
DESCRIPTION:Luca Giordano\, Nossa Senhora do Rosário\, 1657\nO Rosário é devoção sumamente meritória…\, sumamente impetratória…\, é verdadeiro alimento espiritual… Na reza do terço aumenta-se em nós a fé e a esperança de por Maria obtermos a abundância da divina misericórdia…\, acende-se em nosso coração a caridade\, o amor\, a gratidão a Jesus e Maria\, que tanto fizeram pela nossa salvação. Ao mesmo tempo desperta-se em nossa alma o desejo de seguir-lhes as pegadas e pertencer-lhes inteiramente. O nosso espírito enleva-se na contemplação dos grandiosos exemplos que se nos deparam nas pessoas de Jesus e Maria. \n……………………………..\nAprofunde o valor destas afirmações e conheça outros significados da festa de hoje lendo a apresentação que é feita\, de modo esquemático e bem desenvolvida\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 138-141).
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SUMMARY:XXVIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Imagem: Gebhard Fugel – “Christus und die Aussätzigen” – Cristo e os Leprosos \, fotografado pelo Autor na Exposição “Gebhard Fugel 1863-1939. Von Ravensburg nach Jerusalem”. Galeria Fähre\, Antigo Claustro\, Bad Saulgau\, 2014)\nDeus não tem preferências. Todos os homens\, independentemente da sua posição social\, riqueza\, religião ou cultura\, são pertença do seu Reino. E são-no já aqui na terra. Pelo que\, sendo os pobres abandonados es esquecidos da sociedade\, Ele Se identificou com eles. O que é preciso é ter fé. Os milagres de Jesus supõem a fé: “A tua fé te salvou”. São sinais da presença salvadora do Reino de Deus e parte integrante da Boa Nova\, que Cristo anunciou com palavras e obras.
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SUMMARY:S. Lucas\, Evangelista
DESCRIPTION:  \nSão Lucas mostra o seu quadro da Virgem Maria – Guercino (1591-1666)\nLucas é uma das figuras mais simpáticas do Cristianismo primitivo. Homem de posição e qualidades\, de formação literária\, de profundo sentido artístico e divino\, entre­ga-se plenamente ao Cristianismo logo que toma conhecimento dele na sua cidade\, Antioquia\, a grande metrópole romana do Oriente; subjuga-o a grandeza de S. Paulo e converte-se no mais fiel e incondicional dos seus discípulos. Toda a sua ciência médica e literária põe-na à disposição do grande Apóstolo\, entrega-lhe a sua pessoa e segue-o para toda a parte\, como a sombra ao sol. Por isso\, o seu Evangelho pode cha­mar-se «o Evangelho de S. Paulo». É considerado o Padroeiro dos médicos\, por também ele ter exercido esse ofício\, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4\, 14): «Saúda-vos Lucas\, nosso querido médico». \n…………………………………….. \nComeça assim a breve apresentação deste evangelista\, que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 185-187).
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SUMMARY:XXIX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:O tema da liturgia deste domingo é a oração\, a oração litúrgica e o seu prolongamento que é a nossa vida\, que deve ser oração e diálogo de fé com Deus. A oração\, quando é autêntica como a que Jesus ensinou e praticou\, brota de uma fé viva\, expressa-a e alimenta-a. O problema da oração é sempre questão de fé\, quer se trate da prática ou da eficácia da oração. Precisamos da oração\, como a terra árida ressequida clama desesperadamente pela água que a vivifique\, porque a oração faz germinar a fé adormecida. Não esqueçamos que a oração não é somente para pedir coisas; também há a oração de louvor e a de acção de graças a Deus. \n99º Dia Mundial das Missões | Mensagem do Papa Francisco
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SUMMARY:XXX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A liturgia deste domingo diz-nos das condições para sermos aceites por Deus. E elas resumem-se no reconhecer a nossa pobreza e miséria diante d’Ele e confiar totalmente na sua misericórdia. As chamadas nossas boas obras são o fruto e não a causa da nossa confiança. Pergunta S. Paulo: “Que tens tu que não hajas recebido? E\, se o recebeste\, porque te glorias como se o não tivesses recebido?” (1 Cor 4\,7)
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SUMMARY:Santos Simão e Judas\, Apóstolos
DESCRIPTION:Estamos mal informados sobre estes dois apóstolos. Na lista dos Doze\, Simão vem no 11º lugar em Marcos e Mateus\, e no 10º em Lucas; Judas\, no 11º em Lucas e no 10º em Marcos e Mateus; dão a este o cognome de Tadeu. O lugar no fim da lista leva a pensar nos trabalhadores contratados às cinco horas da tarde (Mt 20\, 6) ou nos convidados modestos (Lc 14\, 10). […] Simão tinha o cognome de Cananeu\, palavra hebraica que significa «zeloso». […] Judas\, um dos doze\, era chamado também Tadeu\, ou Lebeu\, que S. Jerónimo interpreta como homem de senso prudente. […] Tantos e tão extraordinários são os favores que S. Judas Tadeu concede aos seus devotos\, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas. \n[…] \nEstas passagens são extraídas da breve biografia destes dois apóstolos\, publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 219-221)\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia\, e convidamos a ler.
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SUMMARY:Solenidade de Todos os Santos
DESCRIPTION:Miguel Ângelo | Juízo Final – Capela Sistina (Museus do Vaticano)\nDiz a Constituição sobre a Sagrada Liturgia do II Concílio do Vaticano: “Os Santos\, tendo atingido\, pela multiforme graça de Deus\, a perfeição e alcançado a salvação eterna\, cantam hoje a Deus no Céu o louvor perfeito e intercedem por nós. A Igreja proclama o mistério pascal realizado na paixão e glorificação deles com Cristo; propõe aos fiéis os seus exemplos\, que conduzem os homens ao Pai por Cristo; e implora pelos seus méritos as bênçãos de Deus. Segundo a tradição\, a Igreja venera os Santos e as suas relíquias autênticas\, bem como as suas imagens. É que as festas dos Santos proclamam as grandes obras de Cristo nos seus servos e oferecem aos fiéis os bons exemplos a imitar” (104 e 111). \n[…]
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SUMMARY:Comemoração de todos os Fiéis defuntos
DESCRIPTION:  \nCemitério monumental de Santa Eulália (Arouca)\nEste dia 2 de novembro não é uma comemoração para a tristeza nostálgica\, com saudades dos seres queridos que nos deixaram\, mas uma recordação esperançada\, que expressa e continua a comunhão dos Santos que ontem celebrávamos. Celebramos a vida e não a morte. “Nos ritos fúnebres\, a Igreja celebra com fé o mistério pascal\, na firme esperança de que os que se tornaram\, pelo Batismo\, membros de Cristo morto e ressuscitado\, passem com Ele através da morte à vida. É necessário\, porém\, que a sua alma seja purificada antes de ser recebida no Céu com os Santos e os eleitos\, enquanto o corpo espera a bem-aventurada esperança da vinda de Cristo e a ressurreição dos mortos”. \nO dia de hoje é sobretudo de oração\, que se revestirá da maior eficácia se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação\, a Missa.  No Sacrifício da Missa\, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos que adormeceram na paz com Ele\, de modo que\, acabada a sua purificação\, sejam admitidos no seu Reino. \n\n \n1ª Missa]  |  2ª Missa] | 3ª Missa]
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SUMMARY:S. Martinho de Porres\, Religioso (1579-1639)
DESCRIPTION:Outrora\, fez o Irmão Martinho de Porres no convento o seu ofício de enfermeiro com grande amor a Deus e às almas; agora\, beneficiamos dos progressos espirituais que ele procurou à humanidade numa obra e por uma obra sem grande brilho exterior.\nNasceu fora do casamento\, em Lima\, capital do Peru\, a 9 de dezembro de 1579\, dum nobre cavaleiro da ordem de Alcântara\, João Porres\, e duma mulata não escrava\, Ana Velásquez. A ata do batizado do nosso Santo diz: «nascido de pai incógnito». Mas o cavaleiro\, no testamento\, reconheceu o filho natural. No processo apostólico de 1683 sobre as virtudes de Martinho\, notava-se como prova de humildade este facto: Martinho não apregoava a nobreza de seu pai. […] Foi canonizado o beato Martinho de Porres por João XXIII\, na Basílica Vaticana\, a 6 de Maio de 1962. \n\nLeia a restante parte da história deste Santo no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 241-243).
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SUMMARY:S. Nuno de Santa Maria\, Religioso
DESCRIPTION:Nasce em 24 de junho de 1360\, no Castelo de Bonjardim – filho do Prior do Hospital\, D. Álvaro Gonçalves Pereira\, e de Iria Gonçalves do Carvalhal\, criada da corte. O Rei Dom Pedro I legitima-o no ano seguinte\, a 24 de julho. Entra no séquito do Rei Dom Fernando em 1373 – aos treze anos\, portanto – levado por seu pai. Logo se distingue num reconhecimento militar\, quando o exército castelhano marcha sobre Lisboa. E é armado Cavaleiro. Em 1376\, a 15 de agosto\, por obediência às instâncias paternas e embora contrariado – pois o exalta já o sonho de imitar o exemplo de Galaaz e fazer voto de castidade – casa com D. Leonor de Alvim\, rica dama de Entre-Douro-e-Minho\, já viúva de Vasco Gonçalves de Barroso. Têm uma filha: Dona Beatriz. Em 1383\, ante a crise provocada pela morte de Dom Fernando e pelo facto de a única filha do Monarca ser casada com o Rei de Castela\, que ameaça a independência nacional\, entra em intensa atividade política e exorta Dom João\, Mestre de Avis\, a tomar a chefia da revolta contra os Castelhanos. De momento\, hesita o Mestre e Nuno Álvares Pereira\, desanimado\, retira-se para Santarém – onde se dá o estranho encontro\, em fins de novembro\, com o alfageme a quem confia a sua espada para afiar e restaurar\, e que declara não lhe aceitar qualquer pagamento senão quando o vir elevado a Conde de Ourém. É o título usado pelo Andeiro\, favorito da Rainha Leonor Teles – que\, pouco tempo adiante\, a 6 de dezembro\, cai ferido de morte\, em Lisboa\, pelo Mestre de Avis. \n[Continuar a ler] \nPara saber mais\, com informação atualizada\, abundam fontes credíveis na Internet\, incluindo esta (do Vaticano): Nuno De Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431) – Homilia do Santo Padre Bento XVI (26 de abril de 2009)
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