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SUMMARY:Santo André\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Santo André | Basílica de São João de Latrão (Ecclesiarum omnium Mater et Caput» (Sé episcopal de Roma)\nOs Gregos chamam a este ousado apóstolo Protókletos\, que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse: «Eis o Cordeiro de Deus\, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele\, com a agitação duma juventude que se abre para a vida.\nNão se atreveram a falar-Lhe\, até que Jesus Se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» – «Mestre\, onde habitas?» – «Vinde e vereis». […]\nAs Atas do seu martírio são relativamente tardias\, do século IV\, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja universal\, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a forma esteja muito enfeitada\, o fundo geral é histórico. Têm especial interesse os afectos que sugere a Santo André a vista da cruz\, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X\, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. […] \n*** *** *** \nPode ler a parte restante da breve biografia de Santo André no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 339-340).\n\n\n 
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SUMMARY:S. Martinho de Dume\, Bispo (+ 579)
DESCRIPTION:Oriundo da Panónia\, atual Hungria\, dirigiu-se ainda jovem ao Oriente\, onde professou vida regular: estudou o grego e outras ciências eclesiásticas em que muito cedo se distinguiu\, até ser classificado\, pelo eminente Doutor Santo Isidoro\, como ilustre na fé e na ciência. Também Gregório de Tours o considerou entre os homens insuperáveis do seu tempo. \nRegressando do Oriente\, dirigiu-se depois a Roma e França\, onde travou conhecimento com as personagens por então mais insignes em saber e santidade. Sobretudo\, quis visitar o túmulo do seu homónimo e compatriota\, S. Martinho de Tours\, que desde então ficará considerando como seu patrono e modelo. Foi também por essa altura que Martinho se encontrou com o rei dos Suevos\, Charrarico\, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica\, em 550\, onde\, com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa\, se espalhara o arianismo. \nPara acorrer a tantos males\, não tardou Martinho em planear e pôr em marcha o seu vigoroso apostolado. Num mosteiro\, edificado pelo mesmo rei\, em Dume\, mesmo ao lado de Braga\, assenta o grande apóstolo dos suevos os seus arraiais\, como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A igreja do mosteiro é dedicada a S. Martinho de Tours\, e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo bispo de Braga já em 556\, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade. Com a subida ao trono do rei Teodomiro (559)\, consumava-se o regresso dos Suevos ao catolicismo\, deixando o arianismo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:S. Frutuoso\, Bispo (+ 665)
DESCRIPTION:Quase uns 90 anos depois de S. Martinho de Dume falecer\, é S. Frutuoso que vem presidir na Sé de Braga\, depois de\, também como ele\, ter estacionado na de Dume. E\, como aquele\, também Frutuoso procede de além-fronteiras\, este último da diocese de Astorga. Tomou posse de Braga em 656. \nA vida monástica gozava então de honra e estima\, como o refúgio ou terra privilegiada da virtude e cultivo da ciência\, primariamente da ciência e cultura sagradas. Por isso\, S. Frutuoso surge como o assíduo e incansável cultor do monaquismo e fundador de uns dez mosteiros. Primeiro\, vários na Hispânia que cedo se tornaram célebres\, em várias e distantes províncias\, percorridas nesta audaciosa propaganda de fundações monásticas. […] \nNo mosteiro\, imensa colmeia humana\, o trabalho dos diferentes campos e oficinas supria às necessidades gerais; mas cada qual devia industriar-se e servir-se\, para dar aos outros o mínimo de trabalho possível. Para isso\, competia ao abade fornecer a todos sovelas\, agulhas e linhas de diferentes castas\, para coser\, consertar e remendar os vestidos. Foi o Santo o fundador\, entre nós\, dos mosteiros-refúgios. \nFaleceu a 16 de abril de 665\, no mosteiro de S. Salvador de Montélios\, por ele fundado. Levadas as suas relíquias para Compostela em 1102\, num gesto ambicioso de coisas sagradas\, foram restituídas novamente a Braga\, por ocasião das celebrações centenárias de S. Frutuoso\, em 1965-66. \n\nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).
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SUMMARY:S. Geraldo\, Bispo (+ 1108)
DESCRIPTION:Estátua de São Geraldo na Sé Catedral de Braga\nDepois da influência tão benéfica do monaquismo\, como referimos acima\, a pro­pósito de S. Frutuoso\, maior expansão ganhou ainda aquela força espiritual e social\, educadora e diretora da Europa\, durante séculos\, com o aparecimento da reforma de Cluny\, inspiração da grande alma de S. Bernardo. Ainda em sua vida eram já cinco\, só na Galiza\, os mosteiros desta nova regra\, cujos monges tanto se notabilizaram\, em virtude e saber\, em grande número e por toda a parte. Um deles foi S. Geraldo\, mais outro antístite bracarense vindo do estrangeiro\, nascido de família nobre e altamente religiosa\, na diocese de Cahors\, na França. […] \nDepois da invasão árabe\, Braga foi restaurada como diocese com o bispo D. Pedro\, em 1070\, e como metrópole (arcebispado) com S. Geraldo\, em 1101. O conde portucalense D. Henrique\, parente de Santo Hugo\, abade de Cluny\, interessou-se por que ficasse a ocupar a Sé de Braga o monge cluniacense Geraldo. \n  \nPode ler a parte restante das breves biografias dos santos celebrados neste dia – Martinho de Dume\, Frutuoso e Geraldo – ano III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 366-369).\nLiturgia das Horas de Santos do mês de dezembro
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SUMMARY:Santa Luzia\, Virgem e Mártir
DESCRIPTION:Estátua de S. Luzia\, na capela que lhe é dedicada em plena Serra d’Arga\, no Minho\, tirada em 25/5/2007.\nFoi martirizada em Siracusa\, na Sicília\, sua cidade natal\, nos fins do século III ou princípios do IV\, embora o ano exacto não conste com certeza. O seu culto e a devoção para com ela são muito antigos e universais. Em Roma há pelo menos vinte igrejas com o seu nome. Uma inscrição de fins do século IV\, encontrada por Orsi\, na catacumba de Siracusa\, fala-nos duma Euskia\, irrepreensível\, boa a pura\, que viveu quase cinco lustros e morreu «na festa da minha Senhora Luzia\, para quem não há elogios que bastem». \nPara a generalidade dos críticos modernos\, as Actas do martírio de Santa Luzia apresentam-se como suspeitas e pouco seguras. Um fundo indiscutível e inteiramente certo é este: Luzia tinha consagrado a sua virgindade a Cristo e renunciado ao seu rico património em favor dos pobres. Citada como cristã diante do Prefeito de Siracusa\, viu­-se ameaçada na sua honra e por fim condenada a morrer à espada. Está provado que era já honrada em Siracusa no princípio do século V. S. Tomás de Aquino fala dela duas vezes na sua Suma Teológica. Vejamos agora o que nos dizem as Actas. \nO pai de Santa Luzia morreu cedo e a mãe\, Eutícia\, tratou de a casar com um cavalheiro rico\, mas pagão. Ela\, desejando conservar a virgindade\, foi atrasando o casa­mento quanto pôde\, com a ideia de encontrar ocasião propícia para dissuadir a mãe. Ofereceu-lhe ensejo uma prolongada e molesta doença da mãe. Como a hemorroi­dária do Evangelho\, Eutícia gastou muito com médicos e remédios\, sem resultado. \nEm toda a Sicília eram célebres os milagres que realizava o Senhor por interces­são de Santa Águeda de Catânia. Luzia recomendou à mãe que se encomendasse com fé à Santa e que fizessem juntas uma peregrinação ao sepulcro dela. Dirigem-se a Catânia\, mãe e filha; a esperança que tinham não ficou desiludida. A mãe voltou para Siracusa inteiramente curada. \nEra o momento oportuno para revelar o propósito que tinha a nossa Santa de imi­tar Águeda e de conservar\, como ela\, o seu coração para Cristo. Pediu-lhe também que lhe desse o dote para o repartir entre os pobres. Resistiu a mãe algum tanto\, dizendo que esperasse que ela fechasse os olhos para as coisas da terra. \nLuzia soube insistir e convencê-la; por fim\, ela cedeu. A generosa distribuição dos bens chegou bem depressa aos ouvidos do noivo\, que se pôs a averiguar o motivo de tanta liberalidade: a fé cristã da sua noiva. Teve tal aborrecimento que se foi logo apre­sentar diante de Pascásio\, prefeito da cidade\, e acusou Luzia de ser cristã e inimiga do culto oficial. \nLevada diante do juiz\, confessou destemidamente e negou-se a sacrificar aos deu­ses falsos do Império. Disse ter outro sacrificio\, que agradava ao único Deus verdadeiro. Era o da esmola para valer às necessidades das viúvas\, dos órfãos e dos pobres em geral. Havia três anos que estava a oferecê-lo e já unicamente lhe faltava o completo holocausto da sua vida. Quis o prefeito levar à desonra a virgem cristã\, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito\, várias juntas de bois não foram capazes de a levar. As chamas do fogo também se mostravam impotentes\, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois. \n  \nEsta breve biografia de S. Luzia foi extraída do III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 396-397). \n  \n 
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SUMMARY:S. João da Cruz\, Presbítero e Doutor da Igreja (1542-1591)
DESCRIPTION:Perto de Ávila\, na Espanha\, encontra-se Fontiveros. Lá nasceu João de Yepes\, no ano de 1542. Os pais\, Gonçalo e Catarina\, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco\, Luís e João. Mas Luís morreu de poucos anos. Catarina pediu ajuda aos parentes do seu defunto marido\, por terras toledanas. Mudou para Arévalo e depois para Medina del Campo. \n……………… \nPode ler aqui a parte restante da longa biografia deste Santo que se encontra publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 398-402). \n \nRecordemos brevemente as suas obras literárias. Valeram-lhe\, em 1926\, o título de doutor da Igreja. (Tinha sido canonizado em 1726). \nAs obras maiores são vários poemas\, maravilhosos poemas\, que o levantaram ao cume do lirismo em geral: poesia pura\, simbólica e ardente\, cujo mistério se mantém inexplicável\, apesar da sua simplicidade humana e dos antecedentes literários\, bíblicos e extrabíblicos\, que pretendamos encontrar-lhes. \nAs obras que em prosa interpretam aqueles poemas são bem conhecidas: Subida do Monte Carmelo\, Noite escura da alma (estas duas formam parte dum todo\, que ficou afinal por terminar)\, Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas\, o itine­rário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens debaixo de todos os aspetos. «Nada\, nada\, nada… Nem isto nem aquilo…» […] \nJoão da Cruz é o doutor místico por antonomásia\, da Igreja\, o representante prin­cipal da sua mística no mundo\, a figura mais egrégia da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi tomado como patrono da rádio\, pois\, quando pregava\, a sua voz chegava até muito longe. \nEsteve em Portugal\, em 1585\, para presidir a um capítulo da sua Ordem. Bem alto se mostrou quando\, em Lisboa\, mesmo rogado e instado\, se negou decididamente a visitar certa freira pseudo-estigmatizada\, que alguns\, com Fr. Luís de Granada\, tinham por verdadeira santa. Pelos seus ditos breves e sentenciosos\, também Santa Teresa lhe chamava o seu Senequita; e como a mesma Santa começou – com ele\, dotado de pequena estatura\, e com mais outro frade de maior talha – a reforma dos frades carmelitas\, ela dizia que já tinha para ela «un fraile y medio». Mas como os reformadores não se medem aos palmos\, os desígnios de Deus realizaram-se. \n  \n 
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SUMMARY:Conversão de S. Paulo (+ ano 34)
DESCRIPTION:Basílica de San Paolo fuori le Mura | Roma\nConclusão do Oitavário pela unidade da Igreja. \nForam tão grandes os benefícios que a Igreja recebeu da poderosa mão de Deus pelo ministério de S. Paulo que\, em sinal de agradecimento\, quis celebrar particularmente a memória da conversão do glorioso Apóstolo.\nEstabeleceu\, pois\, a Igreja uma festa para dar graças a Deus pela conversão deste Apóstolo\, pela sua divina vocação e pela sua missão especial de pregar o Evangelho aos Gentios. Estes três favores\, que Jesus Cristo fez a S. Paulo no momento da sua conversão\, constituem o objeto principal desta festividade. \n[…] \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPode ler AQUI MESMO a parte restante desta breve biografia\, extraída da obra de José Leite\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O.\, Braga 2003\, pp. 90-92.
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SUMMARY:São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto
DESCRIPTION:Este ano\, nesta data\, a Igreja celebra a liturgia do Sábado depois das Cinzas\, mas pode celebrar-se a memória de Ss. Francisco e Jacinta Marto e\, na Diocese de Leiria-Fátima\, é dia Festa. \nDas curtas vidas de Francisco e de Jacinta Marto\, «as duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas»\, como João Paulo II lhes chamou\, há poucos registos biográficos. A mais importante fonte para o conhecimento sobre eles é constituída pelas Memórias de sua prima.\nNascidos ambos em Aljustrel\, com menos de dois anos de intervalo\, morrem pouco tempo depois das Aparições\, tal como Nossa Senhora lhes tinha anunciado: «a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu [Lúcia] ficas cá mais algum tempo» (13 de junho de 1917).\nVidas breves\, mas suficientes para que a Igreja Católica reconhecesse\, pela primeira vez na sua história de 2000 anos\, a “heroicidade das virtudes e a maturidade de fé de crianças não-mártires”\, por decreto de João Paulo II\, de 13 de maio de 1989\, que abriu o precedente para o reconhecimento da sua santidade.\nCanonização em Fátima\, às 10h26 de 13 de maio de 2017\nFrancisco e Jacinta Marto foram canonizados no Santuário de Fátima\, a 13 de maio\, durante a Missa da primeira Peregrinação Internacional aniversária do Centenário das Aparições\, presidida pelo Papa Francisco.\nTornaram-se assim nos mais jovens santos não-mártires da história da Igreja Católica. […] \nLer + 
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SUMMARY:Cadeira (Cátedra) de S. Pedro\, Apóstolo
DESCRIPTION:A Igreja celebra hoje a chamada “Cadeira de S. Pedro”. Cadeira significa assento de honra – com espaldar e até almofada – em que se sentava quem tinha autoridade de juiz ou de mestre. Por isso\, a cadeira por excelência é a do Bispo\, juiz e ao mesmo tempo mestre; e chamam-se catedrais as igrejas onde se encontra a cadeira ou cátedra do magistério episcopal.\nA igreja de S. Pedro em Roma poder-se-ia chamar a catedral das catedrais. Na verdade\, aquela cadeira que se encontra em cada igreja episcopal é\, em S. Pedro do Vaticano\, símbolo dum magistério universal e está colocada na mais destacada evidência. Ao lado\, na verdade vive de há séculos o Papa\, embora tenha a Sé episcopal mais longe\, em S. João de Latrão.\nEntrando na basílica vaticana\, logo se descobre no fundo\, já de longe\, aquilo que alguém chamou um deslumbrante ciclone dourado. \n[…] \nPara continuar a ler:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003 – pág. 192-193.
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SUMMARY:VII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Temos que amar os nossos irmãos\, sempre e na medida em que Cristo nos amou. Amá-los\, apesar dos ódios e injustiças de que possamos ser vítimas. Amar os mesmos inimigos\, não por passividade\, mas pelo dinamismo do Amor. \n[…] \nPode ler todo o comentário  do P. Manuel da Silva Gasparna página com a \n \n*** \nConvidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde\, além de informações e materiais preciosos\, incluindo publicações diversas\, encontra as leituras bíblicas\, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico\, nomeadamente o Martirológio. HOJE \nOs botões com os títulos dos cânticos propostos a seguir estão ligados às respetivas partituras – em formato PDF – que incluem uma versão instrumental das respetivas melodias. Para quaisquer dúvidas\, comentários ou pedidos\, não hesite em contactar o titular do site\, utilizando este formulário. \n 
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SUMMARY:VIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Numa sociedade\, em que\, tão prodigiosamente\, aumentam os recursos materiais\, sem que deixe de subsistir a mais escandalosa miséria\, o cristão pratica a justiça social\, põe em prática a comunicação de bens e promove o progresso social na ordem económica\, para que todos os homens possam viver uma vida digna de filhos de Deus.\nA 1ª leitura\, de Ben-Sirá\, diz-nos que a nossa palavra\, se é reflexo de vida cristã autêntica\, é anúncio da Boa Notícia da Salvação. Por ela Cristo prolonga a sua missão profética.\nA 2ª leitura\, da Primeira Epístola de S. Paulo aos Coríntios\, ensina-nos que Cristo venceu com a sua Ressurreição o último inimigo\, que é a morte. Graças a este triunfo\, nós\, que pelo Baptismo fomos libertados da morte moral\, o pecado\, ficámos com o caminho aberto para a vitória total\, para a vida de glória\, da qual participará também o nosso corpo mortal e corruptível\, transformado em imortal e incorruptível\, à semelhança do Corpo de Cristo\, quando ressuscitou do sepulcro.\nA 3ª leitura\, de S. Lucas\, diz-nos que quem quiser anunciar aos homens a Boa Notícia da Salvação tem de primeiro conhecê-la. Quem quiser corrigir os outros deve\, antes de tudo\, aplicar a si a doutrina comunicada. Só assim será árvore rica em frutos. \n\n\nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nNo SITE https://www.liturgia.pt/\, além de informações e materiais preciosos sobre a Liturgia Católica\, incluindo publicações diversas\, encontra também uma Agenda Litúrgica para cada dia do Ano Litúrgico — ver HOJE. \nOs botões dos cânticos propostos estão ligados às respetivas partituras – em PDF (Portable Document Format).\nPara quaisquer dúvidas ou pedidos contacte o titular do site\, utilizando este formulário.
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SUMMARY:Segundo Domingo da Quaresma
DESCRIPTION:Basílica da Transfiguração | Monte Tabor\nApesar de o homem ter esquecido o seu destino sobrenatural\, Deus\, tomando a iniciativa do diálogo\, vem ao seu encontro\, revela-Se-lhe e deseja estabelecer com ele relações pessoais de amizade. A aliança feita com Abraão e outras que se lhe seguiram são preparação da aliança definitiva realizada em Cristo. A esta prova de confiança dada por Deus\, o homem só pode responder como Abraão com a disponibilidade total\, disponibilidade que não suprime as dificuldades do caminho. Mas o nosso caminho de dor levar-nos-á sempre à nossa transfiguração em Cristo. \nConvidamos também a abrir o SITE https://www.liturgia.pt/ onde\, além de informações e materiais preciosos\, incluindo publicações diversas\, encontra as leituras bíblicas\, orações e referências históricas para cada dia do Ano Litúrgico\, nomeadamente o Martirológio. HOJE
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SUMMARY:S. Filipe e S. Tiago\, Apóstolos
DESCRIPTION:Filipe foi natural de Betsaida\, na margem do lago da Galileia. Tinha casa\, mulher e três filhas pequenas quando Jesus o chamou para o apostolado com aquele «segue-Me»\, que nos deixou S. João no Evangelho. Desde esse momento\, Filipe não vive senão para Jesus e para a sua causa. […] \n Tiago\, o Menor\, chamado assim pela estatura ou pela idade\, tem um título que o torna credor de especial veneração: é parente do Senhor\, segundo a carne. Nasceu em Caná\, perto de Nazaré. Sua mãe\, Maria\, e seu pai\, Cléofas\, pertencem à mesma família que S. José. É talvez sobrinho de S. José por parte do pai. Tinha um irmão que se chamava Judas\, distinto do traidor. Os dois foram escolhidos para o apostolado. Depois não se fala de S. Tiago\, senão para ser dito que o Senhor lhe apareceu nos dias da Ressurreição. \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre a Festa dos Apóstolos Filipe e Tiago\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 18-19).
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SUMMARY:V Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Giotto – Jesus lava os péis aos seus discípulos | Capella degli Scrovegni (Pádua)\nA maior aspiração do homem do nosso tempo é construir um mundo novo\, em que a injustiça e a exploração do homem pelo homem não possam ter lugar. Este anseio responde plenamente aos desígnio s de Deus. Insere-se também no plano de libertação evangélica\, que visa a destruição do pecado e de todas as suas consequências. O mundo novo não pode construir-se sem Deus ou contra Deus. Não pode também surgir do ódio\, da luta\, da violência\, pois a força propulsora da história não é a violência\, mas o amor. \n[…]
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SUMMARY:Visitação de Nossa Senhora
DESCRIPTION:Raffaello Sanzio | Visitação – Museu do Prado\nO primeiro desejo de Maria\, após a anunciação do Anjo\, foi ver a sua prima Isabel\, a anciã que\, sendo estéril\, concebera um filho. Este menino há de ser João Baptista\, o Penitente do Deserto\, o Pregador de fogo que virá preparar a chegada de Jesus\, o Mensageiro fiel que desaparecerá quando aparecer o Rei. Foi então que Maria subiu\, solícita\, a auxiliar sua prima\, avançada em anos. \n  \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa da Visitação de N. Senhora\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 127-128). \n \n 
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SUMMARY:Os primeiros Mártires da Igreja de Roma (+ 64-67)
DESCRIPTION:Na Praça de S. Pedro\, no Vaticano\, e nas vizinhanças\, deram-se os horrores da perseguição de Nero. Estamos no local dos jardins de Agripina\, mulher de Germânico\, os quais dela passaram para o filho\, Calígula\, e assim deram entrada no património imperial. Calígula construiu neles um circo e um lago (naumaquia)\, e o filho doutra Agripina\, Nero\, fez mais tarde a ponte de ligação com a outra margem do Tibre\, onde se encontra a maior parte da Roma antiga. \nDo lado sul da Basílica Vaticana\, há um recinto pequeno\, chamado ainda hoje Praça dos Protomártires (= primeiros mártires) Romanos. As iluminações\, que lá se veem na noite de 26 de Junho\, evocam as fogueiras que\, pelo ano 64 ou 65\, extinguiram\, ou sublimaram\, humildes e heroicas vidas humanas. \nEste é o início do capítulo sobre os primeiros mártires\, em Roma\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler a parte restante das mesmas na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 252-254).
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SUMMARY:S. Tomé\, Apóstolo
DESCRIPTION:Caravaggio | Incredulidade de São Tomé (1602-1603) – Pinacoteca do Castelo Sanssouci (Potsdam)\nTomé\, nome aramaico que em grego significa o mesmo que Dídimo\, ou gémeo em português\, devia naturalmente ser galileu\, homem do povo\, muito honrado\, nobre e sincero\, embora com muita casca áspera e tosca\, que era preciso fender para se vir a simpatizar com ele. Não possuía a graça e a medida ática dos gregos\, mas tinha a since­ridade e espontaneidade do israelita verdadeiro\, em que não há malícia. Carácter forte e impulsivo\, muito parecido com o de S. Pedro\, tem como ele momentos de soberba e obstinação\, de rebeldia e egoísmo\, para logo em seguida cair desarmado\, e com as lágrimas do arrependimento\, aos pés de Jesus. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia do apóstolo S. Tomé\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de Cânticos para a Celebração Eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 288-290).
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SUMMARY:Santa Isabel\, Rainha de Portugal (1270-1336)
DESCRIPTION:Segundo parece mais provável\, nasceu em princípios de 1270\, filha do rei D. Pedro III de Aragão e da rainha D. Constança. Onde? Em Saragoça? Em Barcelona? Não sabemos ao certo. Casou-se em 1282 com D. Dinis\, rei de Portugal\, assinando o diploma matrimonial em latim. Esta frágil criatura de cabelo dourado e 12 anos incompletos não adivinhava\, com certeza\, a missão que Deus lhe reservava na agitada vida peninsular daqueles tempos\, missão religiosa\, política\, social e humana de primeira classe. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santa Isabel\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na  página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 290-294).
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SUMMARY:XIV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Da passagem de um estado de violência à não violência nasce a paz\, que é o triunfo do amor sobre o ódio. Afirmação da supremacia deste amor é\, de si\, o Evangelho. Muitos são\, todavia\, os obstáculos que se erguem\, opondo-se tenazmente à expansão da Mensagem Evangélica. Por um lado\, o comodismo do homem. Por outro\, a divulgação\, cada vez mais generalizada\, de correntes ideológicas-filosóficas de tendência materialista. Deixar cair os braços não é digno do cristão.. \n[…]
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SUMMARY:S. Bento\, Fundador –  Patrono da Europa (480-547)
DESCRIPTION:Mosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Exterior\nMosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Igreja Superior (Fotografia de Antonio Grella)\nBento\, o patriarca dos monges do Ocidente\, é comparado com Abraão\, o pai dos crentes\, porque Deus o abençoou também com uma posteridade mais numerosa que as areias do mar e as estrelas do céu. Nascido em Núrsia da Umbria\, Itália\, pelo ano de 480\, de família nobre\, consagrou-se aos estudos em Roma; depressa\, contudo\, abandonou esta cidade por causa da imoralidade reinante entre os seus condiscípulos\, e refugiou-se\, primeiro em Enfide\, aldeia da Sabina\, e depois numa caverna existente no vale do Aniene\, perto de Subiaco\, onde se votou à oração e à penitência. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de São Bento\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 315-317).
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SUMMARY:XV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:O Senhor fala-nos “de muitas e variadas formas”. A voz de Deus manifesta-se nos mais insignificantes acontecimentos. Todas as coisas são imagens de Deus\, se bem que imperfeitas. Em todas elas sé Cristo que opera e nelas se comunica. Interroguemo-nos\, pois\, sobre a atenção que nos tem merecido essa voz de Deus e\, muito particularmente\, a Palavra ouvida e lida na Sagrada Liturgia. \n[…]
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SUMMARY:S. Boaventura\, bispo e doutor da Igreja – (1221-1274)
DESCRIPTION:Discípulo fervoroso de S. Francisco\, que não se cansava de exclamar «Meu Deus e meu tudo»\, S. Boaventura não teve na vida outro anelo que não fosse o encontro com Deus. A sua vida é encontro constante com Ele.\nNasceu em Bagnorea (Bagnoreggio)\, perto de Viterbo\, Itália\, no ano de 1221 e\, sendo ainda menino\, quando se chamava João de Fidanza\, S. Francisco de Assis passou junto de sua casa\, pôs-lhe na cabeça dolorida as mãos trémulas\, curou-o duma grave doença e exclamou: Oh! boa ventura! Assim se pretende explicar a origem do seu nome de bom augúrio.\nAos 17 anos entrou na Ordem de S. Francisco\, o qual parece ter-lhe deixado\, como Elias ao discípulo Eliseu\, uma centelha do seu grande espírito.\nAos 22 anos foi enviado a Paris e lá encontrou\, felizmente\, como mestre o Doutor Irrefragável\, Alexandre d’Halès\, que sabia animar a ciência com o sopro do espírito. S. Boaventura ouviu-lhe três anos as lições e\, a seguir\, em 1247\, herdou a cátedra «do seu pai e seu mestre». Explicou as sentenças de Pedro Lombardo e a Sagrada Escritura até 1255. Em 1257 foi eleito Geral da Ordem Franciscana\, cargo que desempenhou até 1274\, pouco antes da morte. \nPode continuar a ler esta breve biografia de S. Boaventura AQUI\, ou nas páginas 324-325 do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. A obra foi publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Nossa Senhora do Carmo
DESCRIPTION:VIRGEM SANTA MARIA DO MONTE CARMELO\nSimão Stock era inglês e pertencia a uma ilustre família do condado de Kent. Favorecido desde criança com graças extraordinárias\, aos 12 anos de idade foi conduzido pelo espírito de Deus a um deserto\, onde vivia em austera penitência; servia-lhe de morada o tronco duma árvore\, donde lhe veio o sobrenome de Stock\, que em língua inglesa significa tronco. \nVivia há 20 anos nesta solidão\, ocupado somente na oração e penitência\, quando chegaram à Inglaterra os religiosos Carmelitas\, expulsos da Palestina pela perseguição religiosa dos sarracenos. Não tardou Simão em juntar-se-lhes\, logo que foi testemunha das suas virtudes e sobretudo da sua admirável devoção à Santíssima Virgem\, a quem ele amava com entranhada ternura. De tal maneira se distinguiu o novo religioso pela eminente santidade e pelo ardor do seu zelo\, que em 1245 os seus irmãos elegeram-no Superior Geral da Ordem. \n[…] \nEstes são os primeiros dois parágrafos do capítulo sobre Nossa Senhora do Carmo\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 327-330 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Beatos Inácio de Azevedo e Companheiros\, mártires (1570)
DESCRIPTION:A 5 de Junho de 1570\, partiu de Lisboa em direção ao Brasil a maior expedição missionária que jamais Portugal enviou para terras de além-mar. Eram 73 missionários destinados a pregar\, baptizar e civilizar as novas paragens da América\, descobertas por Pedro Álvares Cabral. Esses Padres\, Seminaristas\, Irmãos Auxiliares e outros ajudantes iam espalhados por três naus da frota comandada por D. Luís de Vasconcelos\, governador do Brasil. O maior número – quarenta – chefiados pelo Padre Inácio de Azevedo\, seguiam na nau Santiago. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da biografia dos Beatos extraída do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 333-337)\, ou diretamente [AQUI]
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SUMMARY:São Bartolomeu dos Mártires\, Bispo (1514-1590)
DESCRIPTION:Bartolomeu Fernandes dos Mártires nasceu em Lisboa\, em maio de 1514. O apelido «Mártires» recorda a igreja de Santa Maria dos Mártires onde foi baptizado e substituiu o apelido «Vale» que usara em memória do avô. \nRecebe o hábito dominicano a 11 de novembro de 1528\, faz o noviciado no mosteiro de Lisboa\, tendo concluído os estudos filosóficos e teológicos em 1538. \n[…] Ensinou nos conventos de Lisboa\, «da Batalha» e Évora (1538-1557)\, passando a prior de Benfica\, em Lisboa (1557-1558). De todo este aturado labor intelectual\, deixou escrita uma vasta obra: um Comentário à maior parte da Suma de S. Tomás\, o Compêndio da Doutrina Espiritual para guia da alma nos caminhos da perfeição e outras… Apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltazar Limpo\, como Arcebispo de Braga\, é confirmado nessa missão pelo Papa Paulo IV\, por meio da bula «Gratiae divinae praemium»\, datada de Janeiro de 1559. Só aceitou o cargo por obediência ao seu provincial\, Frei Luís de Granada. […] A sua atividade na vastíssima arquidiocese foi\, desde o início\, intensa e multifacetada. \n[…] \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre o santo que hoje é comemorado pela Igreja Católica\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história desenvolvida páginas 341-344 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou na página de Propostas de Cânticos para a Celebração Eucarística.\n \n  \n 
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SUMMARY:XVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Diego Velázquez | Cristo em casa de Marta e Maria (1618)\nA Liturgia deste domingo fala-nos de hospitalidade. Também para os cristãos a hospitalidade é chamada de atenção à sua condição de peregrinos neste mundo. Mas lembra-lhes sobretudo que Cristo veio ao mundo como forasteiro. Hoje Ele continua a pedir hospitalidade: “Olha que Eu estou à porta e bato”. Uma das características da nossa civilização urbana é o anonimato. Moramos no mesmo edifício e não nos conhecemos. Os cristãos devem intervir para fazer da família uma comunidade aberta ao diálogo com o mundo\, promovendo uma autêntica educação social e favorecendo os movimentos de abertura aos outros\, a começar pelos mais necessitados \n[…]
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SUMMARY:Santa Maria Madalena
DESCRIPTION:Donatello (1453-1455)\, escultura em madeira\, Inicialmente colocada no Batistério de Florença.\, encontra-se atualmente\, no Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore\, na capital da Toscana.\nMaria Madalena é a mulher mais vezes mencionada nos Evangelhos\, isto é\, doze. Sabemos que Jesus a libertou de sete demónios (Lc 8\, 2; Mc 16\, 9). Por gratidão de tantos benefícios recebidos\, quer corporalmente\, quer sobretudo espiritualmente\, tornou-se santamente apaixonada pelo seu Benfeitor. \nSabemos que era uma do grupo das mulheres que acompanhavam o Senhor e o serviam com os seus bens (Lc 8\, 2). Nunca O deixou\, mesmo nas horas mais amargas e aflitivas. \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de Santa Maria Madalena no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 351-352 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Brígida\, Co-Padroeira da Europa
DESCRIPTION:Santuário de Santa Rita de Cassia\nNa capela do Santíssimo\, na basílica de S. Paulo em Roma\, há uma estátua de mármore desta grande vidente\, a Santa mais famosa dos países escandinavos. Está representada em atitude de quem escuta a voz do celestial Esposo Jesus Cristo\, que lhe fala da cruz. Aos pés da estátua há um letreiro que diz: «Com o ouvido atento recebe as palavras do seu Deus Crucificado; recebe o Verbo de Deus no seu coração».\nEsta é a característica da grande Santa sueca: a sua intimidade constante com Jesus\, a sua familiaridade\, as suas íntimas comunicações e a sua docilidade infantil. O que mais admira nela é a união extraordinária da vida interior com a exterior. É uma Santa mística que vivia no céu e é também uma Santa peregrina\, em constante movimento de fundações e de visitas a santuários.\nNasceu Santa Brígida na Suécia\, no ano de 1302\, e morreu em Roma\, em 1373.0 pai foi Birge\, governador e juiz provincial de Uppland\, homem cristianíssimo e aparenta-do com os reis da Suécia. A mãe\, Sigrida\, descendia também de reis. Não pôde influir na educação da filha porque morreu muito cedo; a menina foi confiada a uma tia\, grande educadora\, que soube modelar o carácter e a vontade da sobrinha.\nAos treze anos\, em 1316\, casou-se com o príncipe de Nericia\, Wulfon\, que por sua vez não contava mais de 18 anos. Era também cristão consciente e piedoso: concordou com a noiva em guardarem castidade perfeita no primeiro ano do matrimónio. Deus abençoou-lhes a pureza e deu-lhes oito filhos\, entre eles uma Santa\, Catarina\, que mais tarde acompanhará nas peregrinações a mãe e cuidará da sua glorificação com sentença papal.\nEm 1346\, fundou Santa Brígida um mosteiro em Vadstena\, que os reis da Suécia dotaram. Passados três anos\, saiu para Roma com a filha\, a futura Santa Catarina. Praticava uma pobreza estrita; chegava até a mendigar à porta das igrejas para receber desprezos. A uma princesa romana que a repreendia de não manter a sua condição\, respondeu: «Como Jesus se abaixou sem pedir o vosso consentimento\, porque não havia eu de prescindir dele quando me esforço por imitá-Lo?».\nUns dez anos antes de morrer\, fundou ela a ordem de São Salvador (brigidinas)\, que esteve algum tempo muito espalhada.\nCom os papas\, refugiados desde 1309 em Avinhão\, insistia ela para que voltassem a Roma. No princípio de 1372\, partiu para a Terra Santa. Nesta viagem perigosa acompanharam-na sua filha Catarina\, os seus filhos\, os cavaleiros Carlos e Birger\, assim como uma escolta bem armada. «Foram\, dizia ela\, os quinze mais belos meses da minha vida». Voltou a Roma mesmo à justa para lá morrer\, o que se deu a 23 de Julho de 1373. No ano seguinte\, sua filha Santa Catarina trasladou-lhe os restos para a Suécia e começou os primeiros trabalhos para a canonização\, que se veio a realizar em 1391\, sendo papa Bonifácio IX. \n\nEstas são breves passagens\, aqui transcritas com a devida vénia\, da biografia desta santa que se pode ler na obra «Santos de cada dia – II (Maio – Junho – Julho – Agosto)» (páginas 353-354)\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:S. Tiago Maior\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Sâo Tiago\, em Compostela\nJuan de Flandres | São Tiago Peregrino – Museu de Santiago e dos Peregrinos (Compostela)\nHá dois Apóstolos com o nome de Tiago: Tiago Menor\, filho de Alfeu e de uma Maria\, primo de Jesus. Escreveu uma Epístola que faz parte da Bíblia. Levou vida de grande penitência. No ano 62 morreu mártir em Jerusalém\, cidade de que era Bispo. A sua festa celebra-se a 3 de maio. \nTiago Maior. Ele e seu irmão\, João Evangelista\, eram filhos de Zebedeu e Salomé. O Evangelho conta assim a sua vocação: «Viu Tiago\, filho de Zebedeu\, e seu irmão João\, que estavam no barco a consertar as redes\, e chamou-os logo. Eles\, deixando no barco seu pai Zebedeu com os assalariados\, foram após Ele» (Mc 1\, 19-20). \nEstes dois irmãos formam\, com S. Pedro\, o grupo dos três Apóstolos prediletos de Cristo. \n[…] \n  \nAssim começa a breve «biografia» de S. Tiago Maior no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nas páginas 358-360 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n===============================
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SUMMARY:S. Joaquim e Santa Ana
DESCRIPTION:Giotto | Encontro de Joaquim e Ana na Porta de Ouro – Capella degli Scrovegni\, Pádua (1303-1305)\nDos pais da Santíssima Virgem nada nos transmitiram os escritos inspirados do Novo Testamento. O pouco que sobre eles conhecemos deve-se a vários livros apócrifos\, como o Proto-Evangelho de S. Tiago\, o Pseudo-Mateus e o Evangelho de Maria\, que apresentam sempre um núcleo de verdade e história\, embora em muitas coisas sejam lendários. \nO pai de Santa Ana chamava-se Mátan e era natural de Belém; o marido dela era galileu e chamava-se Joaquim. A Igreja recebeu e consagrou os nomes de Ana e Joaquim\, e é também muito universal e antiga a tradição sobre a esterilidade e senilidade de ambos os esposos\, quando Deus os abençoou com o nascimento da Virgem Maria. \nO culto de Santa Ana e de S. Joaquim é antiquíssimo\, sobretudo entre os Orientais… \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de S. Joaquim e Santa Ana no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na página 361 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou diretamente aqui.
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