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SUMMARY:II Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Basílica da Transfiguração | Monte Tabor\nApesar do pecado\, pelo qual o homem destrói a amizade com Deus\, Deus toma a iniciativa do diálogo com o homem. A aliança feita com Abraão e todas as outras formas que se lhe seguiram são a preparação da aliança definitiva que há-de ser realizada em Cristo. É também a expressão do desejo que Deus tem de entrara em comunhão como o homem. A esta prova de confiança dada por Deus\, o homem só pode dar a resposta que Abraão deu: aceitar a palavra de Deus\, “sair da sua pátria”\, do seu “carnal”\, pôr-se a caminho\, correndo o “risco” da fé. O nosso caminho\, mesmo de dor\, levar-nos-á sempre à nossa transfiguração em Cristo\, que\, na sua fidelidade ao Pai\, deu a sua vida por nós.
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SUMMARY:Terceiro Domingo da Quaresma
DESCRIPTION:Nós já passámos todos pela experiência da sede; todos sabemos o que acontece aos nossos campos\, quando não cai a chuva. A primeira leitura e o Evangelho falam-nos da água. No deserto os Israelitas conseguiram manter-se vivos porque Deus interveio para lhes dar água. Jesus fala-nos de uma nova água\, de uma nova vida que ele está prestes a dar-nos. A segunda leitura abre a nossa coração e a nossa confiança à alegria: ninguém – é-nos dito – ficará para sempre privado desta água\, porque ela é um dom de Deus\, não uma conquista do homem. \n***************************
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SUMMARY:Quarto Domingo da Quaresma
DESCRIPTION:O tema deste domingo refere-se em especial à vida nova\, surgida do Mistério pascal e comunicada por todos aqueles que\, aceitando Jesus como Messias\, Enviado e Filho de Deus\, aceitam também serem salvos por Ele. O Baptismo é\, portanto\, o nosso segundo nascimento\, no seio da Família de Deus\, a Igreja. Já no domingo passado nos era apresentada a água\, como símbolo dessa vida; neste\, o símbolo é a luz que nos ilumina\, pois o cristão é um “iluminado”\, a partir do Baptismo.
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SUMMARY:São José\, Esposo da Virgem Santa Maria
DESCRIPTION:Gerrit van Honthorst – O Menino Jesus na oficina de S. José (1620) – Museo do Hermitage (San Patersburgo)\nA solenidade de S. José é uma das mais agradáveis para toda a alma devota e cristã. Colocada no princípio da Primavera\, abre o coração crente à luz e à esperança\, ao mesmo tempo que no campo principiam a abrir-se as flores da amendoeira e começam as árvores e as roseiras a verdecer\, novos pássaros a saltar e a inundar\, com os seus trinos alegres\, toda a natureza. A festa de S. José atrai hoje ao templo\, ao confessionário e à mesa da comunhão muitas almas que viveram um Inverno espiritual e despertam agora conscientes do seu destino eterno\, das suas obrigações de criaturas de Deus. \nA devoção a S. José desenvolveu-se no povo cristão seguindo leis maravilhosas\, nas quais não é possível deixar de reconhecer a Providência de Deus que rege a Igreja. \nNos três primeiros séculos convinha que irradiasse com todo o esplendor\, sobre o mundo idólatra\, a luz da divindade do Verbo. Assim\, as festas mais antigas do ano litúrgico foram as que se relacionam intimamente com o mistério da salvação e redenção\, como a Páscoa\, a Epifania e o Batismo. […]
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SUMMARY:Quinto Domingo da Quaresma
DESCRIPTION:O homem do nosso tempo está possuído pela ânsia de viver; está dominado pelo desejo de apanhar a vida com ambas as mãos para dela extrair todo o sumo. Contudo\, a cada momento\, nós verificamos que a vida que nos foi dada nos escapa\, apesar de todos os nossos esforços e de todos os progressos da ciência e da técnica. Mas o cristão sabe que\, com a Fé o Baptismo\, entrou a fazer parte duma nova família\, duma nova humanidade\, em que forma um ser com Cristo\, tão íntima e profundamente unido a Ele que tudo o que se cumpriu no Salvador se realizará também nele. E assim como a morte de Cristo foi seguida pela sua Ressurreição\, o mesmo acontecerá com o baptizado. Esta consoladora certeza deve transfigurar a nossa vida e levar-nos a vencer\, na esperança\, as provações e contradições do tempo presente. \n***************************************
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SUMMARY:Anunciação do Senhor
DESCRIPTION:Quadro do Beato Angelico\nO título atual\, e antigo\, desta solenidade mostra o seu carácter cristológico mais que mariano. É a solenidade do grande mistério cristão\, da Encarnação do Verbo de Deus. É a celebração litúrgica e agradecida daquela frase inspirada e densa da Águia da ilha de Patmos: E o Verbo fez-Se carne. \n[…] A data de 25 de março não é arbitrária: está em função do Nascimento de Jesus\, que é celebrado exatamente nove meses depois. […] No Oriente celebrava-se a Encarnação do Senhor já antes do ano de 446. No Ocidente é posterior\, pois não figura no Missal Galicano e só aparece nos Sacramentários Gelasiano e Gregoriano do primeiro período carolíngio. Mas pelo Livro Pontifical sabemos que S. Sérgio I (687-701) ordenou fosse celebrada solenemente a Encarnação em Roma\, com uma procissão estacional que partia da diaconia de Santo Adriano e terminava em Santa Maria Maior. Na Península Ibérica\, por ser dia de jejum\, transladou-se na Idade Média para 18 de dezembro. \nO mistério comemorado na festa de hoje é a Conceição do Filho de Deus no seio da Bem-aventurada Virgem Maria. S. Lucas deixou-nos\, no primeiro capítulo do seu Evangelho\, uma narração simples e grandiosa. \n[…]\nLer a biografia integral em:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003.\n\n \n  \n 
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SUMMARY:Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
DESCRIPTION:A liturgia deste Domingo reveste-se de dois aspectos\, à primeira vista contraditórios. Fala-nos do triunfo e glória\, para\, logo a seguir\, nos falar em sofrimentos e paixão. Reunindo acontecimentos tão contrastantes\, a Liturgia não tem outro intento senão apresentar-nos a figura de Jesus\, no seu aspecto de rei messiânico\, e\, ao mesmo tempo\, de “Servo do Senhor”. Na verdade\, a entrada triunfal em Jerusalém conduz à Paixão do Salvador. Mas\, por outro lado\, a Paixão só é plenamente compreendida por aquele que reconhece o carácter messiânico de Jesus Cristo. O caminho pelo qual Ele se dirige para Jerusalém está já iluminado pelos clarões da Ressurreição.\nNa bênção solene dos ramos é proclamado o relato de S. Lucas da entrada de Jesus em Jerusalém como Messias. É já o anúncio da Ressurreição e\, ao mesmo tempo\, o anúncio da Vinda gloriosa do Senhor no fim dos tempos\, para introduzir na Jerusalém celeste todos os que O seguiram na caminhada da vida. \n[…]
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SUMMARY:Quinta-feira da Semana Santa | Missa crismal
DESCRIPTION:O tempo quaresmal continua até Quinta-Feira Santa. A partir da Missa vespertina da Ceia do Senhor começa o Tríduo pascal\, que abrange a Sexta-Feira da Paixão do Senhor e o Sábado Santo\, tem o seu centro na Vigília pascal e conclui-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição. Nele se torna presente e se realiza o mistério da Páscoa\, isto é\, a passagem do Senhor deste mundo para o Pai. Com a celebração deste mistério\, a Igreja\, por meio dos sinais litúrgicos e sacramentais\, associa-se em íntima comunhão com Cristo seu Esposo. \n********************************************
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SUMMARY:Quinta-feira da Semana Santa | Missa Vespertina da Ceia do Senhor
DESCRIPTION:Giotto – Última Ceia | Capela degli Scrovegni (Pádua)\nO tempo quaresmal continua até Quinta-Feira Santa. A partir da Missa vespertina da Ceia do Senhor começa o Tríduo pascal\, que abrange a Sexta-Feira da Paixão do Senhor e o Sábado Santo\, tem o seu centro na Vigília pascal e conclui-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição. Nele se torna presente e se realiza o mistério da Páscoa\, isto é\, a passagem do Senhor deste mundo para o Pai. Com a celebração deste mistério\, a Igreja\, por meio dos sinais litúrgicos e sacramentais\, associa-se em íntima comunhão com Cristo seu Esposo. \nNesta Missa a Igreja propõe-se comemorar aquela última Ceia\, na qual o Senhor Jesus na noite em que ia ser entregue\, tendo amado até ao fim os seus que estavam no mundo\, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do pão e do vinho\, os entregou aos Apóstolos para que os tomassem\, e lhes mandou\, a eles e aos seus sucessores no sacerdócio\, que os oferecessem também. Toda a atenção da alma deve estar orientada para os mistérios que sobretudo nesta Missa são recordados\, a saber\, a instituição da Eucaristia\, a instituição da Ordem sacerdotal e o mandamento do Senhor sobre s caridade fraterna. \n[…]
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SUMMARY:Sexta-feira da Paixão do Senhor
DESCRIPTION:Giotto – Crucificação \, afresco (1305) | Capella Scrovegni (Pádua)\nNeste dia em “Cristo\, nosso Cordeiro pascal\, foi imolado”\, a Igreja\, meditando a Paixão do seu Senhor e adorando a Cruz\, comemora o seu nascimento do lado de Cristo e intercede pela salvação do mundo inteiro. \n  \n======================
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SUMMARY:Sábado Santo\, Vigília Pascal
DESCRIPTION:Giotto – O sepulcro vazio e aparição a Maria Madalena | Capela Scrovegni (Pádua)\nNo Sábado Santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor\, meditando na sua Paixão e Morte\, e na sua descida à mansão dos mortos\, e esperando na oração e no jejum a sua Ressurreição. \nSegundo uma antiquíssima tradição\, esta noite deve ser comemorada em honra ado Senhor\, e a Vigília que nela se  celebra\, em memória da noite santa em que Cristo ressuscitou\, deve considerar-se a “mãe de todas as vigílias”\, pois nela a Igreja se mantém de vigília ª espera da ressurreição do Senhor e a celebra com os sacramentos da iniciação. Desde o início a Igreja celebrou a Páscoa anual\, solenidade das solenidades\, principalmente com uma vigília noturna. Com efeito\, a Ressurreição de Cristo é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança\, e\, por meio do Batismo e da Confirmação\, fomos inseridos no mistério pascal de Cristo: mortos\, sepultados e ressuscitados com Ele\, com Ele também havemos de reinar. Esta Vigília é também expectativa da vinda do Senhor. \n====================================
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SUMMARY:Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor
DESCRIPTION:Pericle Fazzini – Ressurreição (Vaticano | Aula Paulo VI)\nA Páscoa não nos introduz numa fase estática de repouso\, mas sim num dinamismo\, que brota da vida do Ressuscitado. Baptizados na Morte e Ressurreição de Jesus\, começámos a caminhar em novidade de vida. Este nosso caminhar tem a duração da nossa existência e exige de nós esforço\, generosidade e sacrifício. Ressuscitados com Cristo temos de levar uma vida de ressuscitados. Por maiores que sejam as dificuldades não podemos desanimar. É que Cristo ressuscitado\, vivo eternamente\, vai connosco para nos ajudar a sermos fiéis ao Pai e aos homens\, nossos irmãos. \nA Missa do dia de Páscoa deve ser celebrada com grande solenidade. Hoje é a festa das festas\, o dia por excelência de Cristo Senhor\, em que Ele triunfa das trevas da morte para nunca mais morrer. Neste “dia que o Senhor fez” têm o seu termo\, a sua coroação as grandes intervenções de Deus\, as suas diversas “páscoas” (passagens) ao longo da história da salvação. Tem início a nova criação\, nasce o novo Povo de Deus\, a Igreja. Apesar das misérias e sofrimentos da humanidade\, os cristão sabem que o nosso mundo tem um destino maravilhosos\, o de ser o Reino de Deus. A Páscoa é assim fonte de alegria\, de otimismo e de esperança.
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SUMMARY:II Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Caravaggio | Incredulidade de São Tomé (1602-1603) – Pinacoteca do Castelo Sanssouci (Potsdam)\nCristo ressuscitou “no primeiro dia da semana”. Nesse mesmo dia e oito dias depois\, apresentou-Se aos seus discípulos\, reunidos\, mostrou-lhes os sinais gloriosos da Paixão e transmitiu-lhes\, com o seu Espírito\, os dons pascais\, compendiados na paz e na reconciliação. Por isso bem depressa esse dia foi considerado pelos discípulos o “Dia do Senhor”\, o Domingo. É por isso que a comunidade dos crentes se reúne nesse dia em volta de Cristo Ressuscitado\, misteriosamente presente nos sinais da assembleia\, da palavra\, do sacerdote\, do pão e do vinho. Este encontro semanal com Cristo Ressuscitado realiza-se\, se modo especial\, na Eucaristia\, “memorial da morte do Senhor”.
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SUMMARY:III Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Fonte da imagem: https://www.consolata.org/new/index.php/mission/missioneoggi/item/1142-i-discepoli-di-emmaus-icona-di-un-itinerario-vocazionale\nComo os primeiros discípulos\, é na “Fração do Pão” que nós reconhecemos hoje o Senhor Jesus. Na verdade\, na Eucaristia\, Jesus torna-Se nosso contemporâneo\, para percorrer com os homens os caminhos da vida. “Memorial” do Senhor\, a Eucaristia não é uma simples evocação de uma personagem histórica: é toda a Pessoa viva de Jesus\, é toda a obra que\, na Eucaristia\, se converte em acontecimento real para os homens de hoje. Ao reunirmo-nos\, portanto\, no domingo\, para celebrarmos a Eucaristia\, é em torno de uma Pessoa viva que nos congregamos – Jesus Cristo ressuscitado \n[…]
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SUMMARY:S. Marcos\, Evangelista – Bispo (+ 86)
DESCRIPTION:Mosaico\, séc. XIII | ábside da Basílica de S. Marcos (Veneza)\nEm geral\, admite-se que o autor do segundo Evangelho e o Marcos\, primo de Barnabé\, de que se fala nos Actos e nas Epístolas\, sejam uma só e a mesma personagem. Em favor desta identificação\, eis o que se pode dizer a respeito do segundo Evangelista. […] \nO lugar mais provável de promulgação do segundo Evangelho deve ter sido Roma\, onde a cristandade era numerosa. Após a morte de Pedro\, na perseguição de Nero\, Marcos deve ter sentido a necessidade de fixar por escrito a sua catequese\, isto entre os anos 65 e 70. Confirmam a origem romana do texto os muitos latinismos na redação grega\, a contagem dos dias à romana\, as moedas latinas\, etc. Mas então em Roma falava-se mais o grego que o latim. Neste Evangelho\, Jesus aparece mais humanizado que em S. Mateus: compadece-Se\, admira-Se\, indigna-Se\, tem medo e angústia\, etc. \nPor ler a biografia integral – e as dos outros santos destes meses – em:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Catarina de Sena – Virgem\, Doutora da Igreja (1347-1380)
DESCRIPTION:Francesco Messina\, Santa Caterina de Sena (Roma\, Largo Giovanni XXIII – 1962) | Castel Sant’Angelo)\nLapa\, a 25 de Março de 1347\, deu à luz duas gémeas. Estava no seu vigésimo quarto parto. Uma destas gémeas morreu logo ou quase; a sobrevivente foi chamada Catarina\, o que significa “branca”. Seu pai\, modesto tintureiro do bairro de Fontebranda\, escolheu para a última filha o nome da cor branca\, símbolo de pureza. Catarina\, na verdade\, cresceu pura como açucena\, e com uma açucena na mão a retrataram os primeiros pintores senenses. Aos seis anos teve a primeira visão de Jesus\, que a incitava a segui-Lo. Aos sete\, diante de Nossa Senhora\, desposou-se misticamente com Ele. \nAos doze\, já os pais pensavam casá-la com um jovem de Sena\, segundo o uso daqueles tempos\, quando se pode dizer que as mulheres nem conheciam a meninice. Catarina\, como resposta aos projetos\, cortou o cabelo e cobriu a cabeça com um véu branco. Lapa tirou-lho violentamente dizendo: «Os cabelos tomarão a crescer e depressa te casarás». Catarina aceitou a perseguição familiar como prova; e resistiu. Uma noite\, em sonho\, S. Domingos disse-lhe que ela vestiria o hábito branco e preto das chamadas «Manteladas». Na manhã seguinte\, anunciou aos pais a sua decisão firme. O pai inclinou a cabeça; tinha visto uma pomba branca voar sobre a cabeça da sua branca filha. Lapa calou-se. \n[…] Depressa a filha do tintureiro\, que era analfabeta\, começou a ditar as suas palavras a vários amanuenses. “Escreve no precioso Sangue de Jesus”\, dizia\, e naquele sangue quente e vermelho escrevia a particulares e a prelados\, a pais de famílias e a magistrados; a desconhecidos e a Reis; até ao Papa\, que se encontrava em Avinhão e ela chamava para Roma\, excitando-o\, ela mulher\, a ser viril: “Ânimo\, virilmente\, pai! Digo-vos eu que é preciso não tremer”. \nA 13 de Junho de 1376\, partiram com ela para Avinhão vinte e oito caterinati (catarinados\, a corte de Catarina). Podiam contar com todas as oposições; mas ela varreu-as em poucas semanas. A 13 de outubro\, tomando Gregório XI quase pela mão\, encaminhou-se para Roma com ele. Em Génova\, ele quis voltar atrás\, mas ela forçou-o a continuar; e morreu pouco depois de chegar. Os cardeais deram-lhe como sucessor Urba­no VI\, que se estabeleceu em Roma. Este chamou Catarina para junto de si. Antes de sair de Sena\, ela ditou em pleno êxtase o seu famoso Diálogo\, livro das suas doutrinas e visões que\, pela beleza da língua\, é um dos clássicos da prosa italiana. […] \nMorreu mártir\, aos 33 anos\, foi proclamada Santa por Pio II e Pio XI\, em 1939\, deu à Itália por protetora Catarina de Sena\, juntamente com S. Francisco de Assis\, a mulher forte ao lado do homem caritativo. A 4 de outubro de 1980\, Paulo VI proclamou-a Doutora da Igreja; uma semana antes fizera o mesmo com Santa Teresa de Jesus. Precedentemente não havia na Igreja senão Doutores\, não Doutoras. Em 1997\, veio juntar-se-lhes Santa Teresa do Menino Jesus\, proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II. \nPor ler a biografia integral – e as dos outros santos destes meses – em:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003.
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SUMMARY:S. José Operário
DESCRIPTION:Gerrit van Honthorst – O Menino Jesus na oficina de S. José (1620) – Museo do Hermitage (San Patersburgo)\n«No 1.° de Maio de 1955 — escreve uma testemunha presencial — Roma era um fervedoiro de gente simples e morena\, com olhar claro e espontâneo. Aqui e acolá\, nos bares e ruas que rodeiam o Vaticano\, grupos de homens\, mulheres e crianças\, misturados em alegre algaraviada\, largavam a leve bagagem das suas mochilas e esgotavam xícaras de bom café. À volta deles parecia soprar um ar novo\, ainda não estreado. Até ao ponto de o semblante da Cidade Eterna\, acostumado a todos os acontecimentos e a todas as extravagâncias de todos os povos da terra\, parecer ensombrado diante do alude novo de corpos duros e curtidos\, e de almas ingénuas\, que ultrapassavam todo o previsto». \n[…] Apesar disso\, a festa\, com toda a sua beleza\, poderia ter ficado como uma das muitas que se têm celebrado na magnífica Praça de S. Pedro e o discurso como um de tantos entre os pronunciados pelo papa Pio XII. Não foi assim. Por boca do Sumo Pontífice\, a Igreja dispôs-se a fazer\, com a festa do 1.° de Maio\, o que tantas vezes fizera\, nos séculos da sua história\, com as festas pagãs ou sensuais: cristianizá-las. \nO 1.° de Maio nascera\, no calendário das festividades\, sob o signo do ódio. Desde meados do século XIX\, essa data identificara-se\, na memória e imaginação de muitos\, com as alamedas e as avenidas das grandes cidades cheias de multidões com os punhos cerrados. Era dia de greve total em que o mundo dos proletários recordava à sociedade burguesa até que ponto tinha descido\, à mercê do ódio dos explorados. E essa festa\, a festa do ódio\, da vingança social e da luta de classes ia transformar-se por completo numa festa litúrgica (atualmente memória)… \n[…] Sabemos que foi carpinteiro. Algum dos Padres apostólicos\, S. Justino\, chegou a ver toscos arados romanos\, feitos na oficina nazaretana pelo Patriarca S. José e também por Jesus. Fora disto\, tudo o mais são conjeturas. Mas conjeturas constituídas com base de certeza\, se é lícito falar paradoxalmente\, pois\, por muito que desejemos forçar a imaginação\, sempre resultará que foi dura a vida dum pobre carpinteiro de aldeia\, que a essa condição sua juntou as tristes consequências de ter vivido algum tempo no desterro. \nPorque\, se algumas economias houve\, se alguma coisa chegou a valer a ferramenta\, tudo foi preciso quando\, em consequência da perseguição de Herodes\, a Sagrada Família teve de ir para o Egipto. Dura foi a vida lá. E dura também a vida depois do regresso. \nNeste ambiente viveu Jesus Cristo. E este é o modelo que hoje se propõe a todos os cristãos. Para que aprenda cada um a lição que lhe toca. \nQuer a Igreja que a memória de S. José Operário sirva para despertar e aumentar nos operários a fé no Evangelho e a admiração e o amor por Jesus Cristo; sirva para despertar nos que governam a atenção pelos que sofrem e o desejo de pôr em prática aquilo que pode levar a uma ordem justa na sociedade humana; e sirva para corrigir.na sociedade os falsos critérios mundanos que em tantas ocasiões chegam a penetrá-la por completo. […] \n  \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre a Festa de S. José Operário\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 11-13).
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SUMMARY:IV Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Cepa de uma vinha de Alburitel (Lameira do Palheiro) – 2020\nA palavra deste domingo\, como simbolismo da videira\, fala da comunhão de vida com Cristo e com os irmãos por meio da fé e do amor. São duas as ideias básicas: permanecer em Cristo e dar fruto. Para dar fruto precisamos da seiva da videira\, que é Cristo. Sem Ele nada podemos fazer\, porque sem a seiva secam os ramos. Somente no contacto com Jesus temos vida e forma interior\, capacidade e fortaleza para transformar a dura realidade e vencer o mal dentro e fora de nós. Porque é que há tantos cristãos ineficazes\, mesquinhos e tristes\, se afirmamos possuir a fonte da vida e da alegria que é a fé e a esperança no Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo? \n[…]
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SUMMARY:VI Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:A Liturgia deste domingo fala-nos do amor. De Deus\, que é amor\, que nos deu o seu Filho\, que nos impõe o mandamento do amor. A prática deste mandamento não só faz de nós uma pessoa com Cristo\, mas une-nos também ao Pai. Quem recebeu o Espírito entrou na intimidade de vida com Deus. “Amá-1’O” significa deixar que passe o seu amor para os homens\, através de nós. Ele não tem necessidade dos nossos sacrifícios. A sua glória não aumenta quando nos prostramos a tremer diante da sua majestade infinita\, mas quando tomamos presente no mundo a sua ternura\, o seu amor. \n[…]
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SUMMARY:Virgem Santa Maria do Rosário de Fátima
DESCRIPTION:As Aparições de Fátima\, freguesia do concelho de Vila Nova de Ourém\, distrito de Santarém\, e paróquia da Diocese de Leiria-Fátima\, desenrolam-se em três períodos ou ciclos. Os dois primeiros tiveram lugar em Fátima e o terceiro em Pontevedra e Túy\, na província da Galiza\, em Espanha. \nCiclo Angélico\, desde a Primavera ao Outono de 1916. \nCiclo Mariano\, nos dias 13\, desde Maio a Outubro de 1917. \nCiclo Cordimariano\, em Pontevedra (1925 e 1926) e em Tuy (1927 e 1929). \n  \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa de N. S. de Fátima\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler integralmente o relato das Aparições\, tirado dos Manuscritos da Irmã Lúcia\, na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 50-55). \n\n \n 
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SUMMARY:S. Matias\, Apóstolo
DESCRIPTION:Matias significa «dom de Yavé»\, de Deus. Pode ele chamar-se o homem da sorte\, da maior que podia haver neste mundo: ser apóstolo\, juntando-se aos Onze que Jesus deixou escolhidos. Pertencia ao número dos 72 discípulos de Cristo\, enviados à frente d’Ele a pregar a boa nova do Evangelho\, com poderes extraordinários para curar doentes. As recomendações que lhes fez o Senhor foram-nos transmitidas por S. Lucas e provam a austeridade e desprendimento temporal em que Jesus formava aqueles que deviam ser os melhores propagadores do seu reino: «Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa\, nem alforge\, nem sandálias\, e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. Em qualquer casa em que entreis\, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!”… \n  \nEste é o início do capítulo sobre a Festa do apóstolo S. Matias\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 56-58).
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SUMMARY:Ascensão do Senhor
DESCRIPTION:Pietro Perugino | Ascensão de Cristo (Políptico de S. Pedro – 1496-1500) | Museu das Belas Artes – Lion (França)\nCompletada a obra de reconciliação dos homens com Deus\, Jesus começa uma vida nova\, junto do Pai. A sua peregrinação pela Terra atingiu assim o seu termo – termo que não é derrota e esquecimento\, mas triunfo e glória. A Ascensão\, último mistério da vida de Jesus\, é a sua exaltação suprema\, iniciada já com a Ressurreição; é a sua glorificação plena pelo Pai\, que 0 constitui “Senhor”\, centro da história do mundo e do homem. A exaltação e a glorificação de Jesus representam as primícias e até a causa da nossa própria glorificação. Desde a Ascensão o homem tem a certeza de que\, tal qual é (corpo e alma)\, participará um dia desse modo de existência de Jesus. \n[…] \n \n\n 
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SUMMARY:Domingo de Pentecostes
DESCRIPTION:Duccio di Buoninsegna | Pentecostes – Siena – Museo dell’Opera della Metropolitana (nave imperfeita do “Duomo Nuovo”)\n“Consumada a obra que o Pai confiou ao Filho para Ele cumprir na terra\, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes\, para santificar continuamente a Igreja e\, deste modo\, os fiéis terem acesso ao Pai\, por Cristo\, num só Espírito. \nEle é o Espírito de vida\, ou a fonte de água\, que jorra para a vida eterna; por quem o Pai vivifica os homens mortos pelo pecado\, até que ressuscite e m Cristo os seus corpos mortais. \nO Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis\, como num templo\, e dentro deles ora e dá testemunho da adoção de filhos. \nA Igreja\, que Ele conduz à verdade total e unifica na comunhão e no ministério\, enriquece-a Ele e guia-a com diversos dons hierárquicos e carismáticos e adorna-a continuamente e leva-a à união perfeita com o seu Esposo… Assim\, a Igreja toda aparece como um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. \n[…] \n VIGÍLIA | DIA
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SUMMARY:Santa Maria\, Mãe da Igreja
DESCRIPTION:A memória da Bem-aventurada Virgem Maria\, Mãe da Igreja\, recorda-nos que a maternidade divina de Maria se estende\, por desejo de Jesus\, à maternidade humana\, ou seja\, à própria Igreja\, mediante um ato de consagração. \nEm 2018\, o Papa Francisco introduziu a celebração desta Memória na segunda-feira após a Solenidade de Pentecostes\, dia em que a Igreja nasceu. \nEste título dado a Maria não é novo. Em 1980\, S. João Paulo II tinha convidado os fiéis a venerar Nossa Senhora como Mãe da Igreja. Antes\, em 21 de novembro de 1964\, S. Paulo VI\, na conclusão da terceira sessão do Concílio Vaticano II\, declarou que a Virgem é “Mãe da Igreja”. Mais tarde\, em 1975\, a Santa Sé propôs a celebração de uma Missa votiva em honra da Mãe da Igreja\, mas ela não entrou no calendário litúrgico. \nAlém dessas datas\, não podemos esquecer quanto o título de Maria\, Mãe da Igreja esteve presente na sensibilidade de Santo Agostinho e de São Leão Magno\, de Bento XV e Leão XIII\, até nossos dias\, quando\, em 11 de fevereiro de 2018\, por ocasião do CLX aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora em Lourdes\, o Papa Francisco tornou obrigatória esta Memória da Virgem Maria\, Mãe da Igreja. \nSaber +
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SUMMARY:Santíssima Trindade [IX Domingo do Tempo Comum]
DESCRIPTION:Como os Hebreus e os Muçulmanos\, nós proclamamos que o nosso Deus é o único: nós acreditamos num único Deus. Contudo\, nós os cristãos sabemos que este Deus único não é um ser solitário\, perdido nos espaços\, mas um deus comunitário; é uma Família divina; é uma comunidade de vida e de amor. \nCom a sua presença no mundo e com as suas palavras\, Jesus Cristo descobriu-nos as surpreendentes riquezas de Deus. Falou-nos do Pai\, que nos ama e quer a nossa salvação; apresentou-Se a Si mesmo como Filho\, o Enviado\, o caminho\, a verdade e a vida; anunciou-nos a vida do Espírito Santo como hóspede das nossas almas. \n[…]
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SUMMARY:Santos Carlos Lwanga e (21) Companheiros. mártires
DESCRIPTION:Carlos Luanga e os seus vinte e um companheiros\, ugandeses\, foram martirizados entre 1885 e 1886\, por ordem do rei Mwanga. Tendo abraçado a fé\, graças à pregação dos Padres Brancos\, opuseram-se ao rei\, esclavagista e pederasta. \nCom idades entre os catorze e os trinta anos\, pertenciam à corte dos jovens nobres ou ao corpo de guarda do próprio rei Mwanga. Eram neófitos ou fervorosos seguidores da fé católica e\, por se terem recusado ceder às impuras intenções do rei\, uns foram decapitados e outros queimados no monte Namugongo\, no Uganda. \nSABER +
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SUMMARY:Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo
DESCRIPTION:A Igreja celebra o aniversário litúrgico da instituição da Sagrada Eucaristia em Quinta-Feira Santa. Nesse dia\, porém\, a sombra da cruz projeta-se já na Liturgia\, e a Igreja não pode\, por isso\, manifestar todo o seu júbilo por este Dom inefável. \nDeste modo\, a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo aparece na Liturgia\, no séc. XIII\, para responder a uma necessidade íntima da Esposa de Cristo. \nCom esta Solenidade\, a Igreja\, de coração inundado ainda pelas alegrias pascais e no fervor do Espírito Santo\, dá largas ao seu entusiasmo para celebrar\, numa atmosfera de louvor e exaltação espiritual\, o Mistério da presença amorosa e operante de Cristo no meio dos homens. \n[…..]
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SUMMARY:X Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A luta entre o bem e o mal não é de hoje nem de ontem. A dúvida e a insegurança acompanharam o homem desde a sua criação. Mas o homem não está só. A seu lado caminha o Senhor Deus\, que com o homem sofre\, morre e ressuscita\, interessa-se por todos e cada um dos homens\, vindo ao encontro das suas necessidades e anseios. Convida a todos a perseverarem na fé inalterável que salva e a comprometerem-se na realização completa do bem\, da paz e da justiça entre os homens.
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SUMMARY:Santo Anjo da Guarda de Portugal
DESCRIPTION:Os Anjos — que fazem parte desse mundo invisível a que se estende também a ação criadora de Deus — vivem inteiramente dedicados ao louvor e ao serviço de Deus. A inteligência humana tem dificuldade em exprimir a natureza dessas criaturas espirituais. A sua missão\, porém\, é-nos conhecida através da Bíblia\, que\, em tantos passos\, dá testemunho acerca da existência dos Anjos. […] \nEm Portugal\, a devoção ao Anjo da Guarda é muito antiga. Tomou\, porém\, incremento especial com as Aparições do Anjo\, em Fátima\, aos Pastorinhos. Pio XII aprovou a comemoração do Anjo de Portugal no Calendário Litúrgico de Portugal. \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa do Santo Anjo da Guarda de Portugal\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler integralmente o relato das Aparições do Anjo\, na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 176-178).
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SUMMARY:S. Barnabé\, Apóstolo
DESCRIPTION:Paulo chama constantemente a S. Barnabé apóstolo\, designação que a liturgia lhe conservou. S. Barnabé recebeu na verdade um chamamento especial para a evangelização nos primeiros anos da Igreja. O próprio Deus\, pela boca de S. Lucas\, no-lo apresenta como homem bom\, cheio de fé e do Espírito. \nEra judeu da tribo de Levi\, que nascera em Chipre\, mas vivia em Jerusalém por altura da primeira pregação apostólica\, e tinha lá família muito próxima\, como a mãe de S. Marcos. Depressa se abriu à graça cristã com ardor e generosidade. Possuía um campo em Jerusalém\, vendeu-o e o dinheiro pô-lo nas mãos dos Apóstolos. \nO seu nome era José\, mas os Apóstolos chamavam-no pelo sobrenome de Bárnaba ou Barnabé\, que significa filho da consolação. S. João Crisóstomo julga que aludiam assim à bondade e simpatia do seu carácter. […] \n====================================== \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa do Apóstolo Barnabé\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua biografia na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 180-181).
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