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SUMMARY:XXIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Onde está a verdadeira sabedoria? A lógica da cruz não é a do mundo\, e o homem nasce e cresce assimilado à do mundo. Quando lhe é anunciada a “loucura da cruz”\, é normal\, e até mesmo salutar\, que hesite\, que seja tomado por dúvidas e perplexidades e que se sente a refletir sobre a escolha a fazer. O cristão não aspira à dor\, mas ao amor. Todavia\, quando o amor é levado até ao extremo\, chega ao dom da vida. Por isso é que a cruz\, de sinal de morte\, se tornou símbolo da vida. \n[…]
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SUMMARY:Natividade da Virgem Santa Maria
DESCRIPTION:Natividade da Virgem – mosaico de Pietro Cavallini – 1291Igreja de Santa Maria in Trastevere – Roma\nSe eu licitamente me pudera queixar do Evangelista\, neste dia me queixara\, e cuido que com razão. Cala nele o Evangelho três coisas não pequenas\, que devera dizer\, e diz só uma\, posto que grande\, que devera calar. \nA obrigação dos historiadores dos nascimentos das grandes personagens é dizer o lugar onde nasceram\, o tempo em que nasceram\, e os pais de quem nasceram. E celebran­do o mundo hoje o Nascimento da maior Pessoa depois de Deus\, que saiu à luz do mesmo mundo\, o Evangelho que conta e nos propõe a Igreja Católica: nem do lugar\, nem do tempo\, nem dos pais de que nasceu\, faz menção ou memória alguma. Isto é o que cala o Evangelista que devera dizer. E que é o que diz\, que devera calar? \n……………. \nComeça assim a apresentação da Festa litúrgica de hoje\, citando o Sermão do Nascimento da Mãe de Deus\, que o P. António Vieira pregou em Odivelas\, que se encontra publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 34-36).
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SUMMARY:Exaltação da Santa Cruz
DESCRIPTION:Basílica de S. Clemente | Roma: Mosaico da concha da ábside. “A redenção da Humanidade e do mundo inteiro por obra de Jesus Cristo\, com a sua morte na cruz”\nEsta festa é também chamada da Cruz gloriosa. E os Orientais denominam-na «da preciosa Cruz portadora de Vida». É uma das mais antigas solenidades litúrgicas da Igreja; celebrava-se já em Jerusalém no tempo de Constantino (337). A Cruz que «se exaltava» neste dia era menos a de Jesus a sofrer no Calvário que a de Cristo glorioso subindo para o seu Pai\, depois de vencer a morte e salvar o mundo. O que se recorda na festa de hoje é\, portanto\, o triunfo de Cristo e a mudança por ele causada na condição humana; […] \n\n\n\n\n\n\nComeça com estas palavras a apresentação desta Festa no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro». Pode conferi-la também na referida obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 51-53). ou lê-la diretamente AQUI.
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SUMMARY:Nossa Senhora das Dores
DESCRIPTION:Havia duas festas das Dores de Maria. Uma que foi instituída em Colónia\, durante o século XV\, por um piedoso arcebispo\, Tierri de Meurs\, a fim de reparar os ultrajes praticados pelos Hussitas contra as imagens da Santíssima Virgem\, era celebrada na sex­ta-feira da semana da Paixão\, semana imediatamente anterior à Semana Santa. Mais tar­de\, o Papa Bento XIII decretou que ela fosse inscrita no catálogo das festas litúrgicas\, para todo o mundo católico\, sob o título de Festa das Sete Dores. Porém\, esta festa vem de mais longe. \n… \nE há uma segunda festa da Compaixão ou das Dores de Maria mais recente\, instituída por Pio VII\, em 1814\, estando envolvido na sua origem o imperador Napoleão… Pode ler uma breve síntese da história desta Festa litúrgica\, que aqui transcrevemos com a devida vénia\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 53-55). \n  \n\n 
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SUMMARY:XXV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Já dizia o salmo 23: “Do Senhor é a terra e o que nela existe\, o mundo inteiro e quantos nele habitam”(vers. 1). O homem é um peregrino\, vive como estrangeiro num mundo que não é o seu. As pessoas não são donas\, mas administradoras dos bens de Deus. Nas mãos de cada pessoa o Senhor coloca um tesouro. Que fazer para o administrar bem? A palavra de Deus neste domingo dá-nos a resposta. \n[…]
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SUMMARY:XXVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Parábola do «Rico Avarento»\, escola flamenga (1600-1625)\, pintura de Jacopo Bassano conservada na Galleria Sabauda\, de Turim\nEm cada domingo reunimo-nos para a celebração da Eucaristia. Mas não podemos julgar da nossa bondade e santificação exclusivamente por esta presença comunitária na celebração do culto. A correspondência dos nossos actos às palavras será a justa medida da autenticidade da nossa fé\, fraternidade e amor aos homens nossos irmãos. A liturgia da Palavra deste domingo afirma o perigo da riqueza\, porque facilmente cria resistência à lei de Deus e surdez à sua palavra. Assim se fecha o coração do homem a Deus e ao próximo. \n[…] \n \n 
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SUMMARY:S. Miguel\, S. Gabriel e S. Rafael\, Arcanjos
DESCRIPTION:Santos Arcanjos no monte Tepeyac – Santuário de Guadalupe (México)\nA Sagrada Escritura só nos indica o nome de três anjos: S. Miguel\, S. Gabriel e S. Rafael. Dos outros conhecemos muitas das suas atuações e experimentamos o seu benéfico influxo\, mas desconhecemos os seus nomes. Algo mais\, que se saiba a este respeito\, vem-nos por revelações particulares… \nA Escritura apresenta-nos S. Miguel como o Príncipe das milícias celestes\, o defensor da glória do Senhor. «Houve uma batalha no céu: Miguel e os seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou\, juntamente com os seus Anjos\, mas foi derrotado e não se encontrou mais um lugar para eles no céu» (Ap 12\, 7-8). Miguel foi constituído por Paulo VI (23.4.1976) padroeiro principal dos Agen­tes de Segurança Pública em toda a Nação Portuguesa (Pio XII já fizera o mesmo com a Itália\, em 1949). \nSão Gabriel é o Anjo da Encarnação. Foi ele que anunciou a Daniel que daí a 70 semanas havia de nascer o Messias Salvador (Dan 9\, 20-27). Apareceu a Zacarias\, comu­nicando-lhe que a sua esposa Isabel\, apesar da idade avançada\, ia ser mãe do Precursor. É ele que pela primeira vez profere as palavras que todas as gerações hão de repetir no decurso dos séculos para saudar e louvar a Virgem de Nazaré: «Ave\, cheia de graça. O Senhor é convosco» (Lc 1\, 28). \nSão Rafael é o Anjo benfazejo que acompanha o jovem Tobias na sua viagem desde Nínive até à Média\, que o defende dos perigos e que patrocina o seu casamento com Sara. É ele que tira da cegueira o velho Tobias. […] \nEstes são alguns excertos da breve apresentação desta festa litúrgica\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, que transcrevemos aqui\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nessa publicação do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 99-100). \n 
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SUMMARY:Santa Teresa do Menino Jesus\, Religiosa\, Doutora da Igreja (1873-1897)
DESCRIPTION:A vida de Teresa do Menino Jesus e da Santa Face\, no convento\, resume­-se em poucas linhas: observância perfeita e amorosa das regras e constituições da Or­dem. Generosidade até aos mínimos pormenores na obediência e na caridade com as suas companheiras. Pobreza delicada e minuciosa. Sorriso nos lábios sempre. Alegria no re­creio. Igualdade de trato com todas. \n….\nEsta é uma breve passagem da biografia\, comovedora\, desta santa extraordinária – beatificada em 1923\, canonizada em 1925\, proclamada padroeira de todas as missões em 1927 e doutora da Igreja em 1997 – que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 109-114).
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SUMMARY:S. Francisco de Assis\, fundador da Ordem dos Franciscanos – (c. 1181-1226)
DESCRIPTION:A chamada «Gruta de S. Bento»\, em Subiaco\, tornou-se lugar de culto já a partir do séc. VI. Um dos frescos que lá se podem admirar representa S. Francisco de Assis\, que visitou Subiaco\, como peregrino\, em 1223\, acompanhando o cardeal Ugolino\, futuro Papa Gregório IX. É considerado uma «verdadeira imagem» do fundador dos Franciscanos.\nNasceu em Assis\, na Umbria\, Itália\, entre 1181 e 1182; deram-lhe o nome de João no batismo\, mas uma circunstância casual – o facto de o pai se encontrar na França quando ele veio à luz – determinou que fosse sempre designado com o nome de Francis­co\, quer dizer\, Francês. \nNão nasceu santo\, pois até aos 25 anos viveu como um de tantos outros jovens: alegre\, divertido e amigo de festas\, tão esbanjador e pródigo que entre os parentes dizia­-se: mais parece um príncipe que o filho de Pedro Bernardone. \nNão longe de Assis\, havia uma igreja de S. Damião\, que ameaça­va ruína. Francisco entrou para orar e ouviu a um Santo Cristo: «Francisco\, vai e repara a minha igreja»… \nA Porciúncula\, uma ermida de Nossa Senhora\, foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros\, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola\, trabalhavam no campo\, pregavam\, visitavam e consolavam os doentes… \nEm 1215\, em Roma\, ouviu falar Inocêncio Ill sobre a letra Tau\, como sinal de penitência e de nova vida. «Tau é a última letra do alfabeto grego e representa a forma da cruz\, antes que se lhe pusesse o INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus). \nEm 1217\, visitou novamente Roma\, a seguir a França\, e em junho de 1219 embar­cou para o Oriente: Chipre\, S. João de Acre e Egipto. Em Damieta\, pregou o Evangelho na própria corte do Sultão. Voltou em 1220 a S. João de Acre\, na costa da Síria\, e peregri­nou até aos Lugares Santos\, «tendo o coração cheio de ansioso respeito pela terra que tinha pisado o Divino Mestre». \nQuando voltou a Itália\, no Verão de 1220\, encontrou a Fraternidade dividida… \nEm 1224\, no retiro do Monte Alverne\, chegou à máxima união a Cristo Senhor com a impressão das cinco chagas no seu corpo… \nEm S. Damião compôs o hino do Irmão Sol e a seguir retirou-se para morrer na Porciúncula. As sombras cobriam a planície\, mas os cumes estavam iluminados pelo Sol\, símbolo da fraqueza corporal de Francisco e da grandeza espiritual. \nA 16 de Julho de 1228\, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX. \n………………………………………………………………………\nEstas são algumas passagens retiradas da breve biografia do fundador da Ordem mendicante dos Frades Menores\, que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 122-124) e que aqui se transcrevem com a devida vénia.
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SUMMARY:XXVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A Liturgia da Palavra deste domingo fala-nos da fé. Mas esta não se reduz a um mero conhecimento teórico das verdades reveladas por Deus. Embora a suponha\, a fé é mais que ilustração\, mais do que a própria teologia. A fé é encontro pessoal com Deus\, que sai ao nosso encontro por meio da sua Palavra\, Jesus Cristo. A fé é uma opção fundamental e radical por Deus\, confiando totalmente n’Ele; é um compromisso capaz de orientar toda a nossa vida segundo o estilo de Jesus: mente\, coração e comportamento\, relações humanas\, amor e trabalho\, vida e morte. Tanto assim é\, que “o justo vive pela fé”. \n[…] \n 
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SUMMARY:Nossa Senhora do Rosário
DESCRIPTION:Luca Giordano\, Nossa Senhora do Rosário\, 1657\nO Rosário é devoção sumamente meritória…\, sumamente impetratória…\, é verdadeiro alimento espiritual… Na reza do terço aumenta-se em nós a fé e a esperança de por Maria obtermos a abundância da divina misericórdia…\, acende-se em nosso coração a caridade\, o amor\, a gratidão a Jesus e Maria\, que tanto fizeram pela nossa salvação. Ao mesmo tempo desperta-se em nossa alma o desejo de seguir-lhes as pegadas e pertencer-lhes inteiramente. O nosso espírito enleva-se na contemplação dos grandiosos exemplos que se nos deparam nas pessoas de Jesus e Maria. \n……………………………..\nAprofunde o valor destas afirmações e conheça outros significados da festa de hoje lendo a apresentação que é feita\, de modo esquemático e bem desenvolvida\, no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 138-141).
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SUMMARY:XXVIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Imagem: Gebhard Fugel – “Christus und die Aussätzigen” – Cristo e os Leprosos \, fotografado pelo Autor na Exposição “Gebhard Fugel 1863-1939. Von Ravensburg nach Jerusalem”. Galeria Fähre\, Antigo Claustro\, Bad Saulgau\, 2014)\nDeus não tem preferências. Todos os homens\, independentemente da sua posição social\, riqueza\, religião ou cultura\, são pertença do seu Reino. E são-no já aqui na terra. Pelo que\, sendo os pobres abandonados es esquecidos da sociedade\, Ele Se identificou com eles. O que é preciso é ter fé. Os milagres de Jesus supõem a fé: “A tua fé te salvou”. São sinais da presença salvadora do Reino de Deus e parte integrante da Boa Nova\, que Cristo anunciou com palavras e obras.
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SUMMARY:S. Lucas\, Evangelista
DESCRIPTION:  \nSão Lucas mostra o seu quadro da Virgem Maria – Guercino (1591-1666)\nLucas é uma das figuras mais simpáticas do Cristianismo primitivo. Homem de posição e qualidades\, de formação literária\, de profundo sentido artístico e divino\, entre­ga-se plenamente ao Cristianismo logo que toma conhecimento dele na sua cidade\, Antioquia\, a grande metrópole romana do Oriente; subjuga-o a grandeza de S. Paulo e converte-se no mais fiel e incondicional dos seus discípulos. Toda a sua ciência médica e literária põe-na à disposição do grande Apóstolo\, entrega-lhe a sua pessoa e segue-o para toda a parte\, como a sombra ao sol. Por isso\, o seu Evangelho pode cha­mar-se «o Evangelho de S. Paulo». É considerado o Padroeiro dos médicos\, por também ele ter exercido esse ofício\, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4\, 14): «Saúda-vos Lucas\, nosso querido médico». \n…………………………………….. \nComeça assim a breve apresentação deste evangelista\, que se pode ler integralmente no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 185-187).
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SUMMARY:XXIX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:O tema da liturgia deste domingo é a oração\, a oração litúrgica e o seu prolongamento que é a nossa vida\, que deve ser oração e diálogo de fé com Deus. A oração\, quando é autêntica como a que Jesus ensinou e praticou\, brota de uma fé viva\, expressa-a e alimenta-a. O problema da oração é sempre questão de fé\, quer se trate da prática ou da eficácia da oração. Precisamos da oração\, como a terra árida ressequida clama desesperadamente pela água que a vivifique\, porque a oração faz germinar a fé adormecida. Não esqueçamos que a oração não é somente para pedir coisas; também há a oração de louvor e a de acção de graças a Deus. \n99º Dia Mundial das Missões | Mensagem do Papa Francisco
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SUMMARY:XXX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A liturgia deste domingo diz-nos das condições para sermos aceites por Deus. E elas resumem-se no reconhecer a nossa pobreza e miséria diante d’Ele e confiar totalmente na sua misericórdia. As chamadas nossas boas obras são o fruto e não a causa da nossa confiança. Pergunta S. Paulo: “Que tens tu que não hajas recebido? E\, se o recebeste\, porque te glorias como se o não tivesses recebido?” (1 Cor 4\,7)
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SUMMARY:Santos Simão e Judas\, Apóstolos
DESCRIPTION:Estamos mal informados sobre estes dois apóstolos. Na lista dos Doze\, Simão vem no 11º lugar em Marcos e Mateus\, e no 10º em Lucas; Judas\, no 11º em Lucas e no 10º em Marcos e Mateus; dão a este o cognome de Tadeu. O lugar no fim da lista leva a pensar nos trabalhadores contratados às cinco horas da tarde (Mt 20\, 6) ou nos convidados modestos (Lc 14\, 10). […] Simão tinha o cognome de Cananeu\, palavra hebraica que significa «zeloso». […] Judas\, um dos doze\, era chamado também Tadeu\, ou Lebeu\, que S. Jerónimo interpreta como homem de senso prudente. […] Tantos e tão extraordinários são os favores que S. Judas Tadeu concede aos seus devotos\, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas. \n[…] \nEstas passagens são extraídas da breve biografia destes dois apóstolos\, publicada no III volume da obra «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 219-221)\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia\, e convidamos a ler.
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SUMMARY:Solenidade de Todos os Santos
DESCRIPTION:Miguel Ângelo | Juízo Final – Capela Sistina (Museus do Vaticano)\nDiz a Constituição sobre a Sagrada Liturgia do II Concílio do Vaticano: “Os Santos\, tendo atingido\, pela multiforme graça de Deus\, a perfeição e alcançado a salvação eterna\, cantam hoje a Deus no Céu o louvor perfeito e intercedem por nós. A Igreja proclama o mistério pascal realizado na paixão e glorificação deles com Cristo; propõe aos fiéis os seus exemplos\, que conduzem os homens ao Pai por Cristo; e implora pelos seus méritos as bênçãos de Deus. Segundo a tradição\, a Igreja venera os Santos e as suas relíquias autênticas\, bem como as suas imagens. É que as festas dos Santos proclamam as grandes obras de Cristo nos seus servos e oferecem aos fiéis os bons exemplos a imitar” (104 e 111). \n[…]
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SUMMARY:Comemoração de todos os Fiéis defuntos
DESCRIPTION:  \nCemitério monumental de Santa Eulália (Arouca)\nEste dia 2 de novembro não é uma comemoração para a tristeza nostálgica\, com saudades dos seres queridos que nos deixaram\, mas uma recordação esperançada\, que expressa e continua a comunhão dos Santos que ontem celebrávamos. Celebramos a vida e não a morte. “Nos ritos fúnebres\, a Igreja celebra com fé o mistério pascal\, na firme esperança de que os que se tornaram\, pelo Batismo\, membros de Cristo morto e ressuscitado\, passem com Ele através da morte à vida. É necessário\, porém\, que a sua alma seja purificada antes de ser recebida no Céu com os Santos e os eleitos\, enquanto o corpo espera a bem-aventurada esperança da vinda de Cristo e a ressurreição dos mortos”. \nO dia de hoje é sobretudo de oração\, que se revestirá da maior eficácia se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação\, a Missa.  No Sacrifício da Missa\, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos que adormeceram na paz com Ele\, de modo que\, acabada a sua purificação\, sejam admitidos no seu Reino. \n\n \n1ª Missa]  |  2ª Missa] | 3ª Missa]
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SUMMARY:S. Martinho de Porres\, Religioso (1579-1639)
DESCRIPTION:Outrora\, fez o Irmão Martinho de Porres no convento o seu ofício de enfermeiro com grande amor a Deus e às almas; agora\, beneficiamos dos progressos espirituais que ele procurou à humanidade numa obra e por uma obra sem grande brilho exterior.\nNasceu fora do casamento\, em Lima\, capital do Peru\, a 9 de dezembro de 1579\, dum nobre cavaleiro da ordem de Alcântara\, João Porres\, e duma mulata não escrava\, Ana Velásquez. A ata do batizado do nosso Santo diz: «nascido de pai incógnito». Mas o cavaleiro\, no testamento\, reconheceu o filho natural. No processo apostólico de 1683 sobre as virtudes de Martinho\, notava-se como prova de humildade este facto: Martinho não apregoava a nobreza de seu pai. […] Foi canonizado o beato Martinho de Porres por João XXIII\, na Basílica Vaticana\, a 6 de Maio de 1962. \n\nLeia a restante parte da história deste Santo no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 241-243).
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SUMMARY:S. Nuno de Santa Maria\, Religioso
DESCRIPTION:Nasce em 24 de junho de 1360\, no Castelo de Bonjardim – filho do Prior do Hospital\, D. Álvaro Gonçalves Pereira\, e de Iria Gonçalves do Carvalhal\, criada da corte. O Rei Dom Pedro I legitima-o no ano seguinte\, a 24 de julho. Entra no séquito do Rei Dom Fernando em 1373 – aos treze anos\, portanto – levado por seu pai. Logo se distingue num reconhecimento militar\, quando o exército castelhano marcha sobre Lisboa. E é armado Cavaleiro. Em 1376\, a 15 de agosto\, por obediência às instâncias paternas e embora contrariado – pois o exalta já o sonho de imitar o exemplo de Galaaz e fazer voto de castidade – casa com D. Leonor de Alvim\, rica dama de Entre-Douro-e-Minho\, já viúva de Vasco Gonçalves de Barroso. Têm uma filha: Dona Beatriz. Em 1383\, ante a crise provocada pela morte de Dom Fernando e pelo facto de a única filha do Monarca ser casada com o Rei de Castela\, que ameaça a independência nacional\, entra em intensa atividade política e exorta Dom João\, Mestre de Avis\, a tomar a chefia da revolta contra os Castelhanos. De momento\, hesita o Mestre e Nuno Álvares Pereira\, desanimado\, retira-se para Santarém – onde se dá o estranho encontro\, em fins de novembro\, com o alfageme a quem confia a sua espada para afiar e restaurar\, e que declara não lhe aceitar qualquer pagamento senão quando o vir elevado a Conde de Ourém. É o título usado pelo Andeiro\, favorito da Rainha Leonor Teles – que\, pouco tempo adiante\, a 6 de dezembro\, cai ferido de morte\, em Lisboa\, pelo Mestre de Avis. \n[Continuar a ler] \nPara saber mais\, com informação atualizada\, abundam fontes credíveis na Internet\, incluindo esta (do Vaticano): Nuno De Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431) – Homilia do Santo Padre Bento XVI (26 de abril de 2009)
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SUMMARY:Dedicação da Basílica de Latrão
DESCRIPTION:Hoje a Igreja-Mãe chama-nos a todos para Roma a fim de\, ao menos em espírito\, celebrarmos com ela o aniversário da sua Dedicação: da Dedicação da Sé Catedral do Papa\, que não é\, como julgam muitos\, a Basílica de S. Pedro do Vaticano. O Templo Lateranense é venerabilíssimo também pela antiguidade\, poesia\, arte e sobretudo pela fé que supõe nas almas e as congrega à volta do Sucessor de Pedro. Ao lado está o Batistério\, o mais venerável e sumptuoso de Roma e\, pegado ao Templo\, o palácio que foi morada dos Papas até eles irem para Avinhão e hoje é sede do Vicariato de Roma\, quer dizer\, do governo direto da diocese própria do Papa\, governo que nos assuntos ordinários é exer­cido por um Cardeal «Vigário»\, isto é\, que faz as vezes do Papa. Durante toda a antigui­dade cristã e na Idade Média\, para aqui acorreram como peregrinos os Santos\, aqui foram celebrados cinco Concílios ecuménicos. \n[…] \nPode ler a parte restante da apresentação desta Festa em «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 261-263).
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SUMMARY:S. Leão I\, o Magno\, Papa\, Doutor da Igreja (+ 461)
DESCRIPTION:A história conhece-o pelo sobrenome de Magno ou Grande. Oriundo da Toscana\, era diácono da Sé Apostólica no tempo de Celestino I e pessoa estimadíssima. João Cassiano\, no prólogo da obra sobre a encarnação do Senhor\, composta no ano de 440 a pedido do mesmo S. Leão\, chama-lhe «ornamento da Igreja romana e do divino ministério». […] \nTinha os talentos do homem de Estado\, um coração nobre e magnânimo\, coragem e tenacidade a toda a prova. Não parou ao defender os dogmas da Encarnação e da Trindade\, tanto contra os arianos\, para quem Jesus era um homem divino\, como contra os monofisitas\, para quem o Filho de Deus apenas tomara a aparência da nossa natureza. Restringiu a autonomia das Igrejas particulares e impediu que Bizâncio\, onde residia o Imperador\, confiscasse em seu proveito o primado romano. É sabido também como\, apresentando-se diante de Átila (452)\, o dissuadiu – por meio dum tributo\, evidentemente! – de ir pilhar\, incendiar e destruir\, talvez para sempre\, a Cidade Eterna. O Concílio de Calcedónia foi o triunfo da doutrina e da autoridade do grande pontífice. Os 500 bispos que o Imperador convocara\, para resolverem sobre a questão do monofisismo\, limitaram-se a ler a carta papal\, exclamando ao mesmo tempo: «Roma falou por meio de Leão\, a causa está decidida; causa finita est». \n*** *** *** \nLeia a parte restante da biografia deste Santo no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 266-267).
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SUMMARY:S. Martinho de Tours\, Bispo (316-397)
DESCRIPTION:Nasceu S. Martinho no ano de 316\, em Sabária da Panónia\, atual Hungria. Os seus progenitores foram certamente pagãos. O pai era oficial do exército romano e foi destinado a Pavia\, onde o filho recebeu a primeira educação. Aos dez anos pediu para entrar na Igreja\, contra a vontade dos seus\, e pensava mesmo em retirar-se para o deserto. Para o libertar das influências cristãs\, aos 15 anos o pai inscreveu-o no exército e obrigou-o ao juramento militar. […]\nEntre os 15 e os 18 anos\, sendo ainda simples catecúmeno\, devemos colocar o célebre episódio de Amiens\, tão ingénuo e tão cristão. Era rigoroso Inverno e Martinho entrava na cidade\, de volta dum passeio matutino. Um pobre\, meio nu\, estendeu-lhe a mão\, pedindo esmola. Tirou a sua clâmide militar\, cortou-a ao meio com a espada e entregou metade ao mendigo. A outra lançou-a às próprias costas. Naquela noite dormiu Martinho melhor que nunca. O coração batia-lhe com os impulsos do bem praticado. Jesus Cristo apareceu-lhe vestido com o manto que ele tinha dado ao mendigo e disse-lhe: «Martinho\, ainda catecúmeno\, deu-me este vestuário». […] \n*** *** ***\nPode ler a parte restante da biografia deste Santo\, que morreu com 80 anos de idade e foi sepultado no cemitério cristão de Tours\, no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 269-270).
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SUMMARY:XXXIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Quando se verificam perturbações políticas\, quando há guerras\, fome\, e a situação de miséria se torna intolerável\, difundem-se facilmente vozes sobre o fim do mundo. Os últimos tempos\, para os autores do Novo Testamento\, não são os que virão daqui a milhões de anos\, mas aqueles que estamos a viver\, aqueles que tiveram início com a Páscoa. Não é fácil entender o sentido daquilo que está a acontecer nestes últimos tempos. Demasiadas realidades permanecem envolvidas em mistério: desgraças\, guerras\, absurdos inexplicáveis\, contradições\, sinais de morte. Utilizando linguagem e imagens apocalípticas\, Jesus quer tirar o véu que nos impede de ver o mundo com os olhos de Deus. Precisamos que a palavra de Cristo nos ilumine e\, entre os rabiscos traçados pelos homens\, nos permita ver os traços da obra-prima que o Senhor está a pintar. […]
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SUMMARY:Apresentação da Virgem Santa Maria no Templo
DESCRIPTION:Giotto | Capella degli Scrovegni (Pádua)\nTiziano Vecellio (Pieve di Cadore\, 1480/85 – Venezia\, 1576) | La presentazione della Vergine al Tempio con i confratelli della Scuola Grande della Carità – Apresentação de Nossa Senhora no Templo com os Irmãos da Escola Grande da Caridade – (tela\, 335 x 775 cm\, realizada expressamente para esta Sala\, 1534-1538)\nNesta memória\, a piedade litúrgica para com a Mãe do nosso Salvador julga poder referir-se a textos não canónicos. Os nossos Evangelhos\, de facto\, não falam da infância de Maria. Para satisfazerem piedosas curiosidades\, foram ouvidos autores desconhecidos que nos forneceram amáveis pormenores sobre a vinda da Menina para o Templo de Jerusalém.\nContam essas antigas tradições que Joaquim e Ana\, muito tempo sem filhos\, vieram por fim a ter uma filha\, Maria. Quando tinha três anos conduziram-na ao templo\, onde ela ficou no serviço do Senhor e dedicando-se ao trabalho e ao estudo\, principalmente da Sagrada Escritura. Isto leva-nos a pensar em Jesus com 12 anos\, ficando no Templo a «ouvir e interrogar» os doutores. Maria devia ter o mesmo atrativo para o serviço do Pai do Céu. E a Bíblia (em particular Lc 2\, 37) dá a entender que havia mulheres empregadas à volta do lugar sagrado. Maria penetra no Templo\, oferece-se ao Senhor e a Ele se consagra para ser toda sua\, e para sempre. […]\nNo dia 21 de novembro de 1964 o Papa Paulo VI\, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II\, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja. \n*** *** *** \nPode ler a parte restante da página dedicada a esta Festa no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 306-307).\n———————-
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SUMMARY:Santa Cecília\, Virgem e Mártir
DESCRIPTION:Na basílica de Santa Cecília «in Trastevere» admira-se a estátua marmórea de Estêvão Maderno\, que em 1600 a representou como foram descobertas as suas relíquias\, nas Catacumbas.\nEmbora se trate da mesma pessoa\, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda.\nA Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que chamou-se mais tarde Santa Cecília in Trastevere; o terreno tomou-se o cemitério de S. Calisto\, onde foi enterrada a doadora\, perto da cripta fúnebre dos papas. Lá repousou\, sem fazer falar de si\, até ao século VI\, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia. Para lhes satisfazer a curiosidade foi então publicada uma Paixão\, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão é uma jovem da mais alta nobreza que\, desposada contra vontade\, observa o voto de virgindade antes feito\, e morre mártir três dias depois do casamento\, depois de converter\, neste pouco tempo\, o marido\, o cunhado\, os algozes e outros 400 pagãos.\nAinda hoje está\, na mencionada igreja do Trastévere\, em Roma\, estendido na uma de cipreste\, o corpo decapitado de Santa Cecília\, com a túnica que levou quando a transportavam para as catacumbas. Não sabemos sequer em que época viveu. Há quem afirme que foi contemporânea de Marco Aurélio\, enquanto outros sustentam que foi vítima da perseguição de Diocleciano ou da de Julião Apóstata […]\nNas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: «Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias\, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus\, seu verdadeiro esposo». Estas palavras\, lidas um tanto por alto\, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. \n*** *** *** \nPode ler a parte restante da breve biografia de Santa Cecília no III volume da obra «Santos de cada dia – Setembro\, Outubro\, Novembro\, Dezembro»\, publicado pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (p. 310).
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SUMMARY:XXXIV Domingo do Tempo Comum | Cristo\, Rei do Universo
DESCRIPTION:Cristo sentado no Trono de glória – Basílica de San Paolo fuori le Mura (Roma) – centro do mosaico da abside (séc. XII\, com restauros do séc. XIX). Imagens retiradas da Obra «San Paolo Fuori le Mura»\, a cura di Carlo Pietrangeli – Nardini Editore\, Roma 1988 (pág. 172-173).\nConclui-se hoje o ano litúrgico\, em que temos celebrado o mistério de Cristo. A solenidade de Jesus cristo Rei do Universo coroa este percurso da vida do Senhor. Jesus reina a partir do trono da cruz\, segundo as suas próprias palavras: “Quando for elevado da terra\, atrairei tudo a Mim”. Tudo isto suscita uma pergunta inquietante: de que tipo é a soberania de Cristo\, se se afirma numa situação tão humilhante para Ele­? A liturgia desta solenidade dá-nos a resposta. \n[…]
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SUMMARY:Primeiro Domingo do Advento (Ano A)
DESCRIPTION:O ANO LITÚRGICO\nA Santa Igreja celebra a memória sagrada da obra de salvação de Cristo\, em dias determinados ao longo do ano. Em cada semana\, no dia a que foi dado o nome de “domingo”\, comemora a Ressurreição do Senhor\, que é celebrado também em cada ano\, juntamente com a sua bem-aventurada Paixão\, na grande solenidade da Páscoa. No decurso do ano\, explana todo o mistério de Cristo e comemora também os dias natalícios dos Santos.\nNos diversos tempo do ano\, seguindo a prática que vem da tradição\, a Igreja completa a formação dos fiéis por meio de piedosos exercícios espirituais e corporais\, por meio da instrução\, da oração\, das obras de penitência e de misericórdia. \nO TEMPO DO ADVENTO\nO tempo do Advento tem dupla característica: é tempo de preparação para a solenidade do Natal\, em que se comemora a primeira vinda do Filho de Deus aos homens; simultaneamente é tempo em que\, comemorando esta primeira vinda\, o nosso espírito se dirige para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por estes dois motivos\, o Advento apresenta-se-nos como um tempo de piedosa e alegre expectativa. \n  \nI DOMINGO DO ADVENTO\n\nCom este domingo começa um novo ano litúrgico. Como ensina o II Concílio do Vaticano\, “a Igreja no decurso do ano distribui todo o mistério de Cristo\, da Encarnação e Nascim \nento até à Ascensão e Pentecostes e à expectativa da feliz esperança e vinda do Senhor. Com esta recordação dos mistérios da Redenção\, a Igreja oferece aos fiéis a riqueza das obras e merecimentos do seu Senhor\, a ponto de os tornar presentes em todo o tempo\, para que os fiéis\, em contacto com eles\, se encham de graça”. Este é o ano A\, e o Evangelista é S. Mateus.
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SUMMARY:S. Francisco Xavier Presbítero (1506-1552) | Padroeiro das Missões
DESCRIPTION:Interior da Igreja do Bom Jesus\, Velha Goa (Índia). O Túmulo monumental de S. Francisco Xavier\, aqui “embutido” na imagem\, venera-se ao lado da nave central\, numa capela própria\n«Não é muito alto nem muito pequeno. O seu porte é nobre sem afetação\, e os seus olhos fixos continuamente no céu e humedecidos pelas lágrimas. Aos seus lábios assoma perpétuo sorriso; as suas palavras são poucas\, mas comovem até fazerem cho­rar». Esta é a imagem de Xavier que mantinha fresca na sua imaginação o Padre Baltasar Barreto\, ao escrever da Índia\, no ano de 1548. \nNas profundidades dos seus olhos negros encerravam-se as aspirações duma alma grande\, que no Oriente inteiro encontrou cárcere estreito para as suas ânsias de apostolado. \nTinha nascido … \n\n\n\n\n\n\nA parte restante da biografia encontra-se publicada em «Santos de cada dia – setembro – outubro – novembro – dezembro»\, Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 356-359)\, que aqui mesmo\, com a devida vénia\, reproduzimos. Lá se lê este parágrafo\, antes da conclusão: \n«Ordenadas numa linha\, as suas viagens dariam três vezes a volta à terra. O Santo morreu aos 46 anos de idade e só empregou 10 para execução dos seus prodigiosos traba­lhos. Foi precisamente o tempo que empregou César para sujeitar e devastar as Gálias. E o mesmo que empregou Alexandre para fundar um império. Sonhou penetrar no coração da índia e chegar aos mares do Oriente; era pequeno conquistador para empresa tão gran­de. S. Francisco Xavier\, sem mais armas do que a sua cruz e o seu breviário\, chegou mais além que os sonhos de Alexandre. Se o guerreiro tivesse podido conhecer o Santo\, teria tremido de admiração diante dele; e até o seu mestre\, o grande estagirita Aristóteles\, teria caído de joelhos para beijar aquela mão que fez chegar o cetro de Cristo a milhares de homens».
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SUMMARY:Segundo Domingo do Advento (Ano A)
DESCRIPTION:O Advento é um tempo de conversão\, isto é\, de mudança de mentalidade e de atitudes\, quer em relação a Deus\, quer em relação ao próximo. \nHá\, na verdade\, muitas coisas em nós que constituem obstáculos à vinda d’Aquele que nos salvará. Impõe-se-nos\, portanto\, a tarefa de prepararmos os caminhos do Senhor\, num esforço de conversão interior\, sincera e efetiva\, de modo que o Salvador encontre aquela disposição de espírito\, aquele acolhimento às suas iniciativas\, que Lhe permitam transformar-nos em “homens novos” do reino que vem fundar. \n[…]
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