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SUMMARY:V Domingo da Páscoa
DESCRIPTION:Giotto – Jesus lava os péis aos seus discípulos | Capella degli Scrovegni (Pádua)\nA maior aspiração do homem do nosso tempo é construir um mundo novo\, em que a injustiça e a exploração do homem pelo homem não possam ter lugar. Este anseio responde plenamente aos desígnio s de Deus. Insere-se também no plano de libertação evangélica\, que visa a destruição do pecado e de todas as suas consequências. O mundo novo não pode construir-se sem Deus ou contra Deus. Não pode também surgir do ódio\, da luta\, da violência\, pois a força propulsora da história não é a violência\, mas o amor. \n[…]
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SUMMARY:Visitação de Nossa Senhora
DESCRIPTION:Raffaello Sanzio | Visitação – Museu do Prado\nO primeiro desejo de Maria\, após a anunciação do Anjo\, foi ver a sua prima Isabel\, a anciã que\, sendo estéril\, concebera um filho. Este menino há de ser João Baptista\, o Penitente do Deserto\, o Pregador de fogo que virá preparar a chegada de Jesus\, o Mensageiro fiel que desaparecerá quando aparecer o Rei. Foi então que Maria subiu\, solícita\, a auxiliar sua prima\, avançada em anos. \n  \nEste é apenas o início do capítulo sobre a Festa da Visitação de N. Senhora\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 127-128). \n \n 
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SUMMARY:Os primeiros Mártires da Igreja de Roma (+ 64-67)
DESCRIPTION:Na Praça de S. Pedro\, no Vaticano\, e nas vizinhanças\, deram-se os horrores da perseguição de Nero. Estamos no local dos jardins de Agripina\, mulher de Germânico\, os quais dela passaram para o filho\, Calígula\, e assim deram entrada no património imperial. Calígula construiu neles um circo e um lago (naumaquia)\, e o filho doutra Agripina\, Nero\, fez mais tarde a ponte de ligação com a outra margem do Tibre\, onde se encontra a maior parte da Roma antiga. \nDo lado sul da Basílica Vaticana\, há um recinto pequeno\, chamado ainda hoje Praça dos Protomártires (= primeiros mártires) Romanos. As iluminações\, que lá se veem na noite de 26 de Junho\, evocam as fogueiras que\, pelo ano 64 ou 65\, extinguiram\, ou sublimaram\, humildes e heroicas vidas humanas. \nEste é o início do capítulo sobre os primeiros mártires\, em Roma\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode ler a parte restante das mesmas na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 252-254).
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SUMMARY:S. Tomé\, Apóstolo
DESCRIPTION:Caravaggio | Incredulidade de São Tomé (1602-1603) – Pinacoteca do Castelo Sanssouci (Potsdam)\nTomé\, nome aramaico que em grego significa o mesmo que Dídimo\, ou gémeo em português\, devia naturalmente ser galileu\, homem do povo\, muito honrado\, nobre e sincero\, embora com muita casca áspera e tosca\, que era preciso fender para se vir a simpatizar com ele. Não possuía a graça e a medida ática dos gregos\, mas tinha a since­ridade e espontaneidade do israelita verdadeiro\, em que não há malícia. Carácter forte e impulsivo\, muito parecido com o de S. Pedro\, tem como ele momentos de soberba e obstinação\, de rebeldia e egoísmo\, para logo em seguida cair desarmado\, e com as lágrimas do arrependimento\, aos pés de Jesus. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia do apóstolo S. Tomé\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de Cânticos para a Celebração Eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 288-290).
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SUMMARY:Santa Isabel\, Rainha de Portugal (1270-1336)
DESCRIPTION:Segundo parece mais provável\, nasceu em princípios de 1270\, filha do rei D. Pedro III de Aragão e da rainha D. Constança. Onde? Em Saragoça? Em Barcelona? Não sabemos ao certo. Casou-se em 1282 com D. Dinis\, rei de Portugal\, assinando o diploma matrimonial em latim. Esta frágil criatura de cabelo dourado e 12 anos incompletos não adivinhava\, com certeza\, a missão que Deus lhe reservava na agitada vida peninsular daqueles tempos\, missão religiosa\, política\, social e humana de primeira classe. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santa Isabel\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na  página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 290-294).
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SUMMARY:XIV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Da passagem de um estado de violência à não violência nasce a paz\, que é o triunfo do amor sobre o ódio. Afirmação da supremacia deste amor é\, de si\, o Evangelho. Muitos são\, todavia\, os obstáculos que se erguem\, opondo-se tenazmente à expansão da Mensagem Evangélica. Por um lado\, o comodismo do homem. Por outro\, a divulgação\, cada vez mais generalizada\, de correntes ideológicas-filosóficas de tendência materialista. Deixar cair os braços não é digno do cristão.. \n[…]
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SUMMARY:S. Bento\, Fundador –  Patrono da Europa (480-547)
DESCRIPTION:Mosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Exterior\nMosteiro de São bento | Subiaco (Lácio – Itália) Igreja Superior (Fotografia de Antonio Grella)\nBento\, o patriarca dos monges do Ocidente\, é comparado com Abraão\, o pai dos crentes\, porque Deus o abençoou também com uma posteridade mais numerosa que as areias do mar e as estrelas do céu. Nascido em Núrsia da Umbria\, Itália\, pelo ano de 480\, de família nobre\, consagrou-se aos estudos em Roma; depressa\, contudo\, abandonou esta cidade por causa da imoralidade reinante entre os seus condiscípulos\, e refugiou-se\, primeiro em Enfide\, aldeia da Sabina\, e depois numa caverna existente no vale do Aniene\, perto de Subiaco\, onde se votou à oração e à penitência. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de São Bento\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na página de «Proposta de cânticos para a celebração eucarística» (link a seguir)\, ou na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 315-317).
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SUMMARY:XV Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:O Senhor fala-nos “de muitas e variadas formas”. A voz de Deus manifesta-se nos mais insignificantes acontecimentos. Todas as coisas são imagens de Deus\, se bem que imperfeitas. Em todas elas sé Cristo que opera e nelas se comunica. Interroguemo-nos\, pois\, sobre a atenção que nos tem merecido essa voz de Deus e\, muito particularmente\, a Palavra ouvida e lida na Sagrada Liturgia. \n[…]
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SUMMARY:S. Boaventura\, bispo e doutor da Igreja – (1221-1274)
DESCRIPTION:Discípulo fervoroso de S. Francisco\, que não se cansava de exclamar «Meu Deus e meu tudo»\, S. Boaventura não teve na vida outro anelo que não fosse o encontro com Deus. A sua vida é encontro constante com Ele.\nNasceu em Bagnorea (Bagnoreggio)\, perto de Viterbo\, Itália\, no ano de 1221 e\, sendo ainda menino\, quando se chamava João de Fidanza\, S. Francisco de Assis passou junto de sua casa\, pôs-lhe na cabeça dolorida as mãos trémulas\, curou-o duma grave doença e exclamou: Oh! boa ventura! Assim se pretende explicar a origem do seu nome de bom augúrio.\nAos 17 anos entrou na Ordem de S. Francisco\, o qual parece ter-lhe deixado\, como Elias ao discípulo Eliseu\, uma centelha do seu grande espírito.\nAos 22 anos foi enviado a Paris e lá encontrou\, felizmente\, como mestre o Doutor Irrefragável\, Alexandre d’Halès\, que sabia animar a ciência com o sopro do espírito. S. Boaventura ouviu-lhe três anos as lições e\, a seguir\, em 1247\, herdou a cátedra «do seu pai e seu mestre». Explicou as sentenças de Pedro Lombardo e a Sagrada Escritura até 1255. Em 1257 foi eleito Geral da Ordem Franciscana\, cargo que desempenhou até 1274\, pouco antes da morte. \nPode continuar a ler esta breve biografia de S. Boaventura AQUI\, ou nas páginas 324-325 do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. A obra foi publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Nossa Senhora do Carmo
DESCRIPTION:VIRGEM SANTA MARIA DO MONTE CARMELO\nSimão Stock era inglês e pertencia a uma ilustre família do condado de Kent. Favorecido desde criança com graças extraordinárias\, aos 12 anos de idade foi conduzido pelo espírito de Deus a um deserto\, onde vivia em austera penitência; servia-lhe de morada o tronco duma árvore\, donde lhe veio o sobrenome de Stock\, que em língua inglesa significa tronco. \nVivia há 20 anos nesta solidão\, ocupado somente na oração e penitência\, quando chegaram à Inglaterra os religiosos Carmelitas\, expulsos da Palestina pela perseguição religiosa dos sarracenos. Não tardou Simão em juntar-se-lhes\, logo que foi testemunha das suas virtudes e sobretudo da sua admirável devoção à Santíssima Virgem\, a quem ele amava com entranhada ternura. De tal maneira se distinguiu o novo religioso pela eminente santidade e pelo ardor do seu zelo\, que em 1245 os seus irmãos elegeram-no Superior Geral da Ordem. \n[…] \nEstes são os primeiros dois parágrafos do capítulo sobre Nossa Senhora do Carmo\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 327-330 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Beatos Inácio de Azevedo e Companheiros\, mártires (1570)
DESCRIPTION:A 5 de Junho de 1570\, partiu de Lisboa em direção ao Brasil a maior expedição missionária que jamais Portugal enviou para terras de além-mar. Eram 73 missionários destinados a pregar\, baptizar e civilizar as novas paragens da América\, descobertas por Pedro Álvares Cabral. Esses Padres\, Seminaristas\, Irmãos Auxiliares e outros ajudantes iam espalhados por três naus da frota comandada por D. Luís de Vasconcelos\, governador do Brasil. O maior número – quarenta – chefiados pelo Padre Inácio de Azevedo\, seguiam na nau Santiago. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da biografia dos Beatos extraída do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 333-337)\, ou diretamente [AQUI]
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SUMMARY:São Bartolomeu dos Mártires\, Bispo (1514-1590)
DESCRIPTION:Bartolomeu Fernandes dos Mártires nasceu em Lisboa\, em maio de 1514. O apelido «Mártires» recorda a igreja de Santa Maria dos Mártires onde foi baptizado e substituiu o apelido «Vale» que usara em memória do avô. \nRecebe o hábito dominicano a 11 de novembro de 1528\, faz o noviciado no mosteiro de Lisboa\, tendo concluído os estudos filosóficos e teológicos em 1538. \n[…] Ensinou nos conventos de Lisboa\, «da Batalha» e Évora (1538-1557)\, passando a prior de Benfica\, em Lisboa (1557-1558). De todo este aturado labor intelectual\, deixou escrita uma vasta obra: um Comentário à maior parte da Suma de S. Tomás\, o Compêndio da Doutrina Espiritual para guia da alma nos caminhos da perfeição e outras… Apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltazar Limpo\, como Arcebispo de Braga\, é confirmado nessa missão pelo Papa Paulo IV\, por meio da bula «Gratiae divinae praemium»\, datada de Janeiro de 1559. Só aceitou o cargo por obediência ao seu provincial\, Frei Luís de Granada. […] A sua atividade na vastíssima arquidiocese foi\, desde o início\, intensa e multifacetada. \n[…] \nEstes são alguns breves excertos do capítulo sobre o santo que hoje é comemorado pela Igreja Católica\, extraídos do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história desenvolvida páginas 341-344 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou na página de Propostas de Cânticos para a Celebração Eucarística.\n \n  \n 
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SUMMARY:XVI Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Diego Velázquez | Cristo em casa de Marta e Maria (1618)\nA Liturgia deste domingo fala-nos de hospitalidade. Também para os cristãos a hospitalidade é chamada de atenção à sua condição de peregrinos neste mundo. Mas lembra-lhes sobretudo que Cristo veio ao mundo como forasteiro. Hoje Ele continua a pedir hospitalidade: “Olha que Eu estou à porta e bato”. Uma das características da nossa civilização urbana é o anonimato. Moramos no mesmo edifício e não nos conhecemos. Os cristãos devem intervir para fazer da família uma comunidade aberta ao diálogo com o mundo\, promovendo uma autêntica educação social e favorecendo os movimentos de abertura aos outros\, a começar pelos mais necessitados \n[…]
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SUMMARY:Santa Maria Madalena
DESCRIPTION:Donatello (1453-1455)\, escultura em madeira\, Inicialmente colocada no Batistério de Florença.\, encontra-se atualmente\, no Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore\, na capital da Toscana.\nMaria Madalena é a mulher mais vezes mencionada nos Evangelhos\, isto é\, doze. Sabemos que Jesus a libertou de sete demónios (Lc 8\, 2; Mc 16\, 9). Por gratidão de tantos benefícios recebidos\, quer corporalmente\, quer sobretudo espiritualmente\, tornou-se santamente apaixonada pelo seu Benfeitor. \nSabemos que era uma do grupo das mulheres que acompanhavam o Senhor e o serviam com os seus bens (Lc 8\, 2). Nunca O deixou\, mesmo nas horas mais amargas e aflitivas. \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de Santa Maria Madalena no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a sua história que se encontra bastante desenvolvida páginas 351-352 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Brígida\, Co-Padroeira da Europa
DESCRIPTION:Santuário de Santa Rita de Cassia\nNa capela do Santíssimo\, na basílica de S. Paulo em Roma\, há uma estátua de mármore desta grande vidente\, a Santa mais famosa dos países escandinavos. Está representada em atitude de quem escuta a voz do celestial Esposo Jesus Cristo\, que lhe fala da cruz. Aos pés da estátua há um letreiro que diz: «Com o ouvido atento recebe as palavras do seu Deus Crucificado; recebe o Verbo de Deus no seu coração».\nEsta é a característica da grande Santa sueca: a sua intimidade constante com Jesus\, a sua familiaridade\, as suas íntimas comunicações e a sua docilidade infantil. O que mais admira nela é a união extraordinária da vida interior com a exterior. É uma Santa mística que vivia no céu e é também uma Santa peregrina\, em constante movimento de fundações e de visitas a santuários.\nNasceu Santa Brígida na Suécia\, no ano de 1302\, e morreu em Roma\, em 1373.0 pai foi Birge\, governador e juiz provincial de Uppland\, homem cristianíssimo e aparenta-do com os reis da Suécia. A mãe\, Sigrida\, descendia também de reis. Não pôde influir na educação da filha porque morreu muito cedo; a menina foi confiada a uma tia\, grande educadora\, que soube modelar o carácter e a vontade da sobrinha.\nAos treze anos\, em 1316\, casou-se com o príncipe de Nericia\, Wulfon\, que por sua vez não contava mais de 18 anos. Era também cristão consciente e piedoso: concordou com a noiva em guardarem castidade perfeita no primeiro ano do matrimónio. Deus abençoou-lhes a pureza e deu-lhes oito filhos\, entre eles uma Santa\, Catarina\, que mais tarde acompanhará nas peregrinações a mãe e cuidará da sua glorificação com sentença papal.\nEm 1346\, fundou Santa Brígida um mosteiro em Vadstena\, que os reis da Suécia dotaram. Passados três anos\, saiu para Roma com a filha\, a futura Santa Catarina. Praticava uma pobreza estrita; chegava até a mendigar à porta das igrejas para receber desprezos. A uma princesa romana que a repreendia de não manter a sua condição\, respondeu: «Como Jesus se abaixou sem pedir o vosso consentimento\, porque não havia eu de prescindir dele quando me esforço por imitá-Lo?».\nUns dez anos antes de morrer\, fundou ela a ordem de São Salvador (brigidinas)\, que esteve algum tempo muito espalhada.\nCom os papas\, refugiados desde 1309 em Avinhão\, insistia ela para que voltassem a Roma. No princípio de 1372\, partiu para a Terra Santa. Nesta viagem perigosa acompanharam-na sua filha Catarina\, os seus filhos\, os cavaleiros Carlos e Birger\, assim como uma escolta bem armada. «Foram\, dizia ela\, os quinze mais belos meses da minha vida». Voltou a Roma mesmo à justa para lá morrer\, o que se deu a 23 de Julho de 1373. No ano seguinte\, sua filha Santa Catarina trasladou-lhe os restos para a Suécia e começou os primeiros trabalhos para a canonização\, que se veio a realizar em 1391\, sendo papa Bonifácio IX. \n\nEstas são breves passagens\, aqui transcritas com a devida vénia\, da biografia desta santa que se pode ler na obra «Santos de cada dia – II (Maio – Junho – Julho – Agosto)» (páginas 353-354)\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:S. Tiago Maior\, Apóstolo
DESCRIPTION:Estátua de Sâo Tiago\, em Compostela\nJuan de Flandres | São Tiago Peregrino – Museu de Santiago e dos Peregrinos (Compostela)\nHá dois Apóstolos com o nome de Tiago: Tiago Menor\, filho de Alfeu e de uma Maria\, primo de Jesus. Escreveu uma Epístola que faz parte da Bíblia. Levou vida de grande penitência. No ano 62 morreu mártir em Jerusalém\, cidade de que era Bispo. A sua festa celebra-se a 3 de maio. \nTiago Maior. Ele e seu irmão\, João Evangelista\, eram filhos de Zebedeu e Salomé. O Evangelho conta assim a sua vocação: «Viu Tiago\, filho de Zebedeu\, e seu irmão João\, que estavam no barco a consertar as redes\, e chamou-os logo. Eles\, deixando no barco seu pai Zebedeu com os assalariados\, foram após Ele» (Mc 1\, 19-20). \nEstes dois irmãos formam\, com S. Pedro\, o grupo dos três Apóstolos prediletos de Cristo. \n[…] \n  \nAssim começa a breve «biografia» de S. Tiago Maior no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente nas páginas 358-360 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.\n===============================
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SUMMARY:S. Joaquim e Santa Ana
DESCRIPTION:Giotto | Encontro de Joaquim e Ana na Porta de Ouro – Capella degli Scrovegni\, Pádua (1303-1305)\nDos pais da Santíssima Virgem nada nos transmitiram os escritos inspirados do Novo Testamento. O pouco que sobre eles conhecemos deve-se a vários livros apócrifos\, como o Proto-Evangelho de S. Tiago\, o Pseudo-Mateus e o Evangelho de Maria\, que apresentam sempre um núcleo de verdade e história\, embora em muitas coisas sejam lendários. \nO pai de Santa Ana chamava-se Mátan e era natural de Belém; o marido dela era galileu e chamava-se Joaquim. A Igreja recebeu e consagrou os nomes de Ana e Joaquim\, e é também muito universal e antiga a tradição sobre a esterilidade e senilidade de ambos os esposos\, quando Deus os abençoou com o nascimento da Virgem Maria. \nO culto de Santa Ana e de S. Joaquim é antiquíssimo\, sobretudo entre os Orientais… \n[…] \nAssim começa a breve «biografia» de S. Joaquim e Santa Ana no capítulo que lhe é dedicado no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na página 361 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 – ou diretamente aqui.
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SUMMARY:XVII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:A forma de rezar de maneira agradável ao Senhor desde sempre preocupou o homem. Fazer-se ouvir junto de Deus e ser atendido é a grande aspiração do homem que reza. Na Liturgia de hoje vamos aprender como deve ser a nossa oração. Não deve ser uma espécie de devoção supersticiosa e comercial\, mas\, sem deixar de ser pedido\, é essencialmente acção de graças. E\, na justa medida em que é pedido\, é também compromisso: Comprometemo-nos a repartir o pão\, a perdoar as ofensas\, a respeitar a dignidade humana. \n[…]
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SUMMARY:Santos Marta\, Maria e Lázaro
DESCRIPTION:O Evangelho ensina-nos que ela punha todos os seus cuidados em receber bem Nosso Senhor\, quando estava de passagem em Betânia. E refere duas respostas que recebeu d’Ele\, as quais valem também para nós. \nQuando ela se queixava de que Maria\, «sentada aos pés do Senhor\, escutava a sua palavra»\, em vez de preparar a comida: «Senhor\, não se Te dá que a minha irmã me deixe só a servir? Diz-lhe que me venha ajudar. — Marta\, Marta\, respondeu Ele\, andas inquieta e perturbada com muitas coisas; uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte\, que lhe não será tirada» (Lc 10\, 40-41). Por outras palavras: Uma vez que a nossa sorte eterna se decide cá na terra\, e se decide uma vez só\, são mais prudentes aqueles para quem este assunto se antepõe a todos os outros\, regulando eles a própria vida em consequência com ele. \nA segunda resposta do Salvador traz com que suprimir em nós o medo da morte e satisfazer todas as aspirações do nosso coração. A Marta\, que o repreendia de chegar demasiado tarde: «Se Tu estivesses aqui\, meu irmão não teria morrido»\, Jesus\, que vai ressuscitar Lázaro\, responde: «Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim\, ainda que esteja morto\, viverá» (Jo 11\, 21-25). \nA devoção a Santa Marta quase não floresceu entre os Gregos. Nasceu na época das cruzadas\, na França\, quando nela principiou a divulgar-se que toda a família de Betânia tinha vindo terminar os seus dias na Provença: e Marta precisamente na cidade de Tarascon\, onde lhe foi atribuído estrangular a Tarasca\, dragão fêmea que devorava os animais domésticos e as crianças. Foi o que levou os Tarasconenses de então a procurar as relíquias dela. E\, julgando tê-las encontrado (1187)\, construíram uma igreja para as guardar (1197) e tomaram a benfeitora dos seus antepassados como padroeira. É considerada em particular como patrona das cozinheiras. \nEsta é a breve «biografia» da «patrona das cozinheiras» como é narrada no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Encontra-se na página 369 dessa obra\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Inácio de Loiola\, Presbítero [Fundador] - (1491-1556)
DESCRIPTION:Rut María García Martínez | Visão de Santo Inácio (Universidade de Valência)\n«Tinha alma maior que o mundo»\, diz Gregório XV na Bula de canonização e\, na oração litúrgica do Santo\, diz a Igreja que o Santo teve como missão propagar a maior glória do seu nome. A característica do ideal apostólico de Santo Inácio está na promoção da maior glória\, que foi a substância verdadeira da sua atividade. A maior glória diante da simples glória; o ato intenso em oposição ao remisso\, o assinalar-se e distinguir-se no serviço do Rei Eterno\, que está bem longe do mero contentar da alma; o afeiçoar-se intensamente e fazer oblações de maior estima e momento\, procurando sempre todo o serviço e glória da sua Divina Majestade. \nA vida de Santo Inácio divide-se em três períodos que refletem a grandeza da alma\, a ascensão constante até ao cume. \n[…] \nEste é o primeiro parágrafo da breve biografia de Santo Inácio de Loyola\, extraído do II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui referimos\, com a devida vénia. Pode ler integralmente a descrição dos «três períodos» da sua vida nas páginas 372-274 da obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003.
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SUMMARY:Santo Afonso Maria de Ligório – Bispo\, Doutor da Igreja
DESCRIPTION:Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=OBOmrA0lCyQ\nDistinguia-se sua mãe pela prática da piedade e mortificação. Foi batizado o nosso Santo\, com o nome de Afonso Maria\, a 29 de Setembro de 1696. Nasceu no dia 27. em Marianela\, povoação pouco distante de Nápoles.\nQuanto viria a ser grato a Deus e aos homens\, assim lho predisse S. Francisco de Jerónimo\, da Companhia de Jesus\, dirigindo-se à mãe: «Este menino morrerá velho\, muito velho; não morrerá antes dos noventa anos; será bispo e fará grandes coisas por Jesus Cristo». Com que submissão e docilidade acudia Afonso a receber de sua mãe as salutares instruções que lhe dava! Fugindo dos jogos da puerícia\, amou desde logo o retiro e o silêncio.\nPassados os anos da infância\, foi confiado à direção do padre Tomás Pagano\, sacerdote da Congregação do Oratório de S. Filipe Néri\, homem de provada virtude e doutrina. Confessava-se duas vezes por semana e começou bem cedo a saborear a oração\, a frequentar as igrejas e a venerar com filial respeito a Santíssima Virgem. \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 379-381).
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SUMMARY:XVIII Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Rembrandt\, Parábola do Rico Insensato (1627)\nProblemas graves afligem a humanidade e põem em risco a sua própria sobrevivência. A morte lenta de milhões de irmãos nossos subalimentados\, as discriminações sociais e rácicas e o tormento da guerra e da doença quase nos levam a concluir pela impossibilidade de uma convivência pacífica entre os homens. O cristão\, que conhece a vontade de Deus\, tem de se empenhar na instauração da justiça entre os povos. E uma das condições é não se deixar escravizar pelos bens do mundo.\nA 1ª leitura\, do Antigo Testamento\, é do Livro de Coeleth. A acumulação da riqueza gera a injustiça social\, a desproporcionada repartição de bens\, criados por Deus para sustento de todos os homens. O apego desmedido às coisas deste mundo é vão e cria no homem um estado de insatisfação. […] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido. \n\n\n\n[…]
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SUMMARY:S. João Maria Vianney\, Presbítero
DESCRIPTION:S. João Maria Vianney\,Sacerdote (1786-1859) –Padroeiro dos Sacerdotes\nJoão Maria foi o nome que o santo pároco de Ars recebeu quando foi baptizado\, no dia 8 de Maio de 1786; vinte e um anos depois\, ao ser confirmado\, escolheu S. João Baptista como padroeiro adicional e passou a assinar-se João Maria Baptista ou João Baptista Maria Vianney. \nPassou a infância numa época de vexames policiais e perseguições religiosas. Na casa do pai\, em Dardilly\, perto de Lião\, o crucifixo e outros emblemas religiosos tinham sido retirados. O pequeno Vianney teve de ir fazer a primeira comunhão\, às escondidas\, na aldeia vizinha de Écully. \nEste é o início da página dedicada ao «Santo Cura d’Ars» no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 390-391).
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SUMMARY:Santa Maria de África | Dedicação de Santa Maria Maior (das Neves)
DESCRIPTION:Imagem gerada pelos algoritmos da Net\nNão é uma celebração universal no calendário litúrgico da Igreja Católica\, mas uma festa local ou regional\, com reconhecimento na diocese de Ceuta e nas dioceses de Cabo Verde\, celebrada como Festa da Virgem Santa Maria de África. \nEsta devoção mariana tem raízes históricas que remontam ao período da presença portuguesa em Ceuta\, no século XV (1421)\, após a conquista portuguesa da cidade\, quando o Infante D. Henrique introduziu a imagem da Virgem na cidade. Com o tempo\, a devoção à Virgem Santa Maria de África espalhou-se para outras regiões de influência portuguesa\, onde foi incorporada ao calendário litúrgico local\, mas é especialmente venerada em Ceuta\, cidade espanhola no norte da África \n*** *** *** \nInterior da Basílica de Santa Maria Maior\, em Roma: teto em caixotões de madeira e mosaico na concha da ábside\, representando a coração de Maria\, com episódios do nascimento e da vida de Cristo\nSanta Maria Maior é a grande igreja mariana de Roma. Chama-se maior desde o século VII ou IX\, por causa da antiguidade e da dignidade. A dedicação a 5 de agosto é assinalada no martirológio jeronimiano com um privilégio raro. A basílica Sicinini foi cristianizada no tempo do papa Libério\, no meio do século IV\, daí o nome de basílica liberiana. Foi restaurada e consagrada em honra da Virgem Maria pelo papa Sisto III\, pelo ano de 435. No alto do arco triunfal deste venerável templo lê-se: XYSTUS EPISCOPUS PLEBI DEI — «Sisto\, bispo\, ao povo de Deus». \nSegundo uma bela lenda medieval\, Nossa Senhora apareceu em sonhos a um patrício\, João\, no tempo de Libério (352-366)\, e disse-lhe que levantasse uma igreja em sua honra no lugar que lhe fosse indicado pela neve. Neve\, em Agosto\, em Roma? Pois bem\, no dia seguinte ela cobria parte da colina chamada Esquilino. Lenda tardia\, que não deixa talvez de relacionar-se com o hábito de deitar do teto flores brancas\, neste dia\, sobre as lajes da basílica… já construída. Tais pétalas nevosas\, a festejarem a Imaculada\, são efeito ou causa da lenda? E a partir do século VII\, figura também lá “Santa Maria ad praesepe”: junto do presépio\, por causa dumas relíquias (agora numa capelinha debaixo do altar-mor) que recordam a gruta de Belém. É nobre esta igreja\, ainda radiosa com a grande alegria que expressou\, logo a seguir ao concílio de Éfeso (431)\, ao proclamar a Theotókos (= Mãe de Deus); igreja toda resplandecente de mosaicos\, de ouros variados mas não estridentes. \n  \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 391-392).
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SUMMARY:Transfiguração do Senhor
DESCRIPTION:Rafael Sanzio\, 1518-20 – Pinacoteca do Vaticano\, Transfiguração. Este quadro\, que mede 410×279 cm\, tem uma réplica em mosaico no interior da Basílica de São Pedro\nA cruz não é o termo. A dor não é o último destino do homem. É um caminho e nada mais… […] Ao regressar de Cesareia\, Jesus chegou\, com os Doze\, em uma tarde de Agosto\, ao sopé do Tabor\, montanha graciosa\, símbolo da felicidade sobrenatural\, do amor beatífico\, do abraço de Deus. Deixou nove discípulos na falda do monte e\, levando consigo Pedro\, João e Tiago\, subiu ao cume\, para orar. […] \nChegando a um lugar tranquilo\, começaram a orar. Jesus prolongou a sua oração\, mas os discípulos estavam rendidos de sono. Adormeceram. «Enquanto Jesus orava transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandecia como o sol e as suas vestes tornaram-se brilhantes e duma alvura extrema\, como a da neve. Neste instante apareceram Moisés e Elias em forma gloriosa\, falando com Ele; e falavam da sua saída (deste mundo)\, que havia de cumprir-se em Jerusalém. \n——————————————– \nLeia a parte restante da longa e bela página que narra o episódio da transfiguração de Jesus no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos com a devida vénia. Pode lê-lo integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 393-395).
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SUMMARY:S. Teresa Benedita da Cruz\, virgem e mártir
DESCRIPTION:Última de 11 irmãos\, nasceu em Breslau\, a 12 de outubro de 1891\, no dia em que a família festejava o «Dia da expiação»\, a grande festa judaica. […] \nComeçou a estudar germanística e história\, na universidade de Breslau\, mas o seu verdadeiro entusiasmo ia para a filosofia; interessavam-lhe também os problemas da mulher. \nEm 1913 vai para Gotinga\, a fim de assistir às aulas de Edmund Husserl\, do qual há de ser assistente e com o qual fará o seu doutoramento. Nesta cidade encontrou também o filósofo Max Scheler e este encontro proporcionou-lhe a atração para o catolicismo. \nCom o estalar da guerra mundial\, resolveu fazer o curso de enfermeira […] \nEdith volta para Breslau. Escreve artigos em várias publicações\, mas lê também Kierkegaard e os «Exercícios Espirituais» de Santo Inácio de Loiola. […] \nEm 1932 é-lhe atribuída uma cátedra numa Instituição católica\, onde desenvolve a sua própria antropologia\, encontrando a maneira de unir ciência e fé. \nEm 1933 a noite fecha-se sobre a Alemanha. Edith Stein tem que deixar a docência e ela própria declarou nessa altura: «Tinha-me tornado uma estrangeira no mundo». \nEm 14 de Outubro desse mesmo ano\, entra para o mosteiro das Carmelitas de Colónia\, passando a chamar-se Teresa Benedita da Cruz. […] \nA 2 de Agosto de 1942 chega a Gestapo. […] No amanhecer de 7 de agosto\, parte\, com a irmã e um grupo de 985 judeus\, para Auschwitz. No dia 9\, a irmã Teresa da Cruz\, juntamente com a sua irmã Rosa\, morre nas câmaras de gás. \nÉ beatificada a 1 de maio de 1987\, em Colónia\, e a 11 de outubro de 1998 teve lugar a sua canonização\, na praça de S. Pedro\, em Roma. A 1 de outubro de 1999\, é declarada co-padroeira da Europa\, juntamente com Santa Brígida da Suécia e Santa Catarina de Sena. \n\n\n\n—————- \nPode ler a biografia integral publicada na obra “Santos de Cada Dia” I – Maio – Junho – Julho – Agosto | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003 – páginas 403-404.
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SUMMARY:XIX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Precisamos de possuir alguns bens para viver; mas não são a fonte da vida nem está neles a chave e o segredo para ser pessoa. Somente quem ama e vive em solidariedade e abertura aos outros\, dando-se a Deus e ao próximo\, tem uma vida autêntica e\, em última análise\, é feliz porque entende a vida com sabedoria. O sem-sentido da vida aparece quando o homem se fecha a Deus e aos irmãos\, pois\, sem relação com os valores perenes que Deus\, Cristo e o próximo representam\, as coisas e os bens carecem de referência que lhes dá um valor que em si mesmos não possuem para a felicidade humana\, como demonstra a experiência. \n[…]
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SUMMARY:S. Clara de Assis\, Virgem
DESCRIPTION:Basílica de Santa Clara\, em Assis e efígie da Santa\, lá sepultada (montagem)\nPouco antes de nascer Santa Clara\, rezando sua mãe a pedir feliz parto\, ouviu uma voz que lhe dizia: «Mulher\, não tenhas medo\, porque darás à luz quem\, com as suas chamas\, iluminará o mundo». Esta a razão por que depois se deu à menina o nome de Clara: aquela que resplandece. \nDesde muito cedo revelou uma abnegação de que são capazes apenas as almas que imensamente amam. Não contente com dar aos pobres o supérfluo\, chegava até a privar-se do necessário para os socorrer. \nDesde a mais tenra infância\, tinham-na enlevado os mistérios do reino sobrenatural\, e o chamamento do espírito tinha-a erguido acima dos gostos próprios da idade. Mesmo das distrações familiares costumava separar-se para rezar o Pai-nosso. […] \nEste é o início da página dedicada à festa hodierna\, no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, que aqui transcrevemos\, com a devida vénia. Pode lê-la integralmente na obra publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 410-412)\, onde encontra as biografias dos Santos dos outros dias de cada mês\, ou AQUI. \n \n 
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SUMMARY:S. Maximiliano Maria Kolbe\, Mártir (+ 1941)
DESCRIPTION:A 10 de outubro de 1982\, o papa João Paulo II canonizou este seu compatriota\, já beatificado por Paulo VI em 1971. Se o nome de Kolbe é bem conhecido\, muitos aspetos da sua personalidade e do seu apostolado são ainda ignorados por muitos. Antes de morrer no campo de concentração de Auschwitz\, num dom total da sua pessoa aos seus irmãos\, o Padre Maximiliano tinha-se manifestado como arauto da Imaculada\, ao serviço de quem mobilizara todos os recursos dos meios modernos de comunicação. \n[…] \n—————————— \nAssim começa a «Biografia» dedicada à festa hodierna. Pode ler a parte restante no II volume da obra «Santos de cada dia – Maio\, junho\, julho e agosto»\, publicada pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração – 4ª edição\, revista e atualizada por António José Coelho\, S.J.\, Editorial A.O.\, Braga 2003 (páginas 416-418)\, onde encontrará também as biografias e notas históricas dos Santos e Santas de todos os outros dias do ano.  Transcrevemo-la também aqui\, com a devida vénia.
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SUMMARY:XX Domingo do Tempo Comum
DESCRIPTION:Tal como Jesus\, o cristão que é fiel ao Evangelho não pode senão tornar-se pedra de tropeço e sinal de contradição\, pois os seus critérios destoarão necessariamente dos do mundo. O cristão não pode ser neutral\, para não dizer passivo ou ausente\, em relação à missão do Evangelho no mundo. A sua fé e a sua vida\, se verdadeiramente as tem\, compromete-o. Perante um mundo sem espírito\, tem de mostrar os verdadeiros valores espirituais e humanos; desprendimento e solidariedade\, amor e oração\, coerência e responsabilidade\, verdade e liberdade\, compromisso firme com a justiça e a libertação de toda a descriminação social\, cultural e religiosa\, assim como promoção de quem mais precisa\, como pessoas\, como cidadão e como filho de Deus. Mas quem assim procede tem de causar impacto nos outros\, por vezes até na própria família. \n[…] \nOs comentários aqui publicados foram solicitados\, para a página da Secção de Música Sacra do Santuário de Fátima\, pelo P. Artur Oliveira ao P. Manuel da Silva Gaspar\, a quem se agradece a resposta solícita e amável que deu ao pedido.
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