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SUMMARY:S. Marcos\, Evangelista – Bispo (+ 86)
DESCRIPTION:Mosaico\, séc. XIII | ábside da Basílica de S. Marcos (Veneza)\nEm geral\, admite-se que o autor do segundo Evangelho e o Marcos\, primo de Barnabé\, de que se fala nos Actos e nas Epístolas\, sejam uma só e a mesma personagem. Em favor desta identificação\, eis o que se pode dizer a respeito do segundo Evangelista. […] \nO lugar mais provável de promulgação do segundo Evangelho deve ter sido Roma\, onde a cristandade era numerosa. Após a morte de Pedro\, na perseguição de Nero\, Marcos deve ter sentido a necessidade de fixar por escrito a sua catequese\, isto entre os anos 65 e 70. Confirmam a origem romana do texto os muitos latinismos na redação grega\, a contagem dos dias à romana\, as moedas latinas\, etc. Mas então em Roma falava-se mais o grego que o latim. Neste Evangelho\, Jesus aparece mais humanizado que em S. Mateus: compadece-Se\, admira-Se\, indigna-Se\, tem medo e angústia\, etc. \nPor ler a biografia integral – e as dos outros santos destes meses – em:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003.
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SUMMARY:Santa Catarina de Sena – Virgem\, Doutora da Igreja (1347-1380)
DESCRIPTION:Francesco Messina\, Santa Caterina de Sena (Roma\, Largo Giovanni XXIII – 1962) | Castel Sant’Angelo)\nLapa\, a 25 de Março de 1347\, deu à luz duas gémeas. Estava no seu vigésimo quarto parto. Uma destas gémeas morreu logo ou quase; a sobrevivente foi chamada Catarina\, o que significa “branca”. Seu pai\, modesto tintureiro do bairro de Fontebranda\, escolheu para a última filha o nome da cor branca\, símbolo de pureza. Catarina\, na verdade\, cresceu pura como açucena\, e com uma açucena na mão a retrataram os primeiros pintores senenses. Aos seis anos teve a primeira visão de Jesus\, que a incitava a segui-Lo. Aos sete\, diante de Nossa Senhora\, desposou-se misticamente com Ele. \nAos doze\, já os pais pensavam casá-la com um jovem de Sena\, segundo o uso daqueles tempos\, quando se pode dizer que as mulheres nem conheciam a meninice. Catarina\, como resposta aos projetos\, cortou o cabelo e cobriu a cabeça com um véu branco. Lapa tirou-lho violentamente dizendo: «Os cabelos tomarão a crescer e depressa te casarás». Catarina aceitou a perseguição familiar como prova; e resistiu. Uma noite\, em sonho\, S. Domingos disse-lhe que ela vestiria o hábito branco e preto das chamadas «Manteladas». Na manhã seguinte\, anunciou aos pais a sua decisão firme. O pai inclinou a cabeça; tinha visto uma pomba branca voar sobre a cabeça da sua branca filha. Lapa calou-se. \n[…] Depressa a filha do tintureiro\, que era analfabeta\, começou a ditar as suas palavras a vários amanuenses. “Escreve no precioso Sangue de Jesus”\, dizia\, e naquele sangue quente e vermelho escrevia a particulares e a prelados\, a pais de famílias e a magistrados; a desconhecidos e a Reis; até ao Papa\, que se encontrava em Avinhão e ela chamava para Roma\, excitando-o\, ela mulher\, a ser viril: “Ânimo\, virilmente\, pai! Digo-vos eu que é preciso não tremer”. \nA 13 de Junho de 1376\, partiram com ela para Avinhão vinte e oito caterinati (catarinados\, a corte de Catarina). Podiam contar com todas as oposições; mas ela varreu-as em poucas semanas. A 13 de outubro\, tomando Gregório XI quase pela mão\, encaminhou-se para Roma com ele. Em Génova\, ele quis voltar atrás\, mas ela forçou-o a continuar; e morreu pouco depois de chegar. Os cardeais deram-lhe como sucessor Urba­no VI\, que se estabeleceu em Roma. Este chamou Catarina para junto de si. Antes de sair de Sena\, ela ditou em pleno êxtase o seu famoso Diálogo\, livro das suas doutrinas e visões que\, pela beleza da língua\, é um dos clássicos da prosa italiana. […] \nMorreu mártir\, aos 33 anos\, foi proclamada Santa por Pio II e Pio XI\, em 1939\, deu à Itália por protetora Catarina de Sena\, juntamente com S. Francisco de Assis\, a mulher forte ao lado do homem caritativo. A 4 de outubro de 1980\, Paulo VI proclamou-a Doutora da Igreja; uma semana antes fizera o mesmo com Santa Teresa de Jesus. Precedentemente não havia na Igreja senão Doutores\, não Doutoras. Em 1997\, veio juntar-se-lhes Santa Teresa do Menino Jesus\, proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II. \nPor ler a biografia integral – e as dos outros santos destes meses – em:\nJOSÉ LEITE\, SJ (Organização de)\, “Santos de Cada Dia” I – Janeiro\, Fevereiro\, Março e Abril | 4ª edição revista e atualizada por António José Coelho\, SJ\, Editorial A.O. Braga 2003.
URL:https://cantabo-cs.com/canticos/santa-catarina-de-sena-virgem-doutora-da-igreja-1347-1380/
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